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Archive for the ‘Cinema’


Nome Próprio - Ou você se identifica… ou?

Você já viu um filme que fala sobre blogueiros? Eu nunca tinha visto, até essa semana. Fui assistir a Nome Próprio, que recentemente ganhou o prêmio de Melhor Filme, Melhor Atriz (Leandra Leal) e Melhor Direção de Arte (Pedro Paulo de Souza) no Festival de Cinema de Gramado (RS).

Eu já havia ouvido falar muito bem do filme e da atuação de Leandra, assim como também havia ouvido falar muito de Clarah Averbuck, autora dos dois livros (Máquina de Pinball e Vida de Gato) que serviram de base para o roteiro. A verdade é que não li os livros dela, mas até achei que estaria ganhando pois não ficaria fazendo comparações (odiosas, sempre!) entre o “lido” e o “filmado”. De qualquer forma, parece que  ter lido os livros teria sido meio inútil (leia aqui e aqui).

Pois bem, no filme, encontramos Camila, uma jovem de Brasília que vai pra São Paulo com o namorado para viver na cidade. O filme começa com uma briga tremenda e Camila sendo expulsa da casa do rapaz por traição. O filme vai se passando e Camila vai se expondo cada vez mais na internet (através do tal blog!) até que decide escrever um livro. Álcool, drogas, muito sexo, nudez e traição é o que mais se vê no filme.

Das duas uma: ou a minha vida tem sido muito chata, ou já passei da idade!

Achei o filme clichê demais, gratuito demais! Achei que o roteiro fica dando voltas em si mesmo e acaba por não definir sobre o que quer falar. No site, o diretor (Murilo Salles) diz que quer falar do “transbordamento desse personagem feminino”. Pode ser… mas não me convenceu. A Camila do filme ficou parecendo mais uma burguesinha mimada que quer aquilo que não pode ter. A idéia que se reforça dos blogs ainda é a de um espaço de “diário” onde se lava roupa suja adolescente.

De qualquer forma, nem só de identificação vive um filme. Não precisei me identificar com um serial killer para acompanhar “O Silêncio dos Inocentes”.  Não preciso ser um drogado para me identificar com “Transpoitting”. Não me identifiquei com muitos outros personagens de outros filmes para poder reconhecer os méritos que eles podem ter ou para acompanhar a história que eles querem me contar.

Nesse sentido acho que o maior defeito de “Nome Próprio” é o roteiro de Elena Soarez, Melanie Dimantas e do próprio diretor. Junta-se a isso um ritmo arrastado e uma série de sequências gratuitas: alguém pode me dizer para que estava no filme aquela cena da transa de Camila com o cara do interior de São Paulo?

Enfim, eu devo estar ficando velho mesmo!

Trailer Oficial do filme “Nome Próprio”

Será que um dia o bullying terá um fim?

Onde tudo isso começa? Se já vem de berço e com o tempo ganha forma. Se é por não saber como lidar com suas próprias emoções. Nesse tocante ela pode ser por revolta, frustração, medo, raiva… ou um mix de tudo. Se é por não saber canalizar toda a força que traz dentro de si, e com isso sai cometendo barbaridades. Se o meio influi… Por conta disso, e muito mais, eis o tema da conversa de agora. E que mais que descobrir o que se passa dentro dos que praticam o bullying, também em ver se há um fim para isso. Vem comigo!

O tema reacendeu em mim após assistir “Ben X - A Fase Final“. Nele, o personagem Ben padece desde os primeiros anos escolares nas mãos dos colegas de classe. Por não o aceitarem no grupo, por ele ser ‘diferente’. O rapaz sofre da Síndrome de Asperger, um tipo leve de autismo. Freqüenta o mesmo colégio dos tidos como normais porque a doença não lhe tirou o entendimento das coisas. É até muito inteligente, com notas altas. Mas em vez de ter solidariedade, recebe é hostilidade. O de ficarem atirarem bolinhas de papel o tempo todo é até algo menor diante das outras agressões. A ponto dele querer dar um fim a tanto sofrimento. Pois seu limite chegara ao fim. Tal qual o jogo de RPG que usava como uma válvula de escape. É revoltante o que fazem. Não deixem de ver esse filme.

O filme também deveria ser visto por educadores, que o levassem para sala de aula. Que colocassem em discussão esse fenômeno bullying. Se já recebeu até um nome próprio, também poderia vir a ser um fato passado. Nossa! Seria bom demais se isso viesse a acontecer. As conseqüências dos que padecem nas mãos desses sociopatas, creio que muitos de nós é sabedor. Ou por experiência própria, ou por ter presenciado. Quando não, por o ter praticado.

Agora, como cortar esse mal pela raiz? Lembrei da minha avó, em algo que dizia ao ver uma criança fazendo alguma malcriação, pirraça, mal-feito… Ela olhava para o responsável pela criança e apenas dizia: ‘É de pequenino que se endireita o pepino!‘.

Eu já citei em um outro texto aqui no Nossa Via que filme é antes de tudo um entretenimento. Mas se por ele também se pode suscitar uma busca por uma causa maior. Por que não usá-lo? A partir dele, levar o tema à mesa de debates. Eu meio que entrei numa cruzada após ver esse filme. Levei o tema em algumas comunidades no Orkut. Teve depoimentos emocionantes de pessoas que sofreram nas mãos desses valentões.

Como também estou numa de ver e rever filmes onde há esse tipo de agressão entre pessoas de uma mesma geração. Dai, fui buscar primeiro em rever um Clássico. O filme “Juventude Transviada” (Rebel without a cause). Nele, o curto diálogo abaixo traz um indício, ou não. Eis:

_Por que temos que fazer isso?
_Porque temos que fazer alguma coisa.

Pois é, antes de iniciarem a tal prova estúpida para provar que não era covarde, o personagem do James Dean pergunta isso. Com a resposta do outro… Não seria apenas por falta do que fazer. Fica mais parecendo que não param nem para questionarem a si próprio. Fazer por fazer é atributo de uma máquina, não de um ser humano. E uma fala da personagem da Natalie Wood, meio que se constata isso. Que se tornam robozinhos. Ela diz mais ou menos assim:

_Não dê créditos ao que eu falo quando estou com o grupo. Ali ninguém está falando a verdade. Somos fachada.

Esse lance de ser apenas uma aparência, que é regra geral nesses grupos, tem como um exemplo, o filme “Grease - Nos Tempos da Brilhantina“. Onde não mostram, alguns, o seu verdadeiro ‘eu’. Onde têm sempre que não apenas bancar o durão, como também mostrar que o é de fato. E nesse também há os que são discriminados. Esses, por assumirem o que são de fato. Parece até que só é aceito no grupo se vier com o carimbo de fábrica. De que saíram da mesma linha de montagem. Por que não aceitar a diversidade da vida?

Agora, onde tudo começou? Não dá para aceitar apena de que todos eles vieram de uma família (lar) desestruturada. Embora seja um fator preponderante. Numa de manterem o ciclo de violência. Mas tem que ter algo mais que aflore neles esse lado violento.  Bem, as sociopatias não são a minha praia. Não tenho o conhecimento que me embase. Dai fico nas conjecturas.

Se querem no grupo ‘iguais’, isso viria de copiar os pais, ou alguém que foram eles que elegeram como a figura paterna/materna? E até nisso há exceções. Pois há os que não seguem a mesma carga de preconceitos que vê em seus pais. Ou mesmo num deles. No filme “A Cura” (The Cure), há uma cena onde a mãe de um menino aidético é que mostra a mãe de um outro o quanto o filho dela é humano. Usando uma gíria antiga… O quanto ele é gente paca! Pois ele, por amizade, por carinho ao filho dela, enfrentou o mundo… Gente! A primeira vez que eu vi esse filme, eu chorei muito. Esse é outro filme que deveria ser exibido nos colégios. É lindo demais!

As afinidades entre uns, por ser discriminados por outros. Ou os que discriminam… Me fazem lembrar de alguns filmes que eu vi nas sessões da tarde… Que eu até gostaria de rever. Citando alguns: “Te pego lá fora” (Three O’Clock High); “Manobra Super Radical” (Airbone)… Um outro que eu não consegui lembrar o título, mas se a memória não falhou de todo, nele há a união de dois ‘diferentes’: um é deficiente físico, e o outro, só é bom de briga. Mas como o valentão precisa de notas, há uma troca de favores. Um acordo de cavalheiros.

Um outro que faz os ‘diferentes’ se unirem para mostrar seus valores, é o “Dias Incríveis” (Old School). Esse me pegou de surpresa por fazer a diferença entre outros tão iguais. No caso, refiro-me a trama. Por levar uma história nada rara - em mostrar rixas entre as fraternidades estudantis. Ele é um ótimo sessão pipoca.

Um que, mesmo eu já o tendo sugerido em outro texto, não tem nem como deixar de trazê-lo para esse. Refiro-me ao “Escritores da Liberdade” (Freedom Writers). Onde uma Professora mostra a eles o peso em discriminar um ‘diferente’. E o bom é que entenderam a lição! Pondo um fim nas discriminação.

E para finalizar, um que se não é a solução definitiva para por um fim nesse ‘fenômeno bullying’, pelo menos é um caminho. Por ser um mostrando um Diretor de Escola que traz uma punição adequada a um desses valentões. É o “Um Amor para Recordar” (A Walk to Remember).

Talvez, esse assunto também toquem em velhas feridas… Sorry! Mas não dá para evitar, se o que queremos de fato é não mais ver isso acontecendo. Principalmente com as crianças. Nem para as que poderão vir a sofrerem tal perseguição. Como também as que poderiam continuar perpetuando o bullying. Ficando um desejo de tirá-las disso.
See You!

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Armas de Fogo + Criança + na mesma Residência = ?

O tema de hoje me veio com o filme “Vermelho Como O Céu“. Por conta de algo trágico que ele traz, assim como porque foi baseado em algo que de fato aconteceu. Por ele, essa equação no título. E nem fui atrás de estáticas para obter um resultado. Claro que há crianças passarão incólumes a isso, e até em crescer não querendo ter uma arma. Mas num mundo tão violento, mensagens, ou até reflexões acerca de um ‘Desarme-se!‘, se faz necessário. É por aí o nosso papo. Vem comigo!

Quando eu e meus irmãos éramos crianças, houve um período em que meu pai consertou algumas armas de algumas pessoas. No princípio, ele ali com a arma toda desmontada, nos levava… é, o termo é esse mesmo. Pois o que estava subentendido ao nos mostrar aquele mecanismo… era na verdade, ele nos levando a entender o poder de destruição daquele objeto. E para nós, criados entre plantas e pequenos animais (Tínhamos cachorro, pintinhos, porquinho-da-índia, codorna…), e muitos amiguinhos (Pessoas.)… Enfim, para nós que amávamos todos, era um disparate o matar alguém.

Quando sozinhos em casa, não batia em nós em sequer tocar numa delas. E crescemos sem querer possuir uma. Nosso fogo era por um outro tipo de fogo, o do fogão. Onde o prazer maior em algo proibido, estava em preparar doces e depois comer de colher direto da panela. Crescemos sentindo gosto e prazer em reuniões em torno da mesa da cozinha. Ah sim! Essa aventura não queimou ninguém, pois tomávamos cuidado.

Mas como no filme, tragédias podem ocorrer. Pois criança é curiosa. E quando acontecem, o que pensar? Pegando o exemplo do filme. Sozinho em casa, ele improvisa uma escada - um banquinho em cima de uma cadeira -, para segurar a arma. Mas em ouvir alguém chegando, receoso e nervoso, ao tentar colocar a arma no lugar, caem ele e a arma. Ela ao cair, explode perto do rosto dele. Ferindo gravemente seus olhos.

Então, ainda nessa reflexão … O porque dele ter ficado assustado. Seria por saber que estava fazendo algo errado? Por conta disso, estaria temendo uma punição dos pais? Se for por ai, não seria melhor não ter uma arma em casa? Ou não a colocando-a à vista e em local alto?

Sobre o filme, “Vermelho Como o Céu“, mais detalhes aqui. Seguindo agora, sobre o poder e fascínio em ser ter uma arma de fogo. Dela virar um apêndice da pessoa. A princípio, a única lógica que eu vejo nessa posse estar em tirar a vida de alguém. Pois ela mata. Mas tem quem cujo discurso é o de se defender. Mas mesmo antes de haver um ataque? De posse de uma arma, termina por relegar o instinto de defesa que nos é nato. O que pode ocasionar tragédias que poderiam ser evitadas. Creio que numa pesquisa, o grande percentual será que não foi acidental. Que houve negligência.

O Documentário “Tiros em Columbine” traça um perfil muito maior na cultura dos Estados Unidos em relação às armas. Que para piorar, tendem a discriminar aqueles que não se saem vencedores. E quem mais sofre essa pressão são os que estão entrando na adolescência. Cabecinhas que deveriam conhecer outros valores.

Temos também em “O Senhor das Armas” a extensão do poderio da indústria bélica. Essa frase traduz isso: “Existem 550 milhões de armas no mundo. Ou seja, uma arma para cada 12 pessoas. Meu trabalho é fazer com que as outras 11 também tenham alguma arma nas mãos”. E no mundo real, não importa se são adultos ou crianças, desde que tenha quem pague por elas.

Se é uma questão cultural, independente da nação, porque não iniciar o desarmamento do mundo dentro da própria casa? Ainda mais se nelas há crianças. Afinal, nós humanos somos ou não seres racionais? Como numa reação em cadeia, quem sabe ela alcance as ruas, o bairro, a cidade…

Mas também há aqueles que recrutam crianças. Podemos ver no Documentário “Falcão - Meninos do Tráfico“. Como também em “Diamantes de Sangue“; esse eu ainda não vi. Mas já está na lista.

Um tempinho atrás, eu recebi um agradecimento, em minha página no Orkut, por ter levado para uns fóruns o papel relevante da Princesa Diana em divulgar a ação da Campanha Internacional pela Proibição de Minas Terrestres (ICBL). E o farei novamente, tão logo assistir o “Tartarugas Podem Voar“. Pelo o que sei até agora, a tartaruga no título é uma alusão a essas minas terrestres. Eis uma sinopse desse filme: Crianças mutiladas ganham a vida desarmando minas terrestres que vendem a um intermediário, que, por sua vez, ganha a vida vendendo as minas à ONU. É essa a imagem da luta pela sobrevivência num campo de refugiados curdos pouco antes da invasão americana do Iraque.

Afinal, à elas, as crianças, nós adultos devemos sim transmitir valores éticos. E em suas mãos, um livro é a melhor ferramenta que devem receber. Um brinquedo, ou um instrumento musical também. Fora às armas de fogo!

Esse, também é um tema que voltarei outras vezes.
See You!

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Filmes que Levam ao Sono…

Mesmo gostando muito de filmes, tens alguns que me levam ao sono. E nem me refiro a estar cansada, ou mesmo com sono, antes. Pois para esses momentos, uma das coisas boas que inventaram, é o time para as televisões. Regular o tempo onde ainda aguentará acordado e se despreocupar, já que a tv se auto-desligará. Em cinemas, para certos filmes, uma dica é levar algo para comer. Como já perceberam, a nossa conversa de hoje não é conversa para boi dormir… Vem comigo!

O tema veio porque essa semana quis tentar ver de novo o filme ‘O Amor nos Tempos do Cólera‘. Tentar ver se dessa vez eu resistiria ao sono. Mas cochilei diversas vezes. Em vez de abandonar como na primeira vez, fiz força para ir até o final. Nossa! Eita filme sonolento! Um porre! Recomendo para períodos insones.

Como já cansei de ouvir, de ler, que acham os filmes franceses lentos demais, de os fazerem dormir. Dai, ao me pedirem a indicação sobre um em específico, eu reflito entre o que irá ver no filme, com a hora, por exemplo em que irá assistir… Enfim, traço um paralelo entre o que conheço da pessoa com o filme em si. Já que alguns são de fatos lentos e longos. Agora, não sei se porque gosto, pois pelo que me lembre… nenhum me deu sono.

Um lento e longo, mas não do Cinema Francês, que me levou a grandes cochilos, foi ‘Batman Begins‘. Ainda quero ver se o vejo na íntegra. E que o mesmo não ocorreu com esse mais recente filme do Batman onde não desgrudei os olhos. Ainda mais, no final fiquei com a sensação de que durou pouco. Esse com certeza, quero rever.

Há certos Diretores que creio que eles acham que o filme tem que ser longo para mostrar que é bom. Com isso a trama acaba perdendo o ritmo. Um que vi recentemente, e que só não me levou a cochilar porque eu aproveitei para passar uma lixa nas unhas, foi o ‘O Plano Perfeito‘ (Inside Man). Ele tem quase uma meia hora entediante.

Em ficção científica… É, pode até ser uma heresia o que vou contar agora. Mas é que somente numa segunda tentativa que fiquei ligada em ‘2001 - Uma Odisséia no Espaço‘. E então gostei do filme! Mas não a ponto de ainda ver uma terceira vez. Até porque a lista dos que quero ver e rever ainda é grande.

Um outro, ainda nesse gênero de filme… ‘Matrix‘. Cochilei muito nesse. Mas quero revê-lo até para uma análise num viés psicológico. Estou é criando coragem para ver se nessa segunda vez, eu não durmo de vez.

Foram poucos os filmes que causaram esse efeito em mim. Poucos, nos que eu de fato me programei para assistir. Pois como citei, os que por acaso estão passando na Tv, onde a liguei apenas para dormir mais rápido, esses nem considero. Como também, nem ficaram registros dos nomes.

Tenho um sobrinho, que hoje está com 21 anos de idade, e que desde novinho, eu gosto da companhia dele para ver certos filmes. Aliás, tem uns filmes que eu até espero para ver junto com ele. Mas esse ai, da foto, ‘Mortal Kombat‘, esse filme eu só loquei, na época, não lembro se ele estava por volta dos 6 anos de idade, enfim, eu loquei a fita porque ele queria muito ver. Ele viu! Porque eu apaguei tão logo começou. Ele bem que tentou me manter acordada tal a alegria dele com esse filme.

Há pouco tempo, um remake, não de filmes, mas em eu apagar tão logo o filme começou. Foi com o ‘Todo Mundo em Pânico 4′. O lance maior, foi quando acordei no finalzinho, fiquei com a impressão de que não perdi nada. Filme ruimzinho! E eu vi o primeiro com ele, desse eu gostei. Ainda bem, que foram só esses dois que eu dormi. Com isso, na companhia dele, o saldo está para lá de positivo.

Um do Gênero Comédia, que me levou a altos cochilos, a ponto de apagar de vez da metade do filme em diante, foi ‘Cruzeiros das Loucas‘. Eu até estava a fim de ver porque eu gosto do ator Cuba Gooding Jr. Mas não consegui resistir.

O grande mote desse filme, ‘A Bruxa de Blair‘, estaria em mostrar o quanto o medo pode influenciar uma pessoa. Causando pânico mesmo. Mas a mim, ficou uma sensação de uma brincadeira num piquenique entre estudantes. E com isso, ou por conta disso, o filme me levou a altos cochilos. Mas esse também é mais um que quero me dar outra chance de rever. Tentar ver se nessa segunda vez, pelo menos um friozinho na espinha, eu sinto.

Bem, se estiverem com problemas de insônia, ficaram aqui umas sugestões. E vou gostar de conhecer a de vocês. Será uma troca de figurinhas, no mínimo saudável, já que uma boas horas de sono faz bem a saúde!
See You!
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Em Cartaz: Os Vilões do Cinema!

Filme, antes de tudo é entretenimento. Logo, uma torcida por um Vilão é até compreensível. Não tem essa que esse ou aquele influenciou alguém a cometer crimes. Pois esse já traz consigo um desvio de comportamento. O personagem fictício fora só uma desculpa. Os vilões, tem até um efeito catártico por liberar adrenalina; aliviando algumas tensões. Assim, as sugestões para esse final de semana serão com eles, os Vilões dos Filmes. E tem para todos os gostos. Vem Comigo!

O tema veio porque ontem, finalmente assisti ‘Batman - O Cavaleiro das Trevas‘. Não tem como sair desse filme sem levar consigo a performance do Coringa de Heath Ledger. Se antes, a simples menção desse personagem o que me vinha a mente era o de Jack Nicholson, creio que agora terei que fazer uma forcinha para lembrar do dele. O Coringa do Ledger conseguiu mergulhar mais fundo ainda na vilania. Ele entrará para um Top Ten dos Vilões do todos os tempos. Esse Coringa atesta o preço de cada um que ouse afrontá-lo. Mas esquece que o Batman é de fato um cavaleiro, em sua essência. Logo, não se vende!

Uma fala dele com o Batman… Me fez pensar num outro grande vilão da história do Cinema. O Hannibal de “O Silêncio dos Inocentes‘. Assim como Coringa se apegou ao Batman, o Hannibal também não quis matar a personagem da Joodie Foster. Para ambos, eles são os seus ratinhos de laboratório de estimação. De psicopatas, o pouco que sei, é que sentem-se presos a esses eleitos. Mas que um simples prazer, lhes vêem um gozo nessa relação.

Se esse dois ficam cara a cara com as suas presas, há os que prefiram não aparecer, como o psicopata em ‘Seven - Os Sete Pecados Capitais‘. Eu, na primeira vez que assisti, fiquei pedindo ao Brad Pitt que não cedesse… Que fosse tão frio, quanto ele. Por outro lado, há também, aquele que disfarça tão bem, que termina por enganar a todos e de nos deixar contente por isso. Refiro-me ao Keyser Sose de ‘Os Suspeitos‘. Teria quem não gostou do final desse filme? Eu amei!

Esse terror estampado ai na jovem, talvez a garotada de hoje nem sinta a adrenalina que a turma mais velha sentiu em ‘Psicose‘. Hitchcock imortalizou essa cena do chuveiro em nossas memórias.

Um filme que também me deu uma vontade de rever é ‘Copycat - A Vida Imita a Morte‘, onde a personagem da Sigourney Weaver passa maus pedaços nas mãos de um serial killer. Ele a conhece a fundo. Ela, além de ajudar a uma policial encontrá-lo terá que vencer seus próprios temores.

Bem, como citar algo sobre o ‘O Amigo Oculto‘ sem tirar a surpresa dessa história. Vejamos… A de uma menininha solitária que tem um amigo imaginário para brincar. A questão é até onde vai a imaginação dela. O que é real ou fictício nessa relação. E chega a ser revoltante!

Na Animação, que engloba um público infantil, também tem uns vilões memoráveis. A da foto é a Bruxa Malévola de ‘A Bela Adormecida‘. Cuja frase - ‘Afinal, o que são cem anos para quem ama?‘ - não deixa de ser cruel. No ‘O Rei Leão‘, o leão Scar deixou sua marca de maldade. Ainda para o público infantil, temos a Cruela DVil, de Glenn Close, em ‘Os 1001 Dálmatas‘.

Em robótica, o mais famoso é o Hall 9000, de ‘2001, Uma Odisséia no Espaço‘. A criatura tentando superar o criador.

Eu só assisti o primeiro ‘Jogos Mortais‘. E bastou. Não me motivou a ver as continuações.

As vilãs também deram o ar das suas maldades. A personagem de Glenn Close em ‘Atração Fatal‘ deve ter inibido alguns homens a uma pulada de cerca no mundo real num receio de encontrar uma igual. A Louise Fletcher, que fez a enfermeira Ratched em ‘Um Estranho no Ninho‘ conta uma história interessante no Making Off no dvd (Aliás, todo ele é muito interessante. Locando, ou comprando, optem pelo dvd duplo.). A babá da Rebecca De Mornay, em ‘A Mão que Balança o Berço‘, deve ter diminuído a procura por uma no mundo real na época de exibição.

E isso é bem pouco desse universo. Voltarei outras vezes a esse tema.
See You!
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