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Archive for the ‘Cinema’


Armas de Fogo + Criança + na mesma Residência = ?

O tema de hoje me veio com o filme “Vermelho Como O Céu“. Por conta de algo trágico que ele traz, assim como porque foi baseado em algo que de fato aconteceu. Por ele, essa equação no título. E nem fui atrás de estáticas para obter um resultado. Claro que há crianças passarão incólumes a isso, e até em crescer não querendo ter uma arma. Mas num mundo tão violento, mensagens, ou até reflexões acerca de um ‘Desarme-se!‘, se faz necessário. ÿ por aí o nosso papo. Vem comigo!

Quando eu e meus irmãos éramos crianças, houve um período em que meu pai consertou algumas armas de algumas pessoas. No princípio, ele ali com a arma toda desmontada, nos levava… é, o termo é esse mesmo. Pois o que estava subentendido ao nos mostrar aquele mecanismo… era na verdade, ele nos levando a entender o poder de destruição daquele objeto. E para nós, criados entre plantas e pequenos animais (Tínhamos cachorro, pintinhos, porquinho-da-índia, codorna…), e muitos amiguinhos (Pessoas.)… Enfim, para nós que amávamos todos, era um disparate o matar alguém.

Quando sozinhos em casa, não batia em nós em sequer tocar numa delas. E crescemos sem querer possuir uma. Nosso fogo era por um outro tipo de fogo, o do fogão. Onde o prazer maior em algo proibido, estava em preparar doces e depois comer de colher direto da panela. Crescemos sentindo gosto e prazer em reuniões em torno da mesa da cozinha. Ah sim! Essa aventura não queimou ninguém, pois tomávamos cuidado.

Mas como no filme, tragédias podem ocorrer. Pois criança é curiosa. E quando acontecem, o que pensar? Pegando o exemplo do filme. Sozinho em casa, ele improvisa uma escada - um banquinho em cima de uma cadeira -, para segurar a arma. Mas em ouvir alguém chegando, receoso e nervoso, ao tentar colocar a arma no lugar, caem ele e a arma. Ela ao cair, explode perto do rosto dele. Ferindo gravemente seus olhos.

Então, ainda nessa reflexão … O porque dele ter ficado assustado. Seria por saber que estava fazendo algo errado? Por conta disso, estaria temendo uma punição dos pais? Se for por ai, não seria melhor não ter uma arma em casa? Ou não a colocando-a à vista e em local alto?

Sobre o filme, “Vermelho Como o Céu“, mais detalhes aqui. Seguindo agora, sobre o poder e fascínio em ser ter uma arma de fogo. Dela virar um apêndice da pessoa. A princípio, a única lógica que eu vejo nessa posse estar em tirar a vida de alguém. Pois ela mata. Mas tem quem cujo discurso é o de se defender. Mas mesmo antes de haver um ataque? De posse de uma arma, termina por relegar o instinto de defesa que nos é nato. O que pode ocasionar tragédias que poderiam ser evitadas. Creio que numa pesquisa, o grande percentual será que não foi acidental. Que houve negligência.

O Documentário “Tiros em Columbine” traça um perfil muito maior na cultura dos Estados Unidos em relação às armas. Que para piorar, tendem a discriminar aqueles que não se saem vencedores. E quem mais sofre essa pressão são os que estão entrando na adolescência. Cabecinhas que deveriam conhecer outros valores.

Temos também em “O Senhor das Armas” a extensão do poderio da indústria bélica. Essa frase traduz isso: ?Existem 550 milhões de armas no mundo. Ou seja, uma arma para cada 12 pessoas. Meu trabalho é fazer com que as outras 11 também tenham alguma arma nas mãos?. E no mundo real, não importa se são adultos ou crianças, desde que tenha quem pague por elas.

Se é uma questão cultural, independente da nação, porque não iniciar o desarmamento do mundo dentro da própria casa? Ainda mais se nelas há crianças. Afinal, nós humanos somos ou não seres racionais? Como numa reação em cadeia, quem sabe ela alcance as ruas, o bairro, a cidade…

Mas também há aqueles que recrutam crianças. Podemos ver no Documentário “Falcão - Meninos do Tráfico“. Como também em “Diamantes de Sangue“; esse eu ainda não vi. Mas já está na lista.

Um tempinho atrás, eu recebi um agradecimento, em minha página no Orkut, por ter levado para uns fóruns o papel relevante da Princesa Diana em divulgar a ação da Campanha Internacional pela Proibição de Minas Terrestres (ICBL). E o farei novamente, tão logo assistir o “Tartarugas Podem Voar“. Pelo o que sei até agora, a tartaruga no título é uma alusão a essas minas terrestres. Eis uma sinopse desse filme: Crianças mutiladas ganham a vida desarmando minas terrestres que vendem a um intermediário, que, por sua vez, ganha a vida vendendo as minas à ONU. ÿ essa a imagem da luta pela sobrevivência num campo de refugiados curdos pouco antes da invasão americana do Iraque.

Afinal, à elas, as crianças, nós adultos devemos sim transmitir valores éticos. E em suas mãos, um livro é a melhor ferramenta que devem receber. Um brinquedo, ou um instrumento musical também. Fora às armas de fogo!

Esse, também é um tema que voltarei outras vezes.
See You!

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Filmes que Levam ao Sono…

Mesmo gostando muito de filmes, tens alguns que me levam ao sono. E nem me refiro a estar cansada, ou mesmo com sono, antes. Pois para esses momentos, uma das coisas boas que inventaram, é o time para as televisões. Regular o tempo onde ainda aguentará acordado e se despreocupar, já que a tv se auto-desligará. Em cinemas, para certos filmes, uma dica é levar algo para comer. Como já perceberam, a nossa conversa de hoje não é conversa para boi dormir… Vem comigo!

O tema veio porque essa semana quis tentar ver de novo o filme ‘O Amor nos Tempos do Cólera‘. Tentar ver se dessa vez eu resistiria ao sono. Mas cochilei diversas vezes. Em vez de abandonar como na primeira vez, fiz força para ir até o final. Nossa! Eita filme sonolento! Um porre! Recomendo para períodos insones.

Como já cansei de ouvir, de ler, que acham os filmes franceses lentos demais, de os fazerem dormir. Dai, ao me pedirem a indicação sobre um em específico, eu reflito entre o que irá ver no filme, com a hora, por exemplo em que irá assistir… Enfim, traço um paralelo entre o que conheço da pessoa com o filme em si. Já que alguns são de fatos lentos e longos. Agora, não sei se porque gosto, pois pelo que me lembre… nenhum me deu sono.

Um lento e longo, mas não do Cinema Francês, que me levou a grandes cochilos, foi ‘Batman Begins‘. Ainda quero ver se o vejo na íntegra. E que o mesmo não ocorreu com esse mais recente filme do Batman onde não desgrudei os olhos. Ainda mais, no final fiquei com a sensação de que durou pouco. Esse com certeza, quero rever.

Há certos Diretores que creio que eles acham que o filme tem que ser longo para mostrar que é bom. Com isso a trama acaba perdendo o ritmo. Um que vi recentemente, e que só não me levou a cochilar porque eu aproveitei para passar uma lixa nas unhas, foi o ‘O Plano Perfeito‘ (Inside Man). Ele tem quase uma meia hora entediante.

Em ficção científica… ÿ, pode até ser uma heresia o que vou contar agora. Mas é que somente numa segunda tentativa que fiquei ligada em ‘2001 - Uma Odisséia no Espaço‘. E então gostei do filme! Mas não a ponto de ainda ver uma terceira vez. Até porque a lista dos que quero ver e rever ainda é grande.

Um outro, ainda nesse gênero de filme… ‘Matrix‘. Cochilei muito nesse. Mas quero revê-lo até para uma análise num viés psicológico. Estou é criando coragem para ver se nessa segunda vez, eu não durmo de vez.

Foram poucos os filmes que causaram esse efeito em mim. Poucos, nos que eu de fato me programei para assistir. Pois como citei, os que por acaso estão passando na Tv, onde a liguei apenas para dormir mais rápido, esses nem considero. Como também, nem ficaram registros dos nomes.

Tenho um sobrinho, que hoje está com 21 anos de idade, e que desde novinho, eu gosto da companhia dele para ver certos filmes. Aliás, tem uns filmes que eu até espero para ver junto com ele. Mas esse ai, da foto, ‘Mortal Kombat‘, esse filme eu só loquei, na época, não lembro se ele estava por volta dos 6 anos de idade, enfim, eu loquei a fita porque ele queria muito ver. Ele viu! Porque eu apaguei tão logo começou. Ele bem que tentou me manter acordada tal a alegria dele com esse filme.

Há pouco tempo, um remake, não de filmes, mas em eu apagar tão logo o filme começou. Foi com o ‘Todo Mundo em Pânico 4′. O lance maior, foi quando acordei no finalzinho, fiquei com a impressão de que não perdi nada. Filme ruimzinho! E eu vi o primeiro com ele, desse eu gostei. Ainda bem, que foram só esses dois que eu dormi. Com isso, na companhia dele, o saldo está para lá de positivo.

Um do Gênero Comédia, que me levou a altos cochilos, a ponto de apagar de vez da metade do filme em diante, foi ‘Cruzeiros das Loucas‘. Eu até estava a fim de ver porque eu gosto do ator Cuba Gooding Jr. Mas não consegui resistir.

O grande mote desse filme, ‘A Bruxa de Blair‘, estaria em mostrar o quanto o medo pode influenciar uma pessoa. Causando pânico mesmo. Mas a mim, ficou uma sensação de uma brincadeira num piquenique entre estudantes. E com isso, ou por conta disso, o filme me levou a altos cochilos. Mas esse também é mais um que quero me dar outra chance de rever. Tentar ver se nessa segunda vez, pelo menos um friozinho na espinha, eu sinto.

Bem, se estiverem com problemas de insônia, ficaram aqui umas sugestões. E vou gostar de conhecer a de vocês. Será uma troca de figurinhas, no mínimo saudável, já que uma boas horas de sono faz bem a saúde!
See You!
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Em Cartaz: Os Vilões do Cinema!

Filme, antes de tudo é entretenimento. Logo, uma torcida por um Vilão é até compreensível. Não tem essa que esse ou aquele influenciou alguém a cometer crimes. Pois esse já traz consigo um desvio de comportamento. O personagem fictício fora só uma desculpa. Os vilões, tem até um efeito catártico por liberar adrenalina; aliviando algumas tensões. Assim, as sugestões para esse final de semana serão com eles, os Vilões dos Filmes. E tem para todos os gostos. Vem Comigo!

O tema veio porque ontem, finalmente assisti ‘Batman - O Cavaleiro das Trevas‘. Não tem como sair desse filme sem levar consigo a performance do Coringa de Heath Ledger. Se antes, a simples menção desse personagem o que me vinha a mente era o de Jack Nicholson, creio que agora terei que fazer uma forcinha para lembrar do dele. O Coringa do Ledger conseguiu mergulhar mais fundo ainda na vilania. Ele entrará para um Top Ten dos Vilões do todos os tempos. Esse Coringa atesta o preço de cada um que ouse afrontá-lo. Mas esquece que o Batman é de fato um cavaleiro, em sua essência. Logo, não se vende!

Uma fala dele com o Batman… Me fez pensar num outro grande vilão da história do Cinema. O Hannibal de “O Silêncio dos Inocentes‘. Assim como Coringa se apegou ao Batman, o Hannibal também não quis matar a personagem da Joodie Foster. Para ambos, eles são os seus ratinhos de laboratório de estimação. De psicopatas, o pouco que sei, é que sentem-se presos a esses eleitos. Mas que um simples prazer, lhes vêem um gozo nessa relação.

Se esse dois ficam cara a cara com as suas presas, há os que prefiram não aparecer, como o psicopata em ‘Seven - Os Sete Pecados Capitais‘. Eu, na primeira vez que assisti, fiquei pedindo ao Brad Pitt que não cedesse… Que fosse tão frio, quanto ele. Por outro lado, há também, aquele que disfarça tão bem, que termina por enganar a todos e de nos deixar contente por isso. Refiro-me ao Keyser Sose de ‘Os Suspeitos‘. Teria quem não gostou do final desse filme? Eu amei!

Esse terror estampado ai na jovem, talvez a garotada de hoje nem sinta a adrenalina que a turma mais velha sentiu em ‘Psicose‘. Hitchcock imortalizou essa cena do chuveiro em nossas memórias.

Um filme que também me deu uma vontade de rever é ‘Copycat - A Vida Imita a Morte‘, onde a personagem da Sigourney Weaver passa maus pedaços nas mãos de um serial killer. Ele a conhece a fundo. Ela, além de ajudar a uma policial encontrá-lo terá que vencer seus próprios temores.

Bem, como citar algo sobre o ‘O Amigo Oculto‘ sem tirar a surpresa dessa história. Vejamos… A de uma menininha solitária que tem um amigo imaginário para brincar. A questão é até onde vai a imaginação dela. O que é real ou fictício nessa relação. E chega a ser revoltante!

Na Animação, que engloba um público infantil, também tem uns vilões memoráveis. A da foto é a Bruxa Malévola de ‘A Bela Adormecida‘. Cuja frase - ‘Afinal, o que são cem anos para quem ama?‘ - não deixa de ser cruel. No ‘O Rei Leão‘, o leão Scar deixou sua marca de maldade. Ainda para o público infantil, temos a Cruela DVil, de Glenn Close, em ‘Os 1001 Dálmatas‘.

Em robótica, o mais famoso é o Hall 9000, de ‘2001, Uma Odisséia no Espaço‘. A criatura tentando superar o criador.

Eu só assisti o primeiro ‘Jogos Mortais‘. E bastou. Não me motivou a ver as continuações.

As vilãs também deram o ar das suas maldades. A personagem de Glenn Close em ‘Atração Fatal‘ deve ter inibido alguns homens a uma pulada de cerca no mundo real num receio de encontrar uma igual. A Louise Fletcher, que fez a enfermeira Ratched em ‘Um Estranho no Ninho‘ conta uma história interessante no Making Off no dvd (Aliás, todo ele é muito interessante. Locando, ou comprando, optem pelo dvd duplo.). A babá da Rebecca De Mornay, em ‘A Mão que Balança o Berço‘, deve ter diminuído a procura por uma no mundo real na época de exibição.

E isso é bem pouco desse universo. Voltarei outras vezes a esse tema.
See You!
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Róisín Murphy

Róis?n Murphy

Os pobres mortais da década de 90 conheceram de perto o burburinho em torno do movimento Trip-Hop. Foram inúmeros os artistas classificados  como pertencentes ao gênero que nasciam da bem sucedida mistura do jazz, Hip Hop e house na charmosa Londres. Um deles foi o festejado Moloko com seu maior hit, o  “Fun for me“. O videoclipe permeava constantemente o extinto “Non Stop”, ótimo programa da MTV onde os descolados viam na madrugada o que de melhor havia no underground inglês e americano. No programa rolava MaxWell, Jamiroquai antes de estourar, Smoke City, dentre outros.

Bem, mas o assunto aqui é Róisín Murphy, a ex-vocalista do Moloko. Fashion e incrivelmente bonita com seu ar vintage, Róisín Murphy desponta como uma das melhores cantoras do Reino Unido. José falou no inicio da semana sobre o Moloko e sua fase inicial, mas o último álbum solo dela, o “Overpowered”, mostra com quantas batidas eletrônicas, vozes sexys e arranjos pop fazem um bom disco que representa bem a música inglesa jovem desse milênio.

Não há como se apaixonar pelo som de “You Know me Better”, “Overpowered”, “Foolish”, “Sweet Nothings”, aliás, todas as músicas do álbum são boas e eu nem me atrevo a esquecer de nenhuma . Veja o vídeo dela apresentando ao vivo o hit “You Know me Better” numa rua de Londres. Em seu Myspace ou no LastFm é possível ouvir as músicas de “Overpowered”, além disso recomendo o álbum anterior intitulado “Ruby Blue”, você vai virar fã com certeza.

Antes que o Diabo saiba que você está morto… de tédio!

Os irmaos!!!

Eu gosto de cinema.  E é impossível não respeitar alguém que já dirigiu “Equus”, “Rede de Intrigas” e “Um dia de Cão”, que são, em minha opinião, filmes que já estão na história do cinema. Ao mesmo tempo, ao assistir ao relativamente novo “Antes que o diabo saiba que você está morto” é impossível, também, deixar de perceber como a carreira do diretor Sidney Lumet e cheia de altos e baixos. Normal… natural… afinal, ir ao cinema e uma aposta: tem dias que o filme te ganha! E tem dias que não!

A história tem tudo pra ser interessante (atenção, aparecem alguns spoilers a partir daqui!): Irmão viciado em drogas e com problemas no casamento faz uma proposta irrecusável para o irmão mais jovem e tão “ferrado” quanto. Realizar o assalto perfeito, exatamente na joalheria dos próprios pais, que receberão a compensação do seguro, ou seja, ninguém sairá perdendo. Simples, fácil, indolor e tranqüilo. Bom, quase… obviamente o assalto não da certo e acontecem duas mortes.  A partir daí o filme começa tratar das culpas que os irmãos carregam, do desejo de vingança do patriarca da família e de uma espiral de ações que empurram o filme para um final trágico.

Seria ótimo, se não fosse tão obvio!Cartaz do filme! A partir dos 20 primeiros minutos do filme já podemos adivinhar praticamente tudo o que vem pela frente. Tudo mesmo! Não sobra nenhum surpresa em que podemos pensar “poxa, nessa o cara me pegou!”. Não! E olha que o filme prossegue por 2 horas e 40 minutos… é muito filme no estilo “Amnésia”! Um ir e vir no tempo que não pára nunca e a repetição de cenas que “deveriam” oferecer outras visões sobre os acontecimentos, quando na verdade acabam sendo somente “mais do mesmo”.
As atuações são um caso à parte. Philip Seymour Hoffman é um bom ator (ponto!). Tem uma atuação correta e sabe o que esta fazendo. Ethan Hawke se esforça… e se esforça… e se esforça… terminei o filme cansado por ele. O diretor esta apaixonado pelos seios de Marisa Tomei (é compreensível!), mas ela protagoniza uma das cenas mais estranhas do filme em sua despedida. E… e só! Nada de brilhante que possamos dizer “Poxa, só isso valeu  o ingresso!”.

A fotografia não sabe pra que lado atira, usando um colorido estranho que estoura em vários momentos e que nos diz… o que é que nos diz mesmo? Ainda estou tentando descobrir. O mesmo vale para a trilha sonora.

Bom, já deu pra perceber que não me diverti muito com o filme.. nem me impactei, nem… nada. Talvez tenha sentido um pouco de tédio… mas nem isso é 100% certo. Resumo da opera?  Vá assistir, mas só se não tiver nada melhor pra fazer!