O negro na TV
Estamos na semana da consciência negra, sendo amanhã, dia 20, o dia que celebrará a conquista dos mesmos. Ontem escrevi sobre o papel do negro na publicidade e hoje falarei sobre a participação de atores negros em produções televisivas.
Ao contrário do Brasil, onde os negros tem participação mais efetiva nas novelas e seriados em cargos considerados “inferiores” como empregada doméstica e motorista, nos EUA havia uma tradição para garantir que o negro estivesse a frente de um programa de TV. As sitcom onde quase todos eram negros.
Como exemplos temos o “Maluco no pedaço”, estrelado por Will Smith na década de 1990 e o My Wife and Kids, conhecido por aqui como “Eu, a Patroa e as crianças”, que foi ao ar de 2001 até 2005.
Confira a abertura do Maluco no pedaço.
E uma cena do Eu, a patroa e as crianças.
O ponto em comum destes seriados era como eles mostravam costumes considerados de negro, como curtir ou cantar rap, ter que ser bom jogador de basquete, entre outros estereótipos. Além disso, o elenco era formado essencialmente por negros, criando assim uma espécie de “vingança” contra a participação reduzida deles em outras atrações da telinha.
O que se aproxima desta característica soberana dos negros em uma produção televisiva, e a mini série global Ó Pai Ó, que tem como protagonista Lázaro Ramos.
Apesar de mostrar alguns estereótipos, é bom saber que, pelo menos na ficção, não há apartheid entre pessoas com diferenças na cor de pele.
PS.: Já que o tema deste post gira em torno dos negros, quero aproveitar para exibir o cartaz que a minha equipe da Orfeu Comunicação criou para homenagear o dia da consciência negra.






















