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	<title>Comments on: O monstro e a cartilha do amor</title>
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	<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor</link>
	<description>O conteúdo passa por aqui!</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 03:08:16 +0000</pubDate>
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		<title>By: Gisele Wolkoff</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-1016</link>
		<dc:creator>Gisele Wolkoff</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 16:03:06 +0000</pubDate>
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		<description>Lindo o seu texto, Wagner!
  O amor é tema para uma vida, para muitas vidas e para todas as vidas! Portanto, o amor é o que não se corrompe, mesmo, nem em última instância!
  Quero falar sobre amor! Falar de amor, dizem, é tão bom quanto fazê-lo, motivo que me faz querer continuar ad eternum...
   A beira do abismo do amor é o tempo, inimigo do que, muitas vezes, equivocadamente elegemos como amigo, o tempo que nos transporta distantes de nós mesmos e para além de nossa maior capacidade: amar, amar o amor primeiro, nós mesmos...
Responderia isso a dúvida que você coloca em seu texto (dúvida retórica, claro!) e que jamais quer calar? Onde aprendemos a amar e onde primeiro amamos? ...(retórica novamente a reprodução da pergunta)...
   Mas, conforme costumam atestar os especialistas em Educação, só aprendemos com repetição, quero continuar enunciando sobre Amor! Permita-me! 
    Só desta maneira, este blog e todos os outros terão incidência continuamente renovada e gradualmente expandida...
    Espero que isto em si já justifique o meu desejo de cá escrever, escrever e escrever, que é também uma forma de amar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lindo o seu texto, Wagner!<br />
  O amor é tema para uma vida, para muitas vidas e para todas as vidas! Portanto, o amor é o que não se corrompe, mesmo, nem em última instância!<br />
  Quero falar sobre amor! Falar de amor, dizem, é tão bom quanto fazê-lo, motivo que me faz querer continuar ad eternum&#8230;<br />
   A beira do abismo do amor é o tempo, inimigo do que, muitas vezes, equivocadamente elegemos como amigo, o tempo que nos transporta distantes de nós mesmos e para além de nossa maior capacidade: amar, amar o amor primeiro, nós mesmos&#8230;<br />
Responderia isso a dúvida que você coloca em seu texto (dúvida retórica, claro!) e que jamais quer calar? Onde aprendemos a amar e onde primeiro amamos? &#8230;(retórica novamente a reprodução da pergunta)&#8230;<br />
   Mas, conforme costumam atestar os especialistas em Educação, só aprendemos com repetição, quero continuar enunciando sobre Amor! Permita-me!<br />
    Só desta maneira, este blog e todos os outros terão incidência continuamente renovada e gradualmente expandida&#8230;<br />
    Espero que isto em si já justifique o meu desejo de cá escrever, escrever e escrever, que é também uma forma de amar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>By: Meu Google Reader (21/11 - 27/11) &#124; 30 &#38; Alguns</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-474</link>
		<dc:creator>Meu Google Reader (21/11 - 27/11) &#124; 30 &#38; Alguns</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 12:34:43 +0000</pubDate>
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		<description>[...] E o casamento, como fica - Lino Resende A finitude da vida - A Grande Abobora Dona Silvia ; O monstro e a cartilha do amor - Nossa Via E você, tem uma Mulher ou Labrador? - Papo de [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] E o casamento, como fica - Lino Resende A finitude da vida - A Grande Abobora Dona Silvia ; O monstro e a cartilha do amor - Nossa Via E você, tem uma Mulher ou Labrador? - Papo de [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Está certo nos calarmos diante das atrocidades? &#124; Nossa Via: o conteúdo passa por aqui!</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-413</link>
		<dc:creator>Está certo nos calarmos diante das atrocidades? &#124; Nossa Via: o conteúdo passa por aqui!</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 02:24:22 +0000</pubDate>
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		<description>[...] cometidas por seus cidadãos. Nós reagimos mal ou -perdoem o trocadilho- mal reagimos. Fora uma ou outra voz, a maioria cala, mesmo quando é alvo da [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] cometidas por seus cidadãos. Nós reagimos mal ou -perdoem o trocadilho- mal reagimos. Fora uma ou outra voz, a maioria cala, mesmo quando é alvo da [...]</p>
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		<title>By: Selo Esse Blog é Escrito com Amor &#171; A vida como a vida quer</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-345</link>
		<dc:creator>Selo Esse Blog é Escrito com Amor &#171; A vida como a vida quer</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 18:32:50 +0000</pubDate>
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		<description>[...] já envolvida na repercussão do texto, tanto nos comentários quanto na coluna do Wagner O monstro e a cartilha do amor. Explico: ontem foi feriado aqui e fui mãe de família, não blogueira viciada. Mas bloguei à [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] já envolvida na repercussão do texto, tanto nos comentários quanto na coluna do Wagner O monstro e a cartilha do amor. Explico: ontem foi feriado aqui e fui mãe de família, não blogueira viciada. Mas bloguei à [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Veridiana Serpa</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-320</link>
		<dc:creator>Veridiana Serpa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 08:56:49 +0000</pubDate>
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		<description>Wagner, lindo texto que nos faz refletir muito sobre todos aqueles que nos amam e que nos cercam... []'s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wagner, lindo texto que nos faz refletir muito sobre todos aqueles que nos amam e que nos cercam&#8230; []&#8217;s</p>
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		<title>By: Rosilea Fontoura Vaz</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-311</link>
		<dc:creator>Rosilea Fontoura Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 19:57:31 +0000</pubDate>
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		<description>Waguinho, 
ao ler o seu texto fiz uma viagem...Confeso que foi difícil conter as lágrimas e o nó na garganta. Senti-me no contexto e também me lembrei muito "daquele que algumas vezes chamávamos de rabujento e implicante", mas que sempre cuidou de todos nós e que foi o primeiro a descobrir que você "já lia um jornal intreiro"... Ele sempre foi meu "monstro-gigante-do-amor"; e, especialmente hoje, a minha "espritualidade amiga".
Bjos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Waguinho,<br />
ao ler o seu texto fiz uma viagem&#8230;Confeso que foi difícil conter as lágrimas e o nó na garganta. Senti-me no contexto e também me lembrei muito &#8220;daquele que algumas vezes chamávamos de rabujento e implicante&#8221;, mas que sempre cuidou de todos nós e que foi o primeiro a descobrir que você &#8220;já lia um jornal intreiro&#8221;&#8230; Ele sempre foi meu &#8220;monstro-gigante-do-amor&#8221;; e, especialmente hoje, a minha &#8220;espritualidade amiga&#8221;.<br />
Bjos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Wagner Fontoura</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-306</link>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 16:51:40 +0000</pubDate>
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		<description>Marcos, 

Alguém me disse um dia que há muitas crianças vazias porque há poucos adultos transbordando. Sábia verdade!

Acredita que sou do tempo em que se ensinava puericultura na escola?! Rs

Apesar do meu pai resmungar que "aquilo não era coisa pra se ensinar pra meninos", eu bem que fiz bom uso quando nasceram os meus 2 filhos. Dei muito banho, curei umbigos, aproveitei demais!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcos, </p>
<p>Alguém me disse um dia que há muitas crianças vazias porque há poucos adultos transbordando. Sábia verdade!</p>
<p>Acredita que sou do tempo em que se ensinava puericultura na escola?! Rs</p>
<p>Apesar do meu pai resmungar que &#8220;aquilo não era coisa pra se ensinar pra meninos&#8221;, eu bem que fiz bom uso quando nasceram os meus 2 filhos. Dei muito banho, curei umbigos, aproveitei demais!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: myla</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-305</link>
		<dc:creator>myla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 16:44:34 +0000</pubDate>
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		<description>* esta vida é de cabeça-para-baixo, ninguém pode medir suas perdas e colheitas.

* quem sabe direito o que uma pessoa é? antes sendo: julgamento é sempre defeituoso, porque o que a gente julga é o passado.

* Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.

* é preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado.

todos, ensinamentos d Grande sertão: veredas. acho que seriam uma boa fonte, também, pra nossa cartilha. sabe, não dá pra falar d  amor sem passar pela literatura, música, cinema: pelas artes. nesse campo, a gente já anda um pouco melhor. 

p.s.: na sua última frase, do comment acima, enorme distância é q deveria ter vindo entre aspas.

no mais, Wagner, it's all about ladybugs!  ;0)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>* esta vida é de cabeça-para-baixo, ninguém pode medir suas perdas e colheitas.</p>
<p>* quem sabe direito o que uma pessoa é? antes sendo: julgamento é sempre defeituoso, porque o que a gente julga é o passado.</p>
<p>* Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura.</p>
<p>* é preciso sofrer depois de ter sofrido, e amar, e mais amar, depois de ter amado.</p>
<p>todos, ensinamentos d Grande sertão: veredas. acho que seriam uma boa fonte, também, pra nossa cartilha. sabe, não dá pra falar d  amor sem passar pela literatura, música, cinema: pelas artes. nesse campo, a gente já anda um pouco melhor. </p>
<p>p.s.: na sua última frase, do comment acima, enorme distância é q deveria ter vindo entre aspas.</p>
<p>no mais, Wagner, it&#8217;s all about ladybugs!  ;0)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: MarcosVP</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-304</link>
		<dc:creator>MarcosVP</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 16:44:25 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto, Wagner. E interessante a analogia da cartilha. São tantas coisas que as crianças e jovens deviam aprender bem aprendido que às vezes nos vem a questão: porque ninguém escreve cartilhas para ensinar coisas como respeito pelo próximo e pelo mundo, finanças e economia doméstica, puericultura, pequenos consertos ou gastronomia de guerra a esses aprendizes?

ÿ que hoje, quem deveria ensinar essas coisas às crianças, por atos e palavras, não tem saco, não tem paciência, não tem tempo. Somos nós, pais e parentes. Você está certo quando despreza a cartilha formal. Ora, nós somos a cartilha. Eles aprenderão do que somos. 

Abraço.
VP.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto, Wagner. E interessante a analogia da cartilha. São tantas coisas que as crianças e jovens deviam aprender bem aprendido que às vezes nos vem a questão: porque ninguém escreve cartilhas para ensinar coisas como respeito pelo próximo e pelo mundo, finanças e economia doméstica, puericultura, pequenos consertos ou gastronomia de guerra a esses aprendizes?</p>
<p>ÿ que hoje, quem deveria ensinar essas coisas às crianças, por atos e palavras, não tem saco, não tem paciência, não tem tempo. Somos nós, pais e parentes. Você está certo quando despreza a cartilha formal. Ora, nós somos a cartilha. Eles aprenderão do que somos. </p>
<p>Abraço.<br />
VP.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Wagner Fontoura</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-299</link>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 12:33:32 +0000</pubDate>
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		<description>Max, 
Prazer, pra mim também, define bem essa nossa "aventura".

Myla,
Suas novas contribuições pra "nossa cartilha" me lembraram de uma cartilha mais antiga um pouco em que alguém já dizia "Feliz aquele que ama, porque não conhece nem a angústia da alma, nem a miséria do corpo; seus pés são leves, e vive como que transportado para fora de si mesmo." 
Isso me dá uma boa noção da enorme distância entre o meu objetivo como aprendiz e as minhas parcas "conquistas" nesse campo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Max,<br />
Prazer, pra mim também, define bem essa nossa &#8220;aventura&#8221;.</p>
<p>Myla,<br />
Suas novas contribuições pra &#8220;nossa cartilha&#8221; me lembraram de uma cartilha mais antiga um pouco em que alguém já dizia &#8220;Feliz aquele que ama, porque não conhece nem a angústia da alma, nem a miséria do corpo; seus pés são leves, e vive como que transportado para fora de si mesmo.&#8221;<br />
Isso me dá uma boa noção da enorme distância entre o meu objetivo como aprendiz e as minhas parcas &#8220;conquistas&#8221; nesse campo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Gustavo Gitti</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-298</link>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 12:24:03 +0000</pubDate>
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		<description>Wagner, registro aqui publicamente o que já falei para você: fiquei MUITO feliz ao ler seu relato.

Abração!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Wagner, registro aqui publicamente o que já falei para você: fiquei MUITO feliz ao ler seu relato.</p>
<p>Abração!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: myla</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-292</link>
		<dc:creator>myla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 08:37:34 +0000</pubDate>
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		<description>e,  inteiramente longe d querer ser dona da verdade ou, pior, d soar como alguém q fala e age adverso: em matéria d amor, seremos sempre aprendizes. sem pieguismo e frases-feitas. ponha-se aí tb na cartilha, pra cada um se inteirar: "sou aprendiz, venho aprendendo d forma prévia, concomitante e subseqüente. e assim é q é!"

bjs.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e,  inteiramente longe d querer ser dona da verdade ou, pior, d soar como alguém q fala e age adverso: em matéria d amor, seremos sempre aprendizes. sem pieguismo e frases-feitas. ponha-se aí tb na cartilha, pra cada um se inteirar: &#8220;sou aprendiz, venho aprendendo d forma prévia, concomitante e subseqüente. e assim é q é!&#8221;</p>
<p>bjs.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: myla</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-291</link>
		<dc:creator>myla</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 08:12:58 +0000</pubDate>
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		<description>sabe, uma vez o Gitti lançou ao ar uma analogia maravilhosa, daquelas poucas q grudam na gente e viram saber encorporado: uma espécie d movimentação, liberdade.

o viés, então, era outro; d enfoque adjacente, mas, acho, aplica-se muito bem em seu texto, nesse inspirar melhor o nó da garganta conscientemente frouxo: para um ser humano, não amar, não saber amar, não saber praticar o amor  - e não me dirijo apenas à uma relação a dois -  "é como tentar acabar com a eletricidade tentando apagar todas as lâmpadas do mundo". pointless.

esse início d século segue a toada do século anterior, nunca se falou tanto sobre amor e felicidade e nunca nos encontramos tão perdidos sobre o que seja essa dupla misteriosa, ao mesmo tempo tomada d forma tão subentendida e desatenta. em matéria d entendimento, a gente ainda apenas tateia.

logo, alguns pontos válidos pra essa cartilha poderiam ser, primeiro, fazer entender a todos q amor não é penhor - não é algo passível d penhora, de mensuras, de trocas-à-mesma-medida, d olho-por-olho no dar e receber.

da mesma forma q eletricidade, amor é energia circulante e, quanto mais presa, menos se dissipa. e a recíproca poderia ser o ponto dois dessa cartilha, qto mais amor despendido, menos se perderia. se conservado, aí, sim, a perda se consubstancia.

não é sair por aí submisso, aceitando tudo, oferecendo a outra face, nada disso. ora, estar presente ao outro, presente naquele momento d fato e de coração, é a melhor forma q sabemos amar. por ex., se estou conversando com vc, ponho todo o resto d lado e ofereço-me: minhas idéias, ações, meu ser, minhas vivências, insights, meu tempo, e tudo mais q puder. assim, ao me dissipar, a troca, o tal amar, acontece naturalmente. dou e recebo. e isso é coisa q se sente, imponderável, no talho dos belos exemplos q vc compartilhou aqui. 

o problema é que, como vem da gente, a gente mal se acostuma e se assenhora. achamos q somos donos: dou o que quiser, a quem e quando quiser e exigo retribuição imediata, na mesma intensidade. erro primogênito.


qto aos seus sonhos, é mesmo coisa q carrega sempre uma sabedoria. e seu relato me lembrou dum trecho q me é muito querido pq o acho d cristalina-essência, vale até anotar: 

"a única ameaça à minha segurança em ser reside em mim mesmo: na falta d fé na vida e em minhas forças produtivas; nas tendências regressivas; na indolência íntima e na disposição a que outros dominem a minha vida". - ter ou ser?, erich fromm.

abraços - parabéns pelo texto!!! - e se até o valor do dólar é composto do pensamento coletivo das pessoas, não apenas dos elementos econômicos objetivos, fica-nos cada vez mais claro que ser é sempre ser-com: esse est coesse.  ;0)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sabe, uma vez o Gitti lançou ao ar uma analogia maravilhosa, daquelas poucas q grudam na gente e viram saber encorporado: uma espécie d movimentação, liberdade.</p>
<p>o viés, então, era outro; d enfoque adjacente, mas, acho, aplica-se muito bem em seu texto, nesse inspirar melhor o nó da garganta conscientemente frouxo: para um ser humano, não amar, não saber amar, não saber praticar o amor  - e não me dirijo apenas à uma relação a dois -  &#8220;é como tentar acabar com a eletricidade tentando apagar todas as lâmpadas do mundo&#8221;. pointless.</p>
<p>esse início d século segue a toada do século anterior, nunca se falou tanto sobre amor e felicidade e nunca nos encontramos tão perdidos sobre o que seja essa dupla misteriosa, ao mesmo tempo tomada d forma tão subentendida e desatenta. em matéria d entendimento, a gente ainda apenas tateia.</p>
<p>logo, alguns pontos válidos pra essa cartilha poderiam ser, primeiro, fazer entender a todos q amor não é penhor - não é algo passível d penhora, de mensuras, de trocas-à-mesma-medida, d olho-por-olho no dar e receber.</p>
<p>da mesma forma q eletricidade, amor é energia circulante e, quanto mais presa, menos se dissipa. e a recíproca poderia ser o ponto dois dessa cartilha, qto mais amor despendido, menos se perderia. se conservado, aí, sim, a perda se consubstancia.</p>
<p>não é sair por aí submisso, aceitando tudo, oferecendo a outra face, nada disso. ora, estar presente ao outro, presente naquele momento d fato e de coração, é a melhor forma q sabemos amar. por ex., se estou conversando com vc, ponho todo o resto d lado e ofereço-me: minhas idéias, ações, meu ser, minhas vivências, insights, meu tempo, e tudo mais q puder. assim, ao me dissipar, a troca, o tal amar, acontece naturalmente. dou e recebo. e isso é coisa q se sente, imponderável, no talho dos belos exemplos q vc compartilhou aqui. </p>
<p>o problema é que, como vem da gente, a gente mal se acostuma e se assenhora. achamos q somos donos: dou o que quiser, a quem e quando quiser e exigo retribuição imediata, na mesma intensidade. erro primogênito.</p>
<p>qto aos seus sonhos, é mesmo coisa q carrega sempre uma sabedoria. e seu relato me lembrou dum trecho q me é muito querido pq o acho d cristalina-essência, vale até anotar: </p>
<p>&#8220;a única ameaça à minha segurança em ser reside em mim mesmo: na falta d fé na vida e em minhas forças produtivas; nas tendências regressivas; na indolência íntima e na disposição a que outros dominem a minha vida&#8221;. - ter ou ser?, erich fromm.</p>
<p>abraços - parabéns pelo texto!!! - e se até o valor do dólar é composto do pensamento coletivo das pessoas, não apenas dos elementos econômicos objetivos, fica-nos cada vez mais claro que ser é sempre ser-com: esse est coesse.  ;0)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Wagner Fontoura via Rec6</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-289</link>
		<dc:creator>Wagner Fontoura via Rec6</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 02:55:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor#comment-289</guid>
		<description>&lt;strong&gt;O monstro e a cartilha do amor &#124; Nossa Via: o conteúdo passa por aqui!...&lt;/strong&gt;

Penso que não nos preocuparmos conosco mesmo, deixando essa tarefa a cargo daqueles que deixarmos que nos amem, isso nos fará de tal forma leves e livres que poderemos voar....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O monstro e a cartilha do amor | Nossa Via: o conteúdo passa por aqui!&#8230;</strong></p>
<p>Penso que não nos preocuparmos conosco mesmo, deixando essa tarefa a cargo daqueles que deixarmos que nos amem, isso nos fará de tal forma leves e livres que poderemos voar&#8230;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Max Reinert</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/o-monstro-e-a-cartilha-do-amor/comment-page-1#comment-288</link>
		<dc:creator>Max Reinert</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 02:26:21 +0000</pubDate>
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		<description>Heheheh... e é nesses momentos que a gente consegue perceber outras nuances de pessoas que estamos começando a conhecer por causa do trabalho.

Muito bom , wagner!

Que prazer poder desfrutar desta aventura com você e com os outros colaboradores!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Heheheh&#8230; e é nesses momentos que a gente consegue perceber outras nuances de pessoas que estamos começando a conhecer por causa do trabalho.</p>
<p>Muito bom , wagner!</p>
<p>Que prazer poder desfrutar desta aventura com você e com os outros colaboradores!!!</p>
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