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Super modelos, elas ainda existem?

Esta semana começou a 2ª temporada de Brazil’s Next Top Model, o reality show que escolherá a próxima top model brasileira, e junto com as minhas pesquisas para a minha monografia, acabei relembrando a época áurea das “supermodels”.

As super modelos ficaram conhecidas nas décadas de 80-90, quando Linda Evangelista disse que não saía de casa por menos de 10 mil dólares. Essa afirmação fez com que várias modelos ficassem muito famosas. Quem não se lembra, por exemplo de Claudia Schiffer? Ela mesma disse que para ser uma supermodel precisa aparecer em todas as capas das mais importantes revistas de moda, e isto, com certeza, ela conseguiu.

Até a apresentadora do programa original, Tyra Banks, é considerada uma supermodel. Não é por menos, ela esteve em várias capas de revistas, anúncios, desfiles, etc.

Este grupo de supermodelos, como Cindy Crawford, Elle MacPherson, Claudia Schiffer, Naomi Campbell, Linda Evangelista, Christy Turlington, viraram celebridades, e todos os estilistas queriam em suas coleções, e empresas queriam que elas fossem seus rostos. Foi um período aúreo para as modelos. Hoje o termo é cunhado para aquelas modelos profissionais que alcançaram muito sucesso no mercado da moda, como Gisele Bündchen.

Lembro que  frenesi era tanto em cima das supermodelos, todos queriam saber o que elas usavam, com quem andavam, com quem namoravam. O alvoroço era tanto que o cantor George Michael chamou todas as supermodelos para participar do seu maravilhoso video-clip Freedom 90.

Gostava muito desta época, porque você folheava as revistas de moda sempre a procura desta modelos, que realmente ditavam moda: o cabelo curto de Linda sempre era motivo de especulações, quando ela iria cortar novamente? A famosa pinta de Cindy, o belo corpo de Ellen, e o estilo de Naomi. Todos queriam saber!

Hoje, não sei se a força delas é ainda forte. Poucas como Gisele, Kate Moss ainda impõe seu estilo próprio. Ainda vemos algumas supermodelos por aí, como Naomi Campbell desfilando.

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Renata Ruiz, editora do blog Moda para Usar. Jornalista mas trabalha com marketing digital em uma grande empresa, professora universitária, e que gosta de escrever e por isso tem outros blogs, como: Cozinhando na Web, Mar de Loucos e um para seus alunos.

Papo de Empreendedor

 

www.papodeempreendedor.com.br

www.papodeempreendedor.com.br

 

 

Os leitores da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, da Editora Globo, acabam de ganhar mais um canal de comunicação com a publicação. Entra no ar o Papo de Empreendedor, feito com a participação de toda a equipe de redação. Os assuntos abordados nas postagens estão organizados por tema – bastidores da revista, empreendedorismo, finanças, franquias, inovação, leis & taxas, marketing, oportunidades, recursos humanos, sustentabilidade, tecnologia e varejo – e também podem ser pesquisados pelo nome do autor. [da Assessoria de Imprensa da Editora Globo]

Juliano Spyer, autor do ótimo livro Conectado, em seu mais recente post publicado no blog Não Zero, argumenta sobre o porquê do jornalista ter dificuldades para blogar. Segundo Spyer, “o jornalista não se adapta à web porque está submetido a um mercado profissional que favorece a especialização técnica, não enxerga valor na prática do relacionamento e promove a anulação da personalidade do profissional. ” 

Estou vivendo uma experiência profissional das mais ricas, em que, como especialista em mídias digitais, tenho a oportunidade de levar, pela Coworkers, à redação da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (Ed. Globo) um extenso trabalho de conversão de seu casting de jornalistas e redatores em blogueiros.

 

Helton Kuhnen, Roberta Rosseto e Samantha Shiraishi - Redação PEG

Helton Kuhnen, Roberta Rosseto e Samantha Shiraishi - Redação PEG

Dividimo-nos, Helton Kuhnen, Samantha Shiraishi e eu, respectivamente, em frentes de ações técnicas (edição de ferramentas, tagueamento e indexação de conteúdo, programação, etc), de conteúdo (trainamento, formatação de padrões de textos e de moderação de comentários) e de posicionamento estratégico como mídia essencial e verdadeiramente social. Transformamos a revista digital da PEGN em mídia social, onde cada um dos autores e editores foram preparados para, além de informar, interagir com os seus usuários na web.

 

Numa etapa por vir e já em fase de preparação, o novo blog da revista - entitulado Papo de Empreendedor - vai trazer aos seus usuários uma abertura que vai além do espaço de comentários; vai convidar empreendedores blogueiros para colaborar na ciação de conteúdo interativo. Vai ainda aportar nas suas páginas serviços que visarão facilitar a vida do pequeno e médio empreendedor, tudo de forma bastante interativa e colaborativa.

O Juliano Spyer está certo. Não é fácil esse aculturamento de jornalistas para essa nova realidade da comunicação interativa. Mas os nossos pupilos da PEGN, capitaneados pela Roberta Rosseto - diretora da revista-  não mediram esforços e demonstraram sempre muita força de vontade e progressos inegáveis nessa jornada ainda incipiente rumo à web 2.0. 

Queria dizer do meu orgulho em servir-lhes de degrau de acesso a esse novo e fervilhante mundo!

Ainda hoje publiquei no blog corporativo da Coworkers Mídias Sociais mais uma rodada do debate para o qual convidei, no Boombust, meu blog pesoal, alguns ícones da web para discutirmos juntos o atual cenário das comunicações digitais e sociais no Brasil e no mundo. O painel de hoje, moderado pelo Manoel Fernandes (Revista Bites) traz exatemente o tema “O encontro digital das mídias sociais e tradicionais“.

Perguntados se “faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?”, Silvio Meira, Cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Kaike Nanne, Diretor do Núcleo de Revistas Semanais da Editora Abril, Marcelo Coutinho, Diretor do Ibope Inteligência e Aloisio Sotero, BPO da Dufry e presidente do Teleporto de Educação narram, com base nas suas experiências, suas visões a respeito da convergência dos diversos formatos de mídia de forma a se complementarem.

Helton, Samantha e eu somos mesmos uns felizardos pelas oportunidades que vimos conseguindo criar e empreender nesse cenário tão apaixonante das mídias sociais!

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Wagner Fontoura, mineiro, mora em São Paulo. Administrador de Empresas, é um dos sócios da rede de blogs Hitech Live Blogs e da rede Brogui Blogs. Seu blog Boombust trata de empreendedorismo e é sua área de atuação como Diretor de Mídias Sociais na agência Riot.

O Tempo que NOS resta!

Assisti ontem ao filme O Tempo que Resta (Le Temps qui Reste - 2005) do diretor francês François Ozon. Nele, o diretor conta a história de um fotógrafo em ascensão (Romain) que se descobre paciente terminal de câncer de uma hora para a outra. Uma simples e trágica história.

Não pretendo aqui escrever uma resenha sobre o filme (embora ele mereça uma!) e, por isso, caso você tenha interesse recomendo essa crítica aqui!

O caso é que eu já havia ouvido falar muitíssimo nesse filme. Havia visto vários trailers e lido várias coisas também. (Sim, sou fã do diretor!) E, é claro que depois de tanta expectativa, assistir ao filme foi meio “brochante”. Não que o filme seja ruim… não é, de maneira nenhuma! Mas talvez até mesmo por sua própria natureza.

Oras, o filme é tudo, menos melodramático… ele não nos oferece uma possível “catarse” sobre a morte. Não nos oferece “rios de lágrimas” sobre um tema tão “fácil” de emocionar. François Ozon e ator Melvin Poupad nos oferecem um tema difícil, de uma maneira radical e sem sentimentalidades. Sabemos que o personagem vai morrer e mesmo assim temos vontade de pegá-lo pelo pescoço e dizer “Pára”. Acompanhamos suas últimas ações e pensamos “o que eu faria?”, “porque ele não se abre com todos?” ou ainda “por que tem de ser assim?”.

Mas o grande trunfo do filme (para mim, obviamente!) é nos fazer pensar sobre o Tempo! Sobre essa grande  força da natureza. Sobre como ele age em nossas vidas e muitas vezes nem nos damos conta. Sobre como, às vezes, é necessário que algo aconteça (dead lines - seja de que natureza for) para que nós tenhamos que colocar nossas vidas em movimento (Não é por acaso que o personagem do filme só consegue falar que está para morrer com sua avó que, segundo ele, está numa situação igual à sua!). Ou, por outro lado, como temos uma necessidade urgente de resolver coisas “no calor do momento”… coisas que só se resolverão com a ação inevitável do tempo.

Romain leva sua vida como quer, nunca havia parado para pensar nessas situações (creio eu!). Acha medíocre a vida levada por sua irmã com filhos e obrigações. Mas quando se dá conta de sua condição e após a “fúria” inicial, surge a necessidade (talvez ainda bastante confusa) de deixar um legado. Sobreviver ao tempo. Romain não terá “tempo” para isso. Ele sabe que o filho virá, mas não chegará a vê-lo.

O tempo é sucessivo porque, tendo saído do eterno, quer voltar ao eterno. Quer dizer, a idéia de futuro corresponde ao nosso desejo de voltar ao princípio. Deus criou o mundo. E todo o mundo, todo o universo das criaturas, quer voltar a este manancial eterno que é intemporal, não anterior nem posterior ao tempo, mas que está fora do tempo. (Jorge Luís Borges)

Nosso desejo de eternidade é, por que não dizer, adolescente. O que vai ficar de nós é algo talvez muito menos palpável do que imaginamos. Nosso rastro nessa existência é fugaz. Por outro lado imaginar que não faz diferença a “marca” que deixarmos é assumir uma postura niilista demais. Não somos eternos, é fato… mas não sairemos dessa vida impunes. Só o tempo há de presenciar isto!

“Ouça meu coração: ainda bate!”

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Integrante da Téspis Cia. de Teatro (www.tespis.com.br) desde sua fundação em 1993, inicialmente como ator e desde 1998 como Diretor Artístico, realizando estudos com sua Cia e intercâmbios com escolas e grupos teatrais do Brasil e do exterior. Estuda Multimídia Digital e atua também como Light Designer. Seu “Pequeno Inventário de Impropriedades” fala muito de si…

Queda nas vendas de smartphones e o iPhone no Brasil

Enquanto estamos todos à espera do “todo poderoso” iPhone que não chega às terras brasileiras, lemos as notícias que fazem sobre o dito cujo. Ontem mesmo li que agora a Claro terá de devolver os 100 reais cobrados de futuros e/ou clientes que entraram na fila de espera pra comprar o aparelho da Apple que chegaria em breve e hoje leio outra notícia de que a Vivo estaria trazendo o aparelho primeiro que a Claro e que seria lançado ainda em setembro; e como se já não fosse o suficiente: saiu outra matéria mostrando que a venda de smartphones tem caído por causa da vinda do iPhone! Inacreditável, porém real.

Quando a única opção aqui no Brasil era o iPhone 2G vindo do exterior e desbloqueado, vários amigos compraram e estão felizes e satisfeitos com seus aparelhos, com exceção de alguns bugs que novas versões causam em aparelhos desbloqueados… mas isso já merece outro post. O iPhone 3G que todos esperamos e que até os paraguaios podem comprar, não tem uma forma fácil, segura e totalmente funcional de desbloquear, até onde tenho informações a nova versão do aparelho funciona como um celular de luxo apenas, já que suas funções 3G como GPS integrado com Google Maps não funciona. Mas porquê dessa espera? Simples: praticidade, modernidade. O iPhone é o celular com mais recursos interativos e práticos que já vi, tem apenas 1 botão na frontal do aparelho e o restante é a base de toques na tela.

Com a possibilidade de instalar diversos outros aplicativos, conhecidos como Apps, o iPhone pode e com certeza revolucionará a forma como o brasileiro acessa a internet, todos os grandes sites já estão se preparando para serem compatíveis com o aparelho, que dizem chegará ao Brasil custando em torno de 700 reais (o que eu duvido, a não ser que o plano seja “aquele camarada” de 7.000 minutos/mes).

Enquanto o celular mais esperado do ano no Brasil e o mais vendido dos Estados Unidos não chega, esperamos a Ordem e o Progresso das operadoras…

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Helton Kuhnen, catarinense, mora em São Paulo. Profissional de TI, é um dos sócios da rede de blogs Hitech Live Blogs e da rede Brogui Blogs. Mantém um blog pessoal e responde pelas novidades tecnológicas do Hitehlive.

Conexões urbanas

Vejo muita TV e não escondo isso. Um dos programas de TV que eu mais curti acompanhar foi uma viagem do Zeca Camargo por países que falavam português. Algum tempo depois, uma proposta parecida foi feita por Regina Casé quando ela visitava periferias e mostrava o que temos em comum.

Estes pontos em comum, que são tão fáceis de encontrar no brasileiro e são motivo de um imenso orgulho que tenho mais do que do meu país, do meu povo, promete ser o mot de um novo programa de TV. Aí juntou TV, inclusão e gente.

Adoro gente, quem me conhece sabe que sou uma conversadeira que acha papo com todo mundo num instantinho e tenho mania de ficar olhando as pessoas só pelo prazer de ver a vida acontecer.

Fiquei sabendo do Conexões Urbanas no Saber é bom demais. Ester falou bem e eu fui pesquisar. O programa, que vai passar no canal Multishow, “é o braço televisivo de um movimento social”. Apresentado por José Junior, líder e coordenador do AfroReggae, o programa objetiva “acabar com apartheid social, criar elos de conhecimento, cultura e afetividade entre os diversos guetos em que a sociedade se dividiu: ricos e pobres, brancos e pretos”.

Faço votos de que amarelos, verdes, geeks, mulheres, gays, enfim, toda atual fauna humana esteja contemplada e que não seja só mais um programa de morro.

E deve ser assim, pois o programa promete estar conectado com os mais recentes pensamentos de sustentabilidade, tecnologia, cidadania, saúde e paz. Junior vai apresentar empresas e pessoas que vêm experimentando transformações sociais ousadas e bem sucedidas no Brasil, América Latina, Europa e Ásia.

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Sam Shiraishi, paranaense, mora em São Paulo. Jornalista e editora do blog A vida como a vida quer.