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Archive for the ‘Investimentos’


Uma nova trilha para o capital empreendedor no Brasil

(*) O Angel Investment Network (AIN) é um portal online que se propõe a conectar empresários que buscam capital empreendedor com investidores do tipo Angel que buscam boas oportunidades de investimento. Uma companhia de investimentos com sede em Londres, Inglaterra com página eletrônica e atuação também no mercado brasileiro. Com investidores situados localmente e outros ao redor do mundo, a Angel Investment Network pode ser uma boa opção, tanto para se iniciar uma busca por capital quanto para quem deseja encontrar investimentos.

Periodicamente a AIN Brasil envia por mala direta aos investidores cadastrados e ativos  propostas que combinem com seu perfil e com suas preferências de investimentos. Hoje recebi um desse e-mails com a seguinte proposta, que me chamou a atenção e motivou esse post:

Prezado(a) Wagner Fontoura,

As seguintes propostas de investimento combinam com suas preferências de investimentos.

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FONTE: Brasil Angel Investment Network

TITLULO: Novas Mídias no Mercado Publicitário

SINOPSES:

Empresa especializada em novas mídias dispõe de 10% das cotas para
investidores. Oferecemos mídias altamente segmentadas ao mercado
publicitário, atendemos atualmente “X”, “Y”, “Z”. [URL do proponente informada, omitida  aqui deliberadamente]

SUMARIO DE PROPOSTA:

Empresa especializada em novas mídias dispõe de 10% das cotas para investidores. Oferecemos mídias altamente segmentadas ao mercado publicitário, atendemos atualmente” X, Y, Z”,  entre outras dezenas de clientes.

QUANTIDADE NECESSÁRIA: 100 BRL

INVESTIMENTO MÍNIMO: 25 BRL

REGIÃO: Sudeste - Sao Paulo

INDÚSTRIA 1: Serviços - Negócios

INDÚSTRIA 2: Produtos

RAZÃO DO INVESTIMENTO: Capital de giro

SUBMETIDO: 12 Dez 2007

Ainda essa semana estive reunido com a direção de um grande grupo de mídia brasileiro num almoço em SP, onde o tema principal era como converter  em negócios de fato as oportunidades geradas em torno da nova mídia que só agora se apresenta ao mercado brasileiro de anunciantes - os blogs. E eu lhes falava exatamente que o início do próximo ano deverá ser marcado pelo surgimento de blogs-empresa, como já aconteceu em 2007 (na verdade aconteceu antes, mas teve boa projeção agora, a partir do crescimento do nº de bons blogs) com as empresas de mídia especializadas no segmento dessa nova mídia.

Quando recebo propostas de empresas especializadas em novas mídias, como a transcrita acima no destaque, vejo que o caminho que antevi começa a formar uma trilha interessante. O ato contínuo é que os próprios blogs, convertidos em empresas ou associados a empresas que os assessorem e lhes dêem suporte, organizem seus orçamentos, seus media kits,  profissionalizem suas gestões (vide exemplo daquele que deve ser um dos maiores expoentes dessa turma - e já há diversos outros, inclusive em estágios mais avançados nos seus processos de profissionalização).

Empresas de mídia interativa (elementos da chamada web 2.0) , sejam elas agências publicitárias, blogs-empresa (novo viés dos blogs corporativos) e empresas fomentadoras desse mercado, como a Bites, capitaneada pelo empresário Manoel Fernandes, já são presenças constantes  nas mesas das maiores empresas de mídias chamadas tradicionais e agora começam a frequentar as rodas de investidores de capital empreendedor no Brasil, o que mostra o nível de maturidade desse relacionamento - eu diria que “pronto para iniciar decolagem”.

O recente advento da TV digital no Brasil, por mais criticado que tenha sido (e é natural que surjam muxoxos em torno de toda e qualquer novidade - se é que podemos chamá-la assim), há de contribuir com força de motor de propulsão com a remodelação desse mercado, dando novo impulso ao movimento de convergência e alimentando o círculo virtuoso que fará com que muita coisa prevista esse ano se materialize já a partir do início do próximo.

Erros de percurso como modelos não nos faltam. Recentemente em seu blog no IG, Tiago Dória reporta sua visão, com a qual comungo, de que o casamento entre a grande imprensa e os sites (vários citados no seu post) de jornalismo cidadão, por exemplo, passa necessariamente por se contruir “a ponte” entre essas duas formas de mídia, com “simplicidade e a criação de modelos mistos“.

É uma trilha se formando e já em início de pavimentação.

(*) Update do autor: 

IMPORTANTE: A menção da AIN neste post não implica na sua recomendação pelo autor, mas apenas fornece explicações sobre a sua natureza para que facilite o entendimento do leitor a respeito do fato que o motivou (o recebimento de uma mala direta). O autor, apesar de cadastrado no referido site, não é cliente contratante da empresa, nunca usou seus serviços e, em função disto, não teria como avaliá-los - o que nem é o propósito deste post.

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Por onde flui o capital empreendedor no Brasil

O capital empreendedor - que, via de regra, busca empresas que atuem em mercados de rápido crescimento e vantagens competitivas significativas - possui fontes diversas de financiamento, e algumas são mais adequadas que outras aos igualmente diversos estágios de formação da empresa, do fluxo de caixa do tomador, dos montantes e das regras e restrições impostas pelo financiador.

No estágio de Concepção da empresa (ou de projeto), as fontes mais indicadas são as reservas / poupança do próprio empreendedor - ou de pessoas das suas relações pessoais de quem possa tomar por empréstimo, como familiares e amigos próximos. Os chamados angels investors também atuam muito fortemente em empreendimentos nesta fase de projeto. Neste momento, a receita é zero e o fluxo de caixa negativo, mas não muito ainda, porque, via de regra, este estágio ainda demanda poucos investimentos efetivos, tais como o elaboração do Plano de Negócio , o desenvolvimento de estudos e projetos e pesquisas preliminares de mercado.

Já no estágio seguinte - que vamos chamar aqui de Start-up - onde se desenvolvem protótipos, projetos-piloto, novas pesquisas de mercado, aquisições de máquinas e equipamentos e onde pode-se começar a contratar mão-de-obra, onde a receita ainda é muito baixa e oscilante e o fluxo de caixa é mais fortemente negativo - a principal opção de fonte de recursos de terceiros é quase sempre o capital empreendedor (também chamado capital de risco ou venture capital) e, eventualmente, parceiros potenciais de negócios. Para atrair esse tipo de investidor a empresa deve apresentar potencial de crescimento expressivo, atuar em mercados atraentes, com produtos e / ou serviços competitivos e preferencialmente inovadores.

No estágio seguinte de vida de uma empresa - o Inicial - esse leque sempre aumenta, visto que, com o desenvolvimento dos negócios os financiamentos bancários começam a existir e a empresa tende a ter fluxo de caixa suficiente (embora, quase sempre ainda relativamente baixo) para arcar com os juros e amortizações cobrados por este tipo de financiador. Isso sem contar que neste estágio começam a surgir possíveis recursos de incentivos fiscais e de clientes (receitas) mais regulares.

Na fase de Expansão da empresa, dependendo do seu grau de maturidade e do montante de recursos a ser aportado, o private equity surge como possibilidade real a ser considerada - sempre com alguma perda de liberdade por parte do empreendedor, em função da necessidade de passar a ter que informar os investidores de forma mais sistemática a respeito de tudo o que diz respeito à gestão do negócio.

Para empresas mais Maduras e robustas, o mercado aberto de ações, através de emissões públicas, além de todas as opções anteriores, surge como um possibilidade a ser considerada.

Fundos de capital empreendedor são geridos por uma empresa administradora e seus sócios são investidores de longo prazo.

Um tipo de fundo bastante comum no mercado brasileiro são as holdings; e existe ainda subsidiárias corporativas de instituições financeiras ou de grandes empresas, cujos recursos são provenientes do caixa dessas instituições.

Os processos fundamentais do capital de risco, normalmente, são:

1. Captação
2. Seleção
3. Análise
4. Investimento
5. Acompanhamento
6. Desinvestimento

Mas isso é assunto para um outro post. Até lá!

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1o StartupCamp Brazil Web

Wagner Fontoura“Aqueles que são loucos o suficiente para achar que vão mudar o mundo é que vão mudá-lo” – anuncio da Apple – 27/09/1997, extraído do post do Mauricio Thomas Schonenberger - CEO Ikwa - no blog do StartupCamp Brazil

Startups web operacionais e pré-lançamento, blogueiros pretensamente profissionais (ou “a caminho de”), angels investors, representantes do Venture Capital (ou Capital Empreendedor) e instituições ligadas a novos negócios - é dessa massa que se formará a rede que realiza hoje, em São Paulo - no espaço Gafanhoto (mesmo onde aconteceu recentemente o BlogCamp SP 2007 e que a muito já se tranformou num espaço multicultural dos mais ativos do Brasil) o 1o StratupCamp Brazil - Web.

O evento reunirá empreendedores de diversas vibes, visando “fomentar o crescimento e a profissionalização do ambiente de empreendedorismo na web brasileira”.

Presenças confirmadas - o que torna o evento muito mais do que uma reunião de amigos, mas de azes da nova economia na web: Carlos Eduardo Guillaume (Confrapar), Diego Monteiro e Renato Shirakashi (Via6, sponsors NossaVia), Alexandre Fugita (Techbits/NossaVia), Marco Gomes (boo-box), Fábio Seixas (Camiseteria/WeShow), Cazé Pecini (Espaço Gafanhoto), Guilherme Passos (Semeia Brasil), Lucia Freitas (Conectiva) e muitos - muitos outros craques, das mais variadas posições.

Pela manhã, o formato será de mini-palestras para convidados, com empreendedores e profissionais de empresas Web em diferentes estágios e profissionais de Venture Capital.

À tarde, desconferência aberta no estilo “camp” (first come, first serve basis).

Programação

Manhã - Somente para convidados

9:00 - 9:30 Boas vindas
Carlo Dapuzzo, Cazé Pecini & In Hsieh - Organizadores 1o StartupCamp Brazil Web

9:30 - 10:00 Transformando uma idéia em um negócio
Marcelo Ballona - Band.com.br

10:00 - 10:30 Conversando com um VC
Fabio Igel - Monashees Capital

10:30 - 11:00 Preparando um pitch para investidores
Fabio Seixas - Camiseteria/ WeShow

11:00 - 11:30 Break

11:30 - 12:00 Desafios do dia-a-dia
Edson Romão & Guilherme Coelho - Aprex

12:00 - 12:30 Relação entre investidores e empreendedores
Carlos Eduardo Guillaume - Confrapar

12:30 - 13:00 Os grandes players olham para start-ups no Brasil?
Representante empresa web internacional - a confirmar

13:00 - 13:30 Micro-empreendorismo na Internet
Manoel Lemos - BlogBlogs & Marcos Tanaka - boo-box

Tarde - Participação aberta

14:30 - 18:00 Camp
Desconferência sobre empreendedorismo na Web Brasileira.
Contribua sugerindo temas para discussão no fórum da comunidade do StartupCamp Brazil.

Espaço Gafanhoto
Av. Rebouças, 3181
São Paulo - SP

Uma verdadeira comunidade de empreendedorismo profissional se formou em torno desse projeto. Confira. Nenhuma dúvida de que é aqui que as coisas estão acontecendo - certo?

Leia mais sobre O Capital de Risco no Brasil nessa entrevista concedida por Carlos Eduardo Guilhaume ao Boombust a poucos meses atrás:

Parte I: O Capital Empreendedor no Brasil e no Mundo - Entrevista com Carlos Eduardo Guillaume, Diretor Executivo da Confrapar

Parte II: O Capital Empreendedor no Brasil e no Mundo - Entrevista com Carlos Eduardo Guillaume, Diretor Executivo da Confrapar

Parceiros:

Gafanhoto - devastando culturas


boo-box - relevant marketing

Sugestão de leitura complementar:

Cara, eu tenho uma idéia - Interney.net

——

Wagner Fontoura é, juntamente com a Via6, Sponsor e Editor-Chefe da Nossa Via. Autor na categoria “Negócios e Finanças” (Empreendedorismo). Empresário e executivo com formação profissional à frente de empresas e grupos de médio e grande portes desde 1986. Consultor de alta gestão, edita também o blog Boombust e é sócio do condomínio HiTech Live Blogs. Empreendedor serial, com formação acadêmica ainda inconclusa em Administração de Empresas pela Puc-Minas, Economia pela Fac. São Luis - SP e especialização em Logística pela UFMG.

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A mágica do dinheiro fácil e rápido

Conrado Navarro “Qual o melhor investimento? Pare de procurar resposta para a pergunta do milhão. Que tal procurar pelo melhor investimento para você?”

Cuidado com os maus (e falsos) exemplos dados em muitas prosas de bar ou no almoço de domingo. Aquele primo, que ficou rico em um ano porque “está mexendo com essa tal Bolsa de Valores”, pode na verdade estar fazendo algo mais perigoso e que quase ninguém desconfia: mentindo. Acontece. Será que é só isso que ele anda fazendo? Humpf! Achar que algo vai fazê-lo ficar rico assim tão rapidamente pode frustrar suas tentativas de investimento e minar sua auto-estima. Dinheiro é coisa séria.

Vejo muitos leitores se inspirando em Warren Buffet e George Soros. Calma lá pessoal. A história deles é muito bacana, o QI financeiro deles é elevado e a inteligência emocional privilegiada. Ora, eles ganham muito dinheiro do dia pra noite porque movimentam muito dinheiro. Dinheiro com dinheiro se ganha. Deixe a mágica de lado. E não, eu não estou dizendo que não devam ler suas obras e dicas. “Interpretação de texto faz parte da prova”, assim falava um professor meu.

Já falei e repito: seu emprego não vai torná-lo rico! Isso é uma opção sua (só sua) e não um dever da empresa. Trabalhar dá dinheiro? Dá! Trabalhar para si mesmo pode dar mais. Aprender a fazer seu dinheiro trabalhar por você dá muito mais. Mas enfim, isso sim é assunto para o bar.

A rentabilidade deve ser construída
A melhor opção para você aplicar seu dinheiro é aquela que você escolher. Seu perfil determina sua aversão ao risco e a rentabilidade de seu patrimônio estará nele atrelada. Passado o curto prazo, seja lá o que isso signifique para você, a realidade ainda será a mesma: alguém ganhou mais dinheiro que você e alguém ganhou menos. No entanto, preferimos nos lamentar pelos poucos (ou muitos) “por centos” que deixamos de ganhar a vibrar com os mesmos poucos (ou muitos) “por centos” que conseguimos conquistar.

Não estou sendo hipócrita ou simplista ao dizer que você deve apenas comemorar o que ganhou, ainda que tenha sido pouco. Estou sendo realista. Aprender a multiplicar seu patrimônio requer dedicação e conhecimento e à medida que essa base cresce, cresce também a rentabilidade. Querer ganhar dinheiro à beça em apenas 6 ou 12 meses, a partir de um produto fantástico oferecido pelo colega, é assumir publicamente sua ingenuidade e favorecer o caráter imediatista vivido pela grande maioria da população. Nada justifica a falta de planejamento passado.

Seu dinheiro não vai se multiplicar tanto quanto você gostaria no curto prazo, isso já ficou claro? Aprender a lidar com suas expectativas é a lição número um. Além disso, há outras coisas a se considerar:

  • Imposto de renda: as alíquotas para movimentação em fundos são altas para períodos de 180 ou 365 dias. Dependendo da rentabilidade acumulada, o dinheiro em conta pode frustrá-lo depois que o governo levar a parte dele.

  • Operar na Bolsa não é só comprar e vender: eu particularmente adoro as histórias de quem ficou rico com a Bolsa de Valores. Sugiro que você também enalteça tais pessoas, mas entre com cuidado e comece devagar. Estude primeiro, tenha boas companhias e invista seu tempo em aprimorar seu senso de negociação. Se notar que o mercado costuma bater mais em você do que você nele, pule para um clube de investimentos ou fundo de ações.

  • O risco: quando o assunto é dinheiro, risco é algo fundamental de se entender. Ao contrário do que todos costumam pensar, risco não é algo necessariamente ruim. Risco é a chance de algo dar errado, mas é também a chance de algo dar certo. No mundo financeiro, quanto maior o risco maior o retorno. Se em 6 ou 12 meses você procura por dinheiro garantido, com poucas chances de evaporar, sua rentabilidade não será das melhores. Mas aprenda que é assim. Ponto.

O que posso fazer então?
Se você é dos que tem dinheiro para investir e não se preocupa com uma eventual queda de patrimônio no curto prazo, procure um bom corretor e trate de entrar no mercado de ações e derivativos. Arrisque, mas assuma as consequências. Se você gosta de andar por estradas mais tranqüilas, prefira aplicações como CDB, fundos referenciados DI, fundos multimercado conservadores ou a boa e velha caderneta de poupança (que está de fôlego renovado).

Qual o melhor investimento?
Pare de procurar resposta para a pergunta do milhão. Que tal procurar pelo melhor investimento para você? Notou a sutil diferença? Quem tem pouca reserva não pode se dar ao luxo de participar do pregão da Bovespa, ainda que eu fale que a Bolsa dá dinheiro. Quem tem muito dinheiro e ainda assim prefere os imóveis e a poupança pode estar perdendo a oportunidade de multiplicar seu patrimônio. Mas isso não interessa quando este alguém está feliz e satisfeito com o que está fazendo.

Até a próxima! Grande abraço.

 

——

Conrado Navarro é consultor de finanças pessoais e investimentos. Com formação técnica e MBA Executivo pela UNIFEI, ministra palestras, mini-cursos e workshops para empresas, comunidades e estudantes em toda região Sudeste. Sócio-fundador do Dinheirama e da Sociedade Dinheirama, onde mantém artigos, opiniões e grande parte de seu trabalho disponível de forma gratuita. Empreendedor serial, atua também na área de gestão de empresas de tecnologia e serviço, oferece cursos virtuais e presta consultoria online.

Colunista do portal Administradores, da revista Papo de Homem, do Nossa Via, também participa de entrevistas, reportagens e debates sobre planejamento financeiro e finanças em revistas e sites especializados, como Foco Economia e Negócios, Desabafo de Mãe e Leaders (FIESP).

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