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Com mil raios! Queimei o meu modem!

raios

Nesta semana houve uma chuva torrencial em Fortaleza, onde moro. Foi a mais forte que houve este ano, com seus fortes trovões e relâmpagos, um barulho que metia medo. Em casa, deixei meu notebook devidamente guardado, mas o modem estava na tomada. Porém, desligado. Isso não impediu que a constante oscilação de energia causada pela chuva resultasse no modem queimado, e eu triste, sem poder acessar a internet.

Como passar por isso é muito chato, vou dar umas dicas para que não caiam na mesma armadilha que eu caí:

1) Está chovendo forte? Desligue seu computador e acessórios da tomada. Mesmo televisores (principalmente de plasma e LCD) e outros equipamentos eletrônicos podem ser afetados. Quanto mais componentes eletrônicos, pior.

2) Não deixe carregando seu celular durante a chuva. Ou ao menos evite ao máximo.

3) Procure usar sempre um nobreak ou estabilizador no computador. Ele corrige as variações de tensão de energia. O nobreak é melhor ainda porque garante o computador funcionar por mais alguns minutos mesmo após uma queda de energia.

4) Se tem um notebook, use-o com bateria até a chuva passar, é bem mais seguro.

Ao acontecer de um equipamento queimar, entre em contato com a companhia elétrica para saber como proceder com relação à reembolso do conserto. Muitas vezes este é um processo burocrático e demorado, então vai exigir um pouco de paciência. Estou exatamente nesta fase.

Quer saber mais? Leia esta reportagem do IDG Now.

Veja só como é a Apple: Não ter CD virou cool

São Francisco, Macworld 2008. Um dia de muita agitação entre os aficcionados por tecnologia, como eu. O mundo todo volta seus olhos para o palco de onde Steve Jobs apresenta as novidades da Apple, empresa de computadores mais antenada do mundo, para o ano de 2008.

O Macworld do ano passado foi marcado pela revelação (ou confirmação) do produto que viria a ser o mais falado de 2007: o iPhone. Então não se podia esperar menos do que isso. Durante alguns dias, especulações se espalhavam pela internet como rastro de pólvora, incendiando e contaminando blogueiros com os mais diversos - e espetaculares - rumores.

O mais comentado, sem dúvida, era o Macbook Air. Falou-se de tudo: que seria um laptop totalmente wireless, que seria o mais fino do mundo, que funcionaria como um tablet, que teria multi-touch… virou um hype.

Todos esperavam o anúncio durante o Macworld. Veio o primeiro anúncio: o Time Capsule (Cápsula do Tempo), um servidor de backup wireless; Depois foi a atualização do iPhone, onde a decepção geral foi pela falta do suporte à 3G; Então, confirmou-se que a Apple alugará filmes online pelo iTunes, como o site NetFlix. Nenhuma revolução, até então.

Até que, finalmente, Steve Jobs anuncia o Macbook Air. Momento de prender a respiração, uma sensação de frio percorre a barriga de quem aguarda ansiosamente o que vem pela frente. Será que os rumores irão se concretizar? Será que finalmente teremos algo chocante?

Segue a primeira imagem. Uau, ele é muito fino mesmo! Como é possível? Com 1,93 cm na parte mais espessa, o Macbook Air é capaz de caber em um envelope comum. A aparência que dá é de que muito frágil. Será que resistiria a uma pancada acidental?

A configuração é boa, mas não é tão espetacular que o torne ponta de linha: Intel Core 2 Duo Inside, 1.6 GHz, 2 entradas USB, 802.11, Bluetooth, 80GB de HD e 2GB de memória. E touchpad sensível a múltiplos toques (multi-touch). O show ficou por conta de como a Intel conseguiu reduzir o processador em 60% do seu tamanho para que se adaptasse ao notebook. O monitor de 13,3 polegadas ajuda a dar um aspecto menor. Por outro lado, deve ser um incômodo para quem quer assistir um filme no laptop.

Ei, eu disse assistir um filme? Pois esqueça seus velhos DVD empoeirados. O Macbook Air não tem drive de CD. Nem de DVD. Nem de coisa nenhuma. Também, com algo tão fino assim, como caberia um drive? Jobs ao apresentar o laptop comparou-o ao Sony TZ, dizendo que era mais fino do que este. Só que o concorrente tem leitor e gravador de DVD. Mas lembre-se que a Apple diz: Não compre DVD, alugue online!

Aí que está a questão. CD/DVD são tão importantes assim?

São. Hoje ainda o são. Daqui a um tempo talvez percam sua utilidade e virem peças de museu. Mas hoje é possível pensar em abandonar completamente esses meios de arquivamento? E os backups? E os CDs de instalação? E os de jogos? E os filmes?

Ainda é cedo para dizer o que vai acontecer. Sinceramente, hoje eu não iria adquirir um notebook com estas configurações por US$ 1.799,00. A menos que permanecesse com meu Dell como laptop principal. Afinal, ao menos na minha opinião, design não é tudo.

Como não implantar Software Livre na sua empresa

Vemos centenas de dicas de como implantar Software Livre na sua empresa. Mas o que não se deve fazer? Vejamos alguns dos erros mais comuns:

1. Forçar a barra

Não é simplesmente retirar o MS Office e colocar o BROffice nos computadores que fará com que sua empresa esteja usando Softwre Livre. Os usuários vão ficar insatisfeitos, irritados e pode com isso cair a produtividade.

Solução: Ir implantando aos poucos nos setores, todos com devido treinamento ANTES de instalar nas máquinas.

2. Pouco treinamento
Você acha que um treinamento de 20 horas é suficiente? Dependendo do software, infelizmente, não é. Esta fase de treinamento deve ser bastante explorada, de forma a exterminar (ou diminuir muito) a rejeição das pessoas ao Software Livre, adaptando os funcionários ao novo ambiente.

Solução: De preferência, tente contratar empresas especializadas nesses produtos para dar palestras e promover a capacitação dos colaboradores.

3. Nem todo software deve ser livre
Repito:Nem todo software pode ser livre. Mas porquê? Dependendo do sofware, pode sair muito mais caro migrar para um programa de código aberto do que permanecer com o pago. Por exemplo: um sistema de CRM da empresa emite relatórios que são compatíveis somente com um editor de texto pago. Migrar este sistema talvez saia muito mais caro do que o que a licença que deixaria de ser paga.

Solução: Elaborar um estudo apontando os custos da migração e avaliar a viabilidade financeira.

4. Não ter o apoio da alta diretoria
Não ter este apoio significa perder seu principal sponsor, as pessoas que iriam bancar esta migração. Sem ter este patrocínio, o uso de Sofware Livre pode perder força e tender ao fracasso.

Solução: Se você é encarregado do setor de TI da empresa, elabore um projeto para apresentar à diretoria com argumentações e estudos técnicos e financeiros que ajudem a angariar este apoio.

5. Ter o apoio demasiado da alta diretoria
O corpo gerencial em peso apóia a migração para Sotware Livre, levantando a bandeira. Mas empolgação demais pode mais atrapalhar do que ajudar. Tamanha ansiedade faz com que possa atropelar passos importantes nesta fase, com baixa qualidade de  capacitação, pouca comunicação da alta gerência com os funcionários, e, conseqüentemente, baixa aceitação. Isso dá aos colaboradores a sensação de que é algo imposto, sem critérios e planejamento.

Solução: Ter uma estratégia de aderência de Software Livre na empresa, com cronograma com todo o trabalho que deve ser feito elaborado por especialistas. Este cronograma deve ser rigorosamente cumprido, evitando atropelos.

Dá para ter GPS no Celular?

Nokia 6110

Fábio, é possível sim! Existem alguns aparelhos que permitem esta conexão com o celular, como o Nokia 6110, que já vem com GPS de série em 3D, com instruções por voz e mapas pré-instalados no cartão de memória. Nele você pode marcar seus locais favoritos, gravando seu endereço e telefone, que pode discar quando quiser.

No Brasil, o Nokia 6110 é vinculado à Vivo, servindo somente para as cidades do0 Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Ele funciona através de 3G, conexão de banda larga para celulares, usando a tecnologia HSDPA (High Speed Downlink Packet Access), até 3.6 Mbps.

Também será possível dentro de pouco tempo transformar qualquer celular em GPS, com o uso do Nokia LD-3W, um módulo bluetooth, que deve chegar ao país no início do ano.

O GPS no celular é uma boa alternativa aos aparelhos de GPS convencionais, por sair mais barato e ter mais recursos disponíveis.

O que são blogs, afinal?

Sexta-feira à tarde aconteceu um debate interessante via Twitter (não disse que ele é útil?). Juntamente com Nospheratt, Graveheart, Lu Freitas, Navarro, entre outros, houve uma grande discussão sobre o que são blogs.

Fala sério: Se nem nós sabemos definir blogs, como podemos ensinar a alguém?

A conversa nasceu sobre o fato de muitos blogs usarem tema “revista” - inclusive este no qual você está lendo. A moda pegou e muitos estão aderindo. Mas blogs podem ser revistas? Qual a diferença entre revistas eletrônicas e blogs? O que são blogs?

Este é um tema complexo. Para saber diferenciar revistas de blogs, é preciso primeiramente ter uma definição de blogs. Imagina se você hoje tivesse a missão de criar uma definição no Michaelis (cito-o porque acho mais cool dentre os dicionários brasileiros) sobre o que é um blog, o que você escreveria?

Primeiramente, vamos nos fazer algumas perguntas:

Blog é um site? Sim, todo blog é um site, mas o contrário não é verdadeiro.
O blog tem a visão de um autor? Depende. Pode ter um único autor, mas pode ter dois, três ou uma equipe inteira, tendo assim múltiplas perspectivas.
Blogs são interativos?
Depende do blog. Alguns são mais, outros são menos. Alguns permitem comentários, outros não. Alguns permitem envio de conteúdo (como o Nossa Via), outros não.
Blog é conversação? Simplista por demais. Além do que, como disse antes, alguns tem comentários, outros não. Se não tem comentário, dá para evidenciar conversação?
Blogs são amadores? Varia de blog para blog. Alguns são amadores e levantam esta bandeira. Outros são profissionais, com estrutura hierárquica, plano de negócios e estratégico.
Blogs são independentes? No Brasil ainda são, apesar das parcerias com portais que estão surgindo.

Baseado nisso, elaborei então uma definição:

Blog é um site, que pode ou não ser interativo através de participação dos leitores, escrito a partir do ponto de vista de uma ou mais pessoas,com independência, de forma profissional ou amadora.

E você como definiria? Concorda? Discorda? Quer complementar esta definição? Opine!