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Archive for November, 2007


Destino Barcelona ? ¡Viva! (Parte I)

Para conhecer Barcelona, nada melhor do que seguir as dicas de Rodrigo Villas Bôas, artista/designer gráfico, que mora em Barcelona e nos dá dicas de locais para conhecer na cidade.Iniciaremos por Gaudí passando pelo Parque Güell, a Sagrada Família, La Pedrera e Casa Batló. Barcelona e cultura, caminhando lado a lado.

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Parque Güell - foi inaugurado em 1922, considerado pela Unesco, ?herança mundial?, encomendado a Gaudí por Eusébio Güell, que gostaria de criar um parque, para a aristocracia de Barcelona, em sua propriedade. O Parque contém estruturas de pedra, cerâmica e edifícios fascinantes. Na entrada pode-se ver a ?Fuente Dragón?, uma entre tantas obras de Gaudí baseadas na natureza que se encontram no parque. Na parte superior, pode-se ver a cidade de Barcelona. No parque ainda há uma pequena casa, na qual o artista viveu (1906-1926) e atualmente é um museu.

Parque Guell
C/ Larrard 59
08024 Barcelona, Espanha
+34 932 131 011
Como chegar: ônibus - 24 25 / metrô - L3.

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La Sagrada Familia ? também conhecida como Catedral do Século XX, obra mais famosa de Gaudí. Na Catedral há exposições permanentes e temporárias, Museu, escola, além de lojas. O templo (basílica) típico na forma de cruz latino americana em que o eixo central é ocupado para quatro naves laterais de 7,5m de largura, e uma nave central de 15m de largura, totalizando 45m. O comprimento total do templo é de 95m. O cruzeiro possui duas saídas, uma para a fachada da La Natividad, e outra para a fachada da La Pasión. A nave principal possui saída para a fachada da Gloria, a mais importante de todas e que ainda não está sendo finalizada. As fachadas têm a missão de ilustrar de forma compreensível os mistérios do nascimento, paixão e ressurreição de Jesus Cristo.

La Sagrada Familia
Calle Mallorca 401
08034, Barcelona, Espanha
+ 34 93 207 30 31
Como chegar: ônibus - 19, 33, 34, 43, 44, 50, 51, B20, B24, N1, N7 / metrô - L2, L5 (Sagrada Familia).

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La Casa Milà ? edifício residencial mais conhecida como La Pedrera, considerado um dos projetos mais criativos na história da arquitetura, considerado mais uma escultura do que um edifício. A casa é dividida em dois espaços, o Espacio Gaudí que é um museu direcionado para a carreira de Antoni Gaudí, e um espaço onde ocorrem exposições.

La casa Milà
Paseo de Gracia, 92.
Barcelona, Espanha
+ 34 93 484 59 00
Como chegar: ônibus - 7, 16, 17, 22, 24, 28 / metrô - L3, L5 (Passeig de Gràcia o Diagonal).

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Casa Batló - há duas obras arquitetônicas de Gaudí que se destacam, La Pedrera e a Casa Batló cuja fachada parece ter sido feita de crânios (sacadas) e ossos (apóiam os pilares). O edifício foi projetado por Gaudi para Josep Batlló, um aristocrata bem sucedido, que viveu no primeiro e segundo andar com a sua família e alugou os outros apartamentos.

Casa Batló
Paseo de Gracia 43
Barcelona, Espanha
+ 34 93 216 03 06
Como chegar: ônibus: 7, 16, 17, 22, 24, 28 / metrô: L2, L3, L4.

No próximo encontro iremos conhecer o parque da Citadella Olímpica, o Mercado da Boqueria, o Museu de Arte Contemporânea (MACBA), o Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (CCCB) e o Museu Picasso. Até lá!

PS: quem estiver em Los Angeles entre os dias 5 a 17 de janeiro de 2008, deve passar na Carmichael Gallery of Contemporary Art e ver a exposiçao “Os Brasileiros”, aproveita e confere o trabalho do Rodrigo Villas Bôas.

Fontes: Tourist Guide Barcelona ; Wikipedia; Temple Expiatori de La Sagrada Familia; Gaudí; Casa Batló; Casa Batllo by Antoni Gaudi.

O companheiro fiel (2ª parte)

Somente a partir da segunda década do séc. XX os violonistas passaram a ser respeitados, a partir das obras de músicos como Heitor Villa-Lobos, João Pernambuco e Garoto, este, um dos precursores da bossa nova. O violão passou a ser bastante utilizado também como instrumento para música erudita, música essa constantemente inspirada pelo popular, principalmente o choro. Até meados do século, também os primeiros sambistas, como Donga, Noel Rosa e Ismael Silva contribuíram para a popularização do instrumento. Já na segunda metade do séc. XX, a criação da bossa nova e o sucesso de sambistas como Cartola demonstravam que o violão já era o sustentáculo da música popular brasileira. Neste movimento, surgiram instrumentistas excepcionais, como Baden Powell, Toquinho e João Bosco. Nessa mesma época, violonistas virtuosos como Dilermando Reis e Turíbio Santos mesclavam com grande talento o choro e a música erudita à MPB.vp_guitars.jpgFoi em meados da década de 60 que o violão começou a sofrer as primeiras baixas de popularidade. A época da bossa nova foi atropelada pelas guitarras elétricas da jovem guarda e posteriormente, já na década de 70, do rock. E mesmo quando, alguns grupos de rock, já quase nos anos 90, resolveram ressuscitar os violões, principalmente a reboque dos primeiros MTV Unplugged, eram violões de aço, os chamados folk, comuns principalmente nos EUA, instrumentos facilmente eletrificáveis e de tons mais agudos. Só mesmo quem ainda trabalhava com a MPB tradicional, como Caetano Veloso ou Chico Buarque ainda usava o instrumento de nylon. O sempre antenado Gilberto Gil e o contemporâneo Djavan foram dois que substituíram, nos anos 80, seus violões de nylon por guitarras elétricas. Poucos músicos modernos mantiveram o instrumento vivo. Um bom exemplo foi Milton Nascimento, avis rara em meio aos jovens guitarristas elétricos - como Lô Borges, Beto Guedes e Toninho Horta - do Clube da Esquina. De qualquer modo, também foi nessa época que começaram a despontar os primeiros virtuosos regionais nordestinos do violão, como Xangai e Geraldo Azevedo. E menestréis como Oswaldo Montenegro também não deixaram a peteca cair.

E assim seguiu a humanidade através dos anos 90 até o novo século. Os grupos de pagode e posteriormente os novos sambistas de raiz mantiveram os violões de nylon em alta. Os sertanejos, mais afinados com o country norte-americano, popularizaram os violões dreadnought (folk) de estridentes cordas de aço. E nunca, desde o início da carreira do instrumento em nossas terras, se tocou tanto violão nesse país. Diversos acústicos foram gravados pela MTV; Roberto Carlos tocou “Detalhes” em nylon; os virtuosos do Boca Livre misturam aço e nylon com mestria; roqueiros de diversos estilos empunharam instrumentos acústicos; as antigas divas da MPB ganharam a companhia de mulheres instrumentistas, como Zélia Duncan, Ana Carolina e Isabela Tavianni; jovens e virtuosos músicos eruditos, como o precocemente falecido Raphael Rabello e o garoto Yamandú Costa tornaram-se sucesso; e hoje, o que há de mais contemporâneo e avançado na MPB, o genial pernambucano Lenine, faz misérias em seus violões do mais puro nylon.

Cantado em prosa e verso país afora por chorões, trovadores, sambistas, caipiras e até roqueiros, o violão também é personagem constante da música brasileira. Afinal, o Brasil é, sem dúvida, a pátria de “um cantinho e um violão”, de Tom Jobim, da “Viola Enluarada” de Marcos Valle, da viola que Edu Lobo e Capinam queriam ter agora para tocar em “Ponteio”, das “Cordas de Aço” do violão de Cartola, do violão deixado mudo pela “Rita” de Chico Buarque, da viola que o pobre moreno de Lamartine Babo e Ary Barroso empunha em “No Rancho Fundo” e a que “um violeiro toca” na moda pantaneira de Almir Sater, e o violão com que João Roberto, o Johnny, conquistava as meninas em “Dezesseis”, de Renato Russo. Na minha opinião, contudo, o mais belo verso feito para o instrumento até hoje é da música “Arte Longa”, canção de Geraldo Amaral e Renato Rocha, gravada por Geraldo Azevedo, que diz: “meu violão não pesa muito/ carrega tantas canções”. Mais que isso, os violões brasileiros carregam todo um país.

Dicas do VP
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vp_geraldin.jpgA Luz do Solo (Geraldo Azevedo, 1985) - O nordeste brasileiro foi território de origem de muitos e grandes músicos. Dentre os músicos populares nordestinos, muitos se destacam no talento com que lidam com as seis cordas. Gilberto Gil, Djavan, Moraes Moreira, Alceu Valença, Xangai, Elomar, Vital Farias, Zé Ramalho, Lenine, Zeca Baleiro e o erudito Canhoto da Paraíba são exemplos. Dentre estes todos, Geraldo Azevedo se destaca por ser o que mais aproxima o virtuosismo do violão clássico ou erudito das mais populares canções. Um dos mais bem sucedidos e queridos músicos nordestinos, Geraldinho mostra neste show ao vivo A Luz do Solo, uma seqüência apaixonante de seus melhores sucessos, interpretados apenas na voz e no violão. Elba e Zé Ramalho fazem participações especiais nesse espetáculo de 1985, que traz, como destaques, a primeira gravação liberada pela censura de “Canção da Despedida”, entre outros conhecidíssimos sucessos, como “Moça Bonita”, “Canta Coração”, “Táxi Lunar” e “Bicho de Sete Cabeças”. Um álbum clássico.
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vp_raphae.jpgTodos os Tons (Raphael Rabello, 1992) - Dentre todos os violonistas eruditos desse país, talvez nenhum tenha tido um sucesso popular tão grande quanto Raphael Rabello. Apresentado ao grande público por Ney Matogrosso em seu álbum ÿ Flor da Pele (1990), após ter estudado com o grande Dino 7 Cordas e tocado com o maestro Radamés Gnatalli, o violonista foi durante sua curta carreita, parceiro de alguns grandes nomes da MPB, como Eliseth Cardoso, Paulo Moura e os guitarristas Romero Lubambo e Armandinho - o do trio elétrico. O disco Todos os Tons, tributo do músico à magnífica obra de Tom Jobim é, de toda a sua obra instrumental, possivelmente o álbum mais palatável, ainda que isto não diminua em nada o esplendor de sua técnica. Todo o disco é excelente, da primeira à última nota, com destaques para “Samba do Avião”, que ele executa em dupla com o lendário violonista espanhol Paco de Lucia, “Pois é”, em que toca com Paulo Moura e o genial - e também falecido - baixista Nico Assumpção, e “Garoto”, com participação do próprio Tom Jobim e de Leo Gandelman. O ?Mozart do choro”, como Raphael chegou a ser chamado, lamentavelmente deixou mudos os seus violões em 1995, ao falecer por complicações respiratórias com apenas 32 anos.

O que aprendi com os Caiapós sobre resolução de conflitos

Chefes da aldeia GorotireNa década de oitenta, dirigi um grande empreendimento agropecuário no sul do Pará, e tive a oportunidade de estabelecer um relacionamento muito amistoso com os Caiapós da aldeia Gorotire. Quando chegamos à região para iniciar o projeto denominado Rio Dourado, eles no procuraram para alertar que, devido a erro na demarcação da reserva indígena, parte de uma área onde viveram seus ancestrais estava dentro de nossa propriedade. De comum acordo, delimitamos a área e nos comprometemos a mantê-la intocada. Assim nasceu uma amizade que foi se fortalecendo com o tempo.A cobiça entra e a paz se vai

Anos depois, com a descoberta de ouro e de grandes ocorrências de mogno, a região começou a ficar agitada pela chegada de garimpeiros e madeireiras. Apesar de legislação não permitir, uma madeireira fez contratos de exploração de mogno com a aldeia Gorotire e outra com a aldeia Kuben-kran-krên. Como era de se esperar, logo as duas madeireiras bateram de frente na exploração do mogno da reserva Caiapó. Dominadas pela cobiça, as duas madeireiras não mediram as conseqüências em atiçar velhas desavenças entre as duas aldeias. O conflito cresceu e as duas aldeias começaram a se preparar para um confronto armado. (more…)

O tempo dos blogs

A coisa é bem simples mesmo, é para falar um pouco sobre o tempo dos blogs, divagar um pouco sobre como essas ferramentas de publicação acabam gerando uma relação curiosa com o tempo, o nosso tempo, pessoal, próprio.Alguém aqui já parou para pensar que essa pequena e aparentemente inofensiva ferramenta de publicação pode se transformar num maravilhoso mecanismo de contaminação de nossa noção interna de temporalidade? Dito de outra forma, fica simples: no momento em que o sujeito adquire um blog, automaticamente a sua percepção de tempo irá se modificar, na maioria dos casos será uma sensação de perturbação da ordem normal das coisas.

Publicado o primeiro post, a sensação já pode ser sentida. A ânsia da atualização logo irá se casar com a percepção da necessidade de informação. Primeiro você se atualiza para depois atualizar o seu blog. Quanto mais informação você consome, mais se dá conta de que é a sua pessoa que precisa de atualização, e nisso você já percebe as primeiras angústias da sensação de inadequação ao tempo presente.

Naquele período em que o seu mísero post está on-line, sem perceber você se sente em dívida porque, querendo ou não, algo em sua personalidade acaba associando você a figura de seus textos, aqueles curtos e mal-traçados pensamentos empoeirados. O tempo passa e você sente a sensação terrível de que você não produziu. Dá a impressão de que enquanto muitos foram espertos e criativos, e produziram muitas coisas legais e ganharam destaque, etc, você passou um tempo obscuro no limbo, sem idéias, como uma ostra, esquecida em algum lugar.

Desatualizado.

Essa ferramenta que ainda ninguém conseguiu explicar bem para que serve, ao final de tudo foi bem eficiente em te mostrar que você precisa reformular a sua rotina e sua disciplina para poder acompanhar o ritmo acelerado do mundo contemporâneo, essa coisa que ninguém em sã consciência se arrisca a tentar dizer o que é.

Diante disto, a panacéia que nos prometem é a fórmula do Planejamento. ÿ necessário que você se programe, que você saiba se programar, que você tenha consciência desta importância e do poder que isto pode trazer. Você programa o que deve ser feito durante o dia, ao longo das semanas, por entre os meses, em busca de metas. Você calcula o que você deve sentir e pensar em cada momento de seu planejamento: das 14:30 às 16:30 produzirei o texto de atualização de meu blog, que será publicado 12 horas depois, no dia tal.

O segredo do planejamento é a disciplina, acostumar o corpo e as emoções a acontecerem do jeito que você planejou, na hora em que foram programadas. Uma vez que tudo está planejado e você se desdobra para realizar as metas, a partir de então você já pode abandonar as angústias e se preocupar em fazer tão somente o balanço do que foi concretizado e do que falta melhorar. Com a sua atenção presa ao planejamento, some como por mágica a aflição da passagem do tempo, essa idéia absurda de que você não está conseguindo acompanhar as coisas, de que está ficando velho, ou de que os seus referenciais já ficaram pra trás, já foram ultrapassados.

O importante é que neste processo você não se vicie em se auto-enganar. O seu corpo a todo momento cria embustes para fugir das próprias obrigações que você criou para si mesmo. Mas a esperança é a de que você pode criar embustes para enganar o seu corpo: em linguagem atualizada = hacks.

Atualização e produção. Precisamos ser atuais e produtivos senão ficaremos para trás.

Inadequados, antigos, anacrônicos, desinformados, descartáveis. Esquecidos?

A síndrome de velho, do tempo passado, nos persegue. Ingênuos, esbaforidos, tentamos não entregar os pontos. Chronos nos espreita com um riso de canto. Ao nosso lado, o companheiro Sísifo posta a última notícia da web 2.0 em seu blog.

Aliás, qual é o assunto para o próximo post?

CMMI vale a pena

Antes de mais nada, vamos saber o que é CMMI. CMMI é um modelo de referência que contém processos que trazem boas práticas ao desenvolvimento de um software. Ele foi criado pela SEI (Software Engineering Institute) e tem níveis de maturação, sendo eles:1 - Inicial: O caos. Pouca ou nenhuma documentação, baixo nível de gerenciamento e controle sobre os projetos de software.
2 - Gerenciado: A empresa possui alguns processos gerenciados, trabalhando de forma reativa.
3 - Definido: Os processos já estão bem definidos e a empresa geralmente trabalha de forma pró-ativa
4 - Mensurado: A empresa mede e controla os seus processos
5 - Otimizado: O foco agora é a melhoria contínua no processo, buscando a causa dos problemas.

A empresa que adota o CMMI como padrão para o desenvolvimento de seus softwares deve estar preparada para os custos iniciais da implementação do modelo de processo. ÿ um custo alto, mas o benefício gerado é maior ainda.

Trabalho em uma empresa que utiliza o CMMI no dia-a-dia. No Serpro, de acordo com a área de trabalho, é possível encontrar setores com CMMI nível 2 e próximo de conquistar o nível 3. Já tive a experiência de trabalhar com o nível 1 em outra empresa e o nível 3 aqui, e posso garantir que a diferença é absurda.

Ter toda a documentação de um software revisada e sempre atualizada não tem preço. Aliás, tem, um grande ganho ao evitar o retrabalho, horas perdidas ao tentar saber o porquê que o software foi desenvolvido daquela forma, uma garantia de cumprimento do que foi solicitado, tanto para a empresa quanto para o cliente.

Além disso, o gerente ou líder de projeto tem uma maior visão do andamento do projeto, utilizando-se das técnicas de métricas, análise de decisão, descoberta de riscos inerentes ao projeto e oportunidades de treinamento para a equipe de desenvolvimento.

Para garantir que o processo esteja sendo cumprido na empresa, existe a figura do Consultor de Garantia de Software, nome que pode ser mudado de local para local, mas a função é a mesma: analisar e verificar se os projetos estão seguindo à risca o que manda o processo. São uma espécie de auditores e o trabalho deles é essencial para a maturidade do processo.

Fora os ganhos financeiros em investir em CMMI, o mercado vê com bons olhos empresas que utilizam o modelo de desenvolvimento. Dá um status de qualidade, garantia de que os projetos desenvolvidos por ela são bem controlados e gerenciados, visando sempre a excelência.

Se você pretende conhecer mais sobre CMMI e deseja ajudar a implementar na sua empresa, leia mais sobre o tema nos sites abaixo:

Página oficial do CMMI em inglês
Definição na Wikipedia em inglês
Documentação da Borland sobre CMMI em inglês
Revista Tema: Depoimento do Serpro sobre a utilização de CMMI