Vítimas da dengue ou do poder público?
Por Marcio Gredilha, no Via Aberta
A dengue tem feito vítimas fatais, a população está morrendo na fila dos hospitais e parece que o responsável pelo mosquito transmissor somos nós (o povo). O que causa revolta maior é que já sabiam da epidemia, o tipo de vírus e nenhuma providência foi tomada. Os hospitais e postos de saúde não estão preparados para receber tantos casos de dengue comprovados.
Dói demais na população saber que não houve planejamento quanto ao combate ao mosquito e principalmente à doença. Além da falta de condições de trabalho e numero insuficiente de funcionários, o que mais preocupa é a falta de leitos para os casos mais graves que necessitam de internação.
Nesses últimos dias saiu nos noticiários que a secretaria de saúde (Municipal ou Estadual não importa) criou dois ou três centros de hidratação tentando passar uma falsa sensação de segurança como se algo grandioso estivesse sendo feito…
A população não precisa de dois ou três centros de hidratação. O ideal seria que todos os postos de saúde fossem equipados com um centro de hidratação vinte quatro horas por dia, para isso teria que contratar funcionários em caráter emergencial. Será que a prefeitura não tem dinheiro para isso? E o dinheiro que é jogado fora em tantas obras( me refiro as sem necessidades) e propagandas?
A população está indefesa e sem poder de reação. Até quando vamos resistir, quem será a próxima vítima? Até quando os nossos representantes ficarão de braços cruzados? O quantitativo de mortes não é suficiente?
Chega de assistir almofadinhas da administração pública dando declarações e insinuando que o mosquito é cria do povo, que o povo é responsável pela doença, só falta dizer que a culpa de tantas mortes é do povo. Algo tem que ser feito em caráter de urgência…
Quando percorremos os hospitais percebemos o tamanho da gravidade, quando entramos em uma emergência nos deparamos com um cenário de guerra: Crianças, jovens e idosos dividindo o mesmo espaço e o mesmo suporte de soro.
Toda uma população a mercê de uma epidemia não declarada, conhecida, prevista e a única resposta que temos são as mortes de crianças, jovens, idosos e amigos… E tudo isso dói na alma.
E lembrar que estamos em tempos que antecedem eleições…
Outras vozes, mesmo tema:
Armadilha para mosquito da dengue no Meu mundo e nada mais
Dengue no Viva & Deixe Viver
Dengue tipo 4 volta a infectar brasileiros no Blog do Tibu
Agência Brasil publica infográficos sobre a dengue no Jornalistas da Web
A dengue, as manchetes e o Rio de Janeiro, uma reflexão no Jornal de Debates












Não posso dizer que os programas de entrevista sejam os meus favoritos. Primeiro porque, dependendo do convidado, os temas podem me interessar mais ou menos. Depois, porque a maioria dos entrevistadores costuma ter algum tipo de desvio aparente! A maioria deles quer aparecer mais do que o entrevistado. Nessa categoria Jô Soares e o próprio Fausto Silva são praticamente imbatíveis. E também tem aqueles que são interessados no que o entrevistado tem a dizer, mas possuem carisma zero.
Nascida em Campinas e formada em Psicologia e Artes Plásticas, além de ser professora primária, começou a trabalhar nas organizações Globo em 1969. Começou como estagiária do Jornal Nacional e desempenhou inúmeros papéis, passando por apresentadora de noticiário, repórter, fazendo coberturas e trabalhando como enviada especial. Hoje em dia, desenvolve paralelamente seu trabalho como atriz, tanto no teatro, como no cinema e na televisão.
Sua presença em frente das câmeras é marcante! E a lista de pessoas interessantes que já passaram por seu programa tem a mesma medida. ÿbvio que as celebridades acabam ganhando mais atenção da mídia, mas não é raro que ela leve alguém não tão famoso para falar sobre algo realmente interessante. Nem preciso dizer que essas são minhas entrevistas preferidas.














