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Wii: a experiência

Há mais ou menos um mês, ele chegou em casa. Parece que eu estou falando de um filho, mas a criança em questão é o novíssimo Nintendo Wii, que no mínimo, podemos chamar de revolucionário. Bem, antes de falar do Wii em si aqui, acho bacana contar um pouco da minha relação com os games, em especial com os da Nintendo.

Quando era pequena lembro do Atari. Quem tem seus 20 ou 30 anos e não teve esse videogame, praticamente não teve infância. Minha irmã mais velha não dava a mínima para ele, mas desde cedo eu comecei a gostar dessa brincadeira. Como o mundo evoluiu, logo depois adquirimos um Mega Drive. O primeiro Nintendo que eu tive foi o famoso Nintendinho. E com ele veio o mundo de Mario, seus amigos e não paramos mais. A minha última aquisição tinha sido um Nintendo 64, onde o hit era o 007 - Goldeneye. Sim, faz um tempinho. Depois disso comprei o portátil Nintendo DS - que é ótimo para viagens, trânsito e dias de enchente, mas faltava “A” aquisição, sabem?

Eis que a Nintendo revoluciona, mais uma vez. Eu precisava daquele videogame, eu tinha que tê-lo! Poxa, você joga com um controle remoto, ele tem um sensor para captar seus movimentos, isso deve ser no mínimo sensacional. Bem, até comprá-lo, tive a oportunidade de jogar apenas uma vez, em uma feira de quadrinhos, com filas lotadas e não foi aquela experiência, sabem? 5 minutos de tênis e muitos erros não me deixaram muito feliz, mas de qualquer forma esse contato foi interessante.

Até que em uma bela sexta-feira, fim de expediente, eu e o namorado decidimos ir ao Promo Center da Paulista. E quando entramos lá, olhamos um para o outro e foi automático: é hoje, né? Sim! - compramos o Wii, não foi um pedido de casamento…  =)

Tivemos que voltar no dia seguinte porque o bichinho estava com um problema no destravamento, mas depois disso foi só alegria. Estávamos abastecidos de jogos e de vontade de conhecer todos. O primeiro a ser testado foi o Wii Sports, game original que acompanha o videogame. Nele você pode brincar em uma série de modalidades, de boxe à golfe. Também pode treinar os esportes e participar de uma avaliação diária, na qual o videogame te diz com quantos anos você está - e geralmente você leva um tapa na cara. Querendo ou não, esse joguinho eliminou a minha alta dose de sedentarismo e me faz mexer o esqueleto por algum tempo. É indicado para todas as idades.

Fazendo um balanço dos jogos, a grande maioria atende os requisitos do videogame, que é o de você realmente interagir de uma forma diferença e não apenas segurar o wiimote e jogá-lo sentadão no sofá. Aqui vão alguns exemplos interessantes:

- No Harry Potter e a Ordem da Fênix, você aprende e faz os feitiços com o controle como se segurasse sua própria varinha;
- Na corrida maluca, há alguns minigames nos quais as diversas funções do controle são mostradas;
- Mario Kart sem pressionar botões, mas virando o controle como se ele fosse um volante de verdade - que também existe para ser comprado.
- Mario Party e seus famosos minigames com todo o tipo de interatividade possível.

A próxima aquisição na minha cabeça é a do Wii Fit, que vocês já devem ter visto em um viral muito famoso do bambolê. Nele, você pode desenvolver um completo programa de exercícios, que já foi inclusive elogiado por especialistas e alguns jogadores mostraram que realmente perderam peso nessa brincadeira. E nessa minha vontade de adquirir mais um produto é que fica o ponto fraco do videogame - para nós, meros jogadores, e a galinha dos ovos de ouro para a Nintendo.

Tente jogar Guitar Hero sem a guitarra. Tá, você consegue um ou dois modos, mas depois empaca pela dificuldade dos botões. Quer exercícios? Compre o Wii Fit. Para o Mario Kart, adquira o volante, as luvas de boxe e por aí vai. O consumidor é tentado a gastar muito mais ou senão ficará para trás em alguns jogos. Além de revolucionários, esse pessoal é realmente genioso. Nota 10, mais uma vez!

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Saiba o segredo da Grazi. Curioso?

Nos últimos tempos tenho ouvido falar muito sobre a Grazi. A Grazi, sabe? É, aquela atriz famosa mesmo. Dizem que ela tem um super segredo para contar pra você, pra mim e pra todo mundo. Aliás, aposto que algum conhecido seu já deve ter recebido uma ligação dela. Não? Como assim?

O que está acontecendo com a Grazi?
Vamos lá: o segredo dela faz parte de uma campanha publicitária, mas não deixa de ser divertido por causa disso. Você acessa o site www.oqestaacontecendocomagrazi.com.br e assiste ao vídeo de uma amiga comentando que também sabe da novidade. E aí você começa a se questionar: mas como assim só eu não fiquei sabendo disso ainda? Que angústia!

Bem, a espera é pouca, o vídeo passa rapidinho e logo depois você já pode colocar seu telefone para conhecer, finalmente, o tal segredo. E, por incrível que pareça, a Grazi realmente te liga. Ah, não saia da frente do computador nessa hora, pois é muito bacana observar a sincronia com o site. A interação fica muito real.

Está esperando o que para a Grazi te ligar? Eu não perdi tempo. Aliás, em um teste rápido, deixei o link para o site no meu MSN. Acreditam que quatro pessoas vieram me perguntar só de manhã? Isso que é ser famosa, popular e ter um público curioso. ;)

Este é um post publieditorial

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Nós nascemos para mudar*

Faz pouco mais de um mês que completei meus 24 anos. Nessa idade nós geralmente tiramos o maior sarro da cara dos garotos - é geralmente o ano do “vai ou racha”. Independente das brincadeiras, para mim esse aniversário também foi repleto de mudanças.

Depois de um tempo bem desligada do mundo e do que poderia fazer para torná-lo melhor, entrei em uma verdadeira crise dos 20 anos e me questionei o porque de estar aqui. Seria apenas para trabalhar, ganhar dinheiro e comprar os meus bens? Que graça a vida teria dessa forma? E cada dia que passava eu ficava mais e mais preocupada com essa questão e comecei a buscar conforto e respostas em Deus.

Eu não sou religiosa - quem me conhece que o diga - mas ler a Bíblia e o Evangelho do Espiritismo me ajudaram bastante nesse processo. A cada dia, eu encontro uma frase mais interessante que a outra e, mesmo sem querer, acabo sendo direcionada para um bom caminho. Não posso dizer que a crise toda já passou, muito pelo contrário, dizem que a dos 30 é pior ainda. Mas sinto que percorri um caminho bem extenso em apenas 2 meses. Daqueles que a gente sofre, aprende bastante e depois pára, pensa e vê que realmente valeu a pena passar por todo o perrengue.

Vocês não devem estar entendendo muita coisa, não é? Na verdade, a idéia de escrever sobre as transformações que estão acontecendo comigo - e todas verdadeiríssimas - veio baseada no slogan do Kuat, que diz “a gente muda, o mundo muda”. Sabe quando a gente acorda e nota que alguma coisa está diferente? São as mudanças, ali, acontecendo na nossa frente e que nem sempre nos damos conta disso. Pare para pensar em quantas casas, ruas, pessoas do seu cotidiano já mudaram e nós reaprendemos a incluí-las em nossas vidas. Um exemplo prático disso é que aqui perto de casa estão construindo umas das novas estações do metrô de São Paulo. Essas obras mudarão para sempre o nosso cotidiano, mas tenho certeza absoluta que em um mês já estaremos acostumados a elas. Isso prova que nós sempre vamos evoluindo, mesmo sem nos darmos efetivamente conta disso.

Tá, mas e por que raios citar Kuat? Porque ele está de cara nova, uma embalagem dourada e muito bonita, mostrando como a marca evoluiu até chegar aqui. O site deles acompanha toda a temática da campanha e o que eu achei mais bacana foi o blog Colectivo. Lá estão reunidas pessoas como eu e você, que vamos sempre evoluindo puxando uma coisa daqui e outra acolá. De cada particularidade que encontramos pela frente, vamos criando uma coisa única, que somos nós mesmos. Vai ficar de fora dessa? Bora clicar lá e mostrar pra todo mundo o quanto você já evoluiu! Eu aproveitei esse post para contar um pouquinho disso. ;)

*O título é uma tradução literal de um trecho da música Changes, que faz a abertura do terceiro cd de Joss Stone. Na letra, Vinnie Jones explica que todos nós mudamos, o tempo todo, mas que temos de ser bem fortes para isso. Veja a letra aqui.

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Joss Stone brilha no Brasil

“Music
I’m so in love with my music
The way you keep me
Movin
Ain’t nobody doing what you’re doing
Doing, doing
So bring me back to the day
When tape decks press play
DJ drop the needle til the
Record just break
You are my sunlight
You are the one mic
That sound so sweet because the beat just inspires me”

Esse post começa embalado por versos de “Music”, da cantora inglesa Joss Stone, pois é sobra ela que falarei aqui essa semana. Eu nunca fui muito boa em fazer críticas de cantores, álbuns ou músicas, mas dessa vez me sinto obrigada a falar dela. Durante a última semana, Joss se apresentou em várias cidades brasileiras e eu tive o imenso prazer de vê-la no show de São Paulo, na segunda.

Para quem não conhece muito sobre a cantora, acesse o MySpace dela aqui, vamos para as informações básicas: Joss tem apenas 21 anos, está em seu terceiro cd – Introducing Joss Stone – e suas características mais fortes são cantar soul, agora com uma pitada de R&B, e ter uma potência de voz que na maioria das vezes só vemos em cantores negros. Inclusive, esse último fato era o que mais impressionava as pessoas que conheciam a sua música no começo da carreira, como podemos ler aqui.

Vamos falar mais sobre show, que aconteceu no Via Funchal. Por ter um estilo diferenciado e os ingressos serem beeem salgados, a pista mais próxima do palco saia por R$ 400, não houve nenhum tipo de tumulto na casa, que foi se enchendo lentamente até o horário marcado para início do show: 22h. Antes, apresentação de abertura com Jair de Oliveira e Luciana Melo. Muita dança, samba rock e o aquecimento necessário para Joss. Foram cerca de 50 minutos de atraso e estava ficando difícil de esperar. A platéia batia palmas, gritava “Joss, Joss” e finalmente, às 22h50, a banda entrou para iniciar a primeira canção para a inglesa.

Joss foi totalmente ovacionada ao entrar no palco em um vestidinho de lantejoulas prateadas e com os cabelos loiros novamente – até pouco tempo ela estava ruiva. Logo de cara, embalou a canção “Girl, they won’t believe it”, segunda faixa de seu último cd. O público foi ao delírio e recebeu a cantora de braços abertos. Em alguns momentos, tinha a impressão de que ela não esperava tamanha receptividade. Sinceramente, eu também não esperava que as pessoas soubessem grande parte das suas músicas de cor, já que comentei com muita gente sobre o show e muitos não sabiam nem quem era Joss Stone. Foi ótimo descobrir que estava errada!

A apresentação durou cerca de 2 horas, onde pudemos escutar todos os sucessos de Joss, músicas mais intimistas como “Chockin’ kind” e “Victim of a foolish heart”. Porém, a combinação matadora ficou para o primeiro encerramento do show: “Less is More” combinado com “Tell me ‘bout it”. A banda se despede, Joss Stone também, mas a maioria ali sabia que o show ainda não tinha terminado. A cantora volta para mais duas canções, finaliza com “Right to be wrong” e depois faz um medley de “No woman, no cry” com “Tell me what we’re gonna do now”, enquanto distribui flores vermelhas para a platéia, que obviamente se estapeia para conseguir ficar com uma lembrança do show.

Joss agradece o público, que a aplaude veementemente e dessa vez o show termina mesmo. Todos saíram da casa sorrindo, mostrando que o objetivo da noite realmente tinha sido alcançado: trazer mais alegria na vida das pessoas por meio da música.

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O lado B da mídia social

Acredito que poucos conhecem o meu Lado B, como a Sam intitulou em um de seus memes. Desde 2006, atuo em agências ligadas – diretamente ou não – com as mídias sociais e posso garantir que aprendi muita coisa sobre o assunto durante esse tempo. Não que eu seja uma especialista, muito menos, mas por convite e idéia da própria Sam, contarei um pouco desse dia-a-dia por aqui.

Depois da formatura na faculdade de jornalismo, sempre bate aquela dúvida: ó, o que farei da minha vida agora? Como as opções no mercado são escassas, encontrei oportunidade em uma área que nunca tinha trabalhado: assessoria de imprensa, para meu nervoso! Comecei a trabalhar na Fan, que é o braço de RP da Espalhe, que muitos de vocês devem conhecer. Nos primeiros meses penei bastante, por conta da inexperiência, mas o aprendizado foi extremamente recompensador. Depois de um tempo que comecei a entender o que era o tal do Marketing de Guerrilha, vi como ele funcionava dentro das mídias sociais e surgiu o deslumbre: “Nossa, e não é que dá para ganhar dinheiro com esse tal de Orkut?”.

Eu era ativista nesses meios há tempos. Tanto que logo depois que o Orkut abriu, eu criei a primeira comunidade do Felipe Massa por lá – que é ativa e moderada até hoje. Nesse meio tempo também tive alguns blogs pessoais, tentativas de sites, mas não conseguia me firmar em nada. Com a volta do convívio com blogs e tudo mais, me empolguei e acabei criando o Velocidade, já que a vontade de falar sobre automobilismo crescia muito mais. Ok, estamos aqui para falar do Lado B.

No ano passado, surgiu a oportunidade de mudar de área na agência e comecei a interagir diretamente com o cotidiano das mídias sociais. É impressionante notar como uma ação bem formulada nesses canais traz muito mais acessos para seu produto, no caso um site ou vídeo, do que a mídia tradicional.

Em março desse ano, mudei totalmente meu foco de atuação e passei a me dedicar exclusivamente às mídias sociais, dessa vez na Riot. Era a decisão que eu precisava tomar de mergulhar ou não de cabeça nesse mercado e, até o momento, posso dizer que fiz a escolha certa. Esse é um mercado muito interessante e cheio de desafios. Primeiro, por termos uma área ainda em formação, acontecem muitos erros e os olhares e críticas são muito mais ferrenhos, especialmente pela nossa proximidade com o público-alvo. Por outro lado, é muito gostoso ver milhões de tecnologias e descobertas acontecendo a cada dia, o que enriquece e dá força a esse trabalho.

Pela minha percepção, as agências e clientes em potenciais estão muito interessados em entender como funciona essa tal de mídia social e nós, falo também como blogueira, precisamos urgentemente nos organizar para atender as suas demandas. Você pode escolher as suas regras e falar para o contratante – fazer ou não publieditorial, ganhar dinheiro e avisar ou não seu leitor, você quem decide isso tudo. Mas se organize, prepare seu material e se divulgue, pois quem está fazendo isso lucra bastante e, com certeza, está um passo à frente.

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