Hoje tivemos a final da Liga dos Campeões entre Manchester United e Chelsea. Foi um jogo daqueles de emocionar qualquer um.

O primeiro tempo foi bem equilibrado com chances para ambas as equipes, com todas demonstrando o nervosismo comum em uma partida de tamanha importância. O resultado do primeiro tempo foi um empate com um gol para cada, ambos ocorrendo em falhas da defesa.
Mas veio o segundo tempo e o Chelsea passou a dominar o todo poderoso Manchester United. Duas bolas na trave, alguns chutes passando bem próximo do gol, mas nada de marcar. O tempo foi passando, passando…
E veio a prorrogação, mais chances perigosas e nada de gol dos Blues. Nesta altura o coração mandava mais do que a técnica e tanto Sir Alex Fergusson e Avram Grant começavam a preparar as substituições para a disputa das penalidades.
Aí que mora a injustiça no futebol.
Ao final dos cento e vinte minutos, ninguém marcou gols e como era previsto, o jogo não teve os vinte e dois protagonistas atuando até o final. Por mera falta de responsabilidade, Drogba foi expulso e assim o Chelsea perdia assim, um de seus principais cobradores.
Erra quem diz que pênalti é loteria. Não vejo dessa forma. Vence a equipe que se mostra mais preparada psicologicamente e tudo conspirava a favor do time de Londres.
O resultado das cobranças, você já deve saber. O Manchester venceu uma disputa onde as principais estrelas de cada time não brilharam. Tanto Cristiano Ronaldo (Manchester) como John Terry (Chelsea) perderam suas cobranças. Mas a de Terry doeu mais, seu clube estava com uma das mãos na taça, bastava “só” acertar aquela cobrança.

Mas, o futebol não é sempre um esporte justo. Não basta ser o melhor durante toda a partida, há a necessidade de se manter o sangue frio até o fim.
Parabéns ao Manchester United por ter feito uma temporada praticamente impecável, conquistando os principais torneios, Premier League e Liga dos Campeões. Para os “Blues”, fica mais uma vez a lição de que a atenção e a competência devem ser levadas a sério até o final.
Mais uma vez o Chelsea perdeu para ele mesmo e para a “injustiça” do futebol.
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