Amadurecer é difícil, mas necessário.
Chega um momento na vida em que você olha para suas ações e pensa: - Por que estou repetindo isso? Eu já não deveria ter deixado de fazer certas coisas? Pois é… deveria, mas ainda não fez.
Se por um lado há o “peso” de estar repetindo certas ações, por outro podemos pensar que a simples possibilidade de começar a perceber a repetição dos próprios erros já é uma vantagem que começamos a ter. Sim porque, às vezes, nem percebemos o quanto repetitivos e equivocados somos. Muitas vezes “reagimos” a certas situações sem pensar na “maneira” (poderia dizer “forma” também) como reagimos.
Se pensarmos que toda “forma” pressupõe um “conteúdo” podemos facilmente imaginar que a maneira que reagimos está inteiramente ligada à maneira como vemos o mundo e a idéia que temos dele, ou seja, nosso conteúdo!
Logo, para se mudar a “maneira” de reagir, teremos que mudar a maneira de ver o mundo. Fácil, né? Bom, talvez só teoricamente. A maneira como vemos o mundo não é composta somente de nossas idéias (inteligência mental / racionalidade). A maneira como vemos o mundo é o conjunto de nossos históricos… de nossas vivências, que imprimem em “nós” (corpo e mente, como uma coisa só) suas marcas e raciocínios.
Ou seja, ao termos “consciência” das mudanças necessárias, criamos uma contradição aparente: por mais que saibamos da necessidade de modificar alguns comportamentos, nosso corpo (físico e racional) resiste às mudanças.
Não se trata aqui de falar do famoso embate razão/emoção. Visto que, em minha opinião, esse embate não existe (mas isso é assunto para outro post!). Falo da dificuldade de deixar de realizar certas ações incorporadas ao nosso cotidiano. Aquelas que comumente chamamos de “normais”. Essas ações devem ser diferentes para cada pessoa. No meu caso pessoal, tenho um “problema” nas relações com as pessoas: oscilo facilmente da desconfiança total a entrega absoluta (maldito gênio escorpianino!)… e também, claro, o famoso ciúme (que, às vezes, beira o doentio).
De qualquer forma, amadurecer é um processo que envolve diversas mudanças de comportamento ou, melhor dizendo, de perspectiva. Talvez uma das maiores dificuldades seja querer fazer essas “mudanças” de maneira drástica, definitiva. Para mim já percebi que não funciona. Eu necessito de tempo para poder ir incorporando novas atitudes. E para você, como é?







Bullying é um tema que tem que estar sempre em foco e encarado com muita seriedade e empenho. Não se pode deixar este assunto de lado pensando que ele não nos diz respeito. Há que se ficar sempre atento para, ao menor sinal de sua presença, este ser totalmente bloqueado.Sempre que se fala em Bullying pensa-se logo em escola. Porém não é só na escola que ele se faz presente. Também encontramos casos no ambiente de trabalho, com vizinhos e em reuniões familiares. Estes locais são propícios em razão da presença constante tanto do ofensor quanto do ofendido.















