Que padrão de beleza é este?
O que é ser extraordinário?
É sair do comum, ser diferente, especial, único em algum aspecto, é ser notável e notado. E uma das formas do ser humano ser notado é por sua beleza física, talvez porque a aparência “fale” antes das palavras. Vivemos, infelizmente, uma época em que o culto a certo padrão de beleza se tornou tão doentio que não conseguimos deixar de agir como títeres de uma indústria que, no fundo, não sabe para onde quer nos levar.
Quando morei no Japão me chamava atenção algumas diferenças no padrão de beleza. Em outros lugares (como na Índia, Egito e na China) o padrão consegue seguir mais o biotipo dos autóctones, mas posso falar de lá porque foi onde eu vivi e me vi. Ver fotos de modelos sorrindo com dentes tortíssimos (mais do que os meus, pensava incrédula) me fazia pensar no modelo que os japoneses tinham. Estar num país onde eu me sentia “dentro do padrão” foi uma experiência libertadora para mim, pois pela primeira vez as roupas me serviam, eu raramente fazia barras em calças ou usava casacos com mangas longas sobrando, o pó facial variava dentro dos tons da minha pele levemente amarelada e eu tinha uma estatura normal! Mas lá algumas colegas brasileiras passavam pelo oposto, comprando estas mesmas coisas “importadas” ou solicitando aos parentes que enviassem do Brasil ou EUA, o que faz pensar se há algum tipo de padrão para qualificar o ser humano.
Na semana passada Sueli, uma jornalista brasileira que mora atualmente no estado de Nova York, comentou sobre o padrão de beleza, citando o furor em torno das fotos da atriz Jennifer Love Hewitt de biquini. Fiquei triste quando vi o alarde em torno dela… lembro-me de como ela soava bem atuando no melancólico seriado Party of Five e cantando Ordinary Love no filme City of Angels. Como nós, Jennifer (atualmente protagonista do seriado Ghost Wisperer) não é mais adolescente e não devia ser obrigada manter para sempre o manequim “tamanho zero”. Aliás, googlei o nome dela e achei estas três fotos que ilustram o post. Na verdade, ela era magra demais! Está mais real bonita agora e, notem, que sorriso de felicidade e contentamento na tal foto tão comentada pela mídia americana. Aliás, a sociedade “estudunidense” é das mais bizarras, com tantos tipos humanos diferentes e um número tão grande de obesos, mas dura e crítica com os artistas que saem da linha que definem como correta. O seriado Ugly Betty, produzido pela atriz mexicana Salma Hayek, é um exemplo desta crítica e de como ela é fraca e preserva os preconceitos.
Temos que encontrar capacidade de não sucumbir ao padrão imposto. Além de vivermos um padrão de auto-estima elevado e realista, termos uma medida de valores que vá além da beleza física, devemos também dar o exemplo e não perder tempo com “este tipo” de notícia. Quando nós mesmos perdemos tempo vendo se a atriz ou cantora está gorda ou magra, ao invés de focarmos na sua habilidade profissional ou nas suas ações cívicas ou humanitárias (claro, estou falando do casal Jolie-Pitt), aceitamos ser o combustível que mantém esta caldeira ardendo e nos moldando como títeres do padrão de beleza. Um padrão que está sempre sendo reinventado, atualmente à beira de descambar num realismo fantástico que nos deixará como aquela modelo anoréxica da campanha do fotógrafo italiano Oliviero Toscani.
Há tanto mais com que se preocupar e sobre o que debater no mundo, não concordam?
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dezembro 10th, 2007 at 12:12
Que padrão de beleza é este? | Nossa Via: o conteúdo passa por aqui!…
Vivemos, infelizmente, uma época em que o culto a certo padrão de beleza se tornou tão doentio que não conseguimos deixar de agir como títeres de uma indústria que, no fundo, não sabe para onde quer nos levar….
dezembro 10th, 2007 at 01:12
[...] O link para música da cantora e atriz Jennifer Love Hewitt tem uma razão. No texto Que padrão de beleza é este? que publico hoje no Nossa Via comento o padrão de beleza cruel que se impõe a nós pela mídia e [...]
dezembro 10th, 2007 at 08:12
Oi, Sá
Parabéns pelo excelente texto! Também acho que não devemos ser combustível “deste tipo” de assunto. O conteúdo - e não a embalagem - é que deveria chamar a nossa atenção.
Mas, infelizmente, o que vejo é um sem número de mulheres preocupadas com sua aparência física, buscando padrões simplesmente inacessíveis para a maioria de nós. E os artistas são ainda mais cobrados por isso…
O que vejo em nossa sociedade atual - no mundo todo - é que as pessoas dão muito mais importância a este tipo de notícia, além das fofocas diversas do mundo das “celebridades”: quem casou, quem separou, quem saiu com quem, e futilidades mil.
Aí eu pergunto: será que conseguiremos mudar isso? Eu acho que sim, mas vejo como um trabalho de loooooongo prazo: educar nossos filhos para que valorizer mais o “ser” e menos o “parecer” e o “ter”.
Textos como o seu são também uma ótima ferramenta de conscientização: quem sabe não conseguimos fazer algumas poucas pessoas do nosso micro-universo mudarem o foco, mudarem sua postura e suas atitudes? É um trabalho árduo, de formiguinha, mas o resultado faz com que valha à pena…
dezembro 10th, 2007 at 01:12
É Sam, muitas vezes os proprios americanos esquecem que os atores e atrizes são seres humanos… que possuem uma outra vida e que beleza não é tudo. A ‘pobre’ da Jennifer teve a infelicidade de ser fotografada feliz….
abraço
dezembro 10th, 2007 at 01:12
Esse alarde todo em volta da beleza e juventude só demonstra como a nossa sociedade se tornou instantânea e superficial, Sam! Afinal é só um período da nossa vida, que muitas cabeças desorientadas teimam em prolongar e o que vemos pela 1ª vez na história é mães a ir buscar a roupa das filhas aos armários delas! Quanta situação ridícula tenho visto assim. É como diz a minha tia: por trás liceu à frente museu!
Bjss
dezembro 10th, 2007 at 01:12
Sam,
Revistas de moda, de “celebridades” e aquelas que cultuam o corpo perfeito são terríveis!!!! Se quiser mesmo lê-las, muito dificilmente você não se questionará ou se olhará no espelho com o nariz torto, procurando seus defeitos.
É triste ver que o mundo em que vivemos prioriza a aparência, quando o que de fato importa é nosso interior. Meninas querendo emagrecer a qualquer preço, outras fazendo cirurgias desnecessárias para ficarem mais bonitas, e eu me pergunto: interiormente elas ficam bem? Vale a pena sacrificar-se a esse ponto?
E vejo essa cobrança com os meninos também: outro dia meu filho estava bicudo porque os meninos estavam falando que ele não era forte, que o braço dele era fino!!!! Que absurdo, já com 9 anos as crianças comparando-se com os marombeiros de academia!!! Trouxe-o a realidade e tudo passou, graças a Deus!
Ótimo texto!
Beijos
dezembro 10th, 2007 at 02:12
Oi Sam,
Ah! Como eu adorva Party of Five!!!! Vi tudinho.
Quanto a Jennifer..também notei seu sorriso lindo…Realmente eu espero que isso não a afete na sua vida pessoal..porque é uma tremenda de uma bobagem…
Fui sempre muito preocupada com isso aí pelos meus 18 anos…e era bem sequinha…mas naquele tempo não tinha tanta mulher seca como agora…é uma coisa muito, muito feia..;.ja pegaste aquelas revistas vogues…As mulheres-meninas(porque sao cada vez mais jovens) e horrorosas..todas com cara de doente e expressão de melancolia e infelicidade….
muito triste…
Beijos,Aline
dezembro 10th, 2007 at 04:12
Assunto curioso esse, porque sempre achei que a beleza estivesse ligada a uma coisa bem simples: satisfação pessoal. Um homem ou uma mulher bem realizados em todos os sentidos são pessoas lindas, atraentes, independente do formato do corpo.
É claro que existe formas de belezas interessantes. Mulheres com corpos bem definidos, ou homens também, mas são raridades porque a banalização da beleza faz com que você diga que coisa mais feia.
Não basta a beleza física, é preciso mais e você percebe isso com o decorrer do tempo, quando você também quer esse algo mais. A beleza quando vem sozinha é dispensável. Mas a sensação que eu tenho é que ainda não descobriu-se isso.
dezembro 10th, 2007 at 05:12
Oi Samantha:

Falei sobre o assunto, no post O que você faz para ser feliz?, que aborda o assunto. E foi discutido no programa Sem Censura, de Lêda Nagle.TV Brasil. E foi dito também que as mulheres precisam ser contemporâneas de si mesmas. Concordei, porque este negócio de mãe ficar concorrendo com as próprias filhas, é sinal que alguma coisa vai mal.
Anny,
li seu post. Eu sou pelo caminho do meio, não suporto ser tolhida em minha liberdade, nem que seja a liberdade ser muito careta, se eu achar que às vésperas dos 35 eu devo ser. Realmente, nosso foco era o mesmo: a mulher ser contemporânea do tempo que ela vive no presente.
Sam
dezembro 10th, 2007 at 06:12
Esse assunto é interessante mesmo porque eu sempre acho um absurdo as pessoas ficarem se preocupando com o peso da Victoria Beckham ou com o cumprimento do cabelo da mulher do Tom Cruise.
E mais absurdo ainda é saber que há pessoas que compram essas revistas apenas para estar por dentro desse assunto. A minha prima é uma pessoa viciada em seriados, que sabe tudo dos personagens e do seriado, mas não pergunte a ela sobre a vida dos atores, na maioria das vezes ela desconhece até o nome dos atores.
dezembro 10th, 2007 at 07:12
Oi Sam!
Vc disse tudo que tenho vontade de dizer. Mas preciso admitir que ainda leio notícias desse tipo. Outro dia me peguei olhando as celulites da Daniela Saraíba. OOOOOOOOOOOOOOOhhhhhhhhh. Ela também tem? Pois é. Malho diariamente, mas não deixo de comer as guloseimas que me dão prazer. Não me tornei escrava desse culto pelo corpo, porque me considero um ser espiritualizado. Entretanto, acredito que deva ser muito difícil para as pessoas que pensam que essa vida termina com a morte, deixar de valorizar tanto o efêmero.
dezembro 11th, 2007 at 06:12
Sam, este culto de um tipo de beleza “inacessível” para o comum dos mortais cria graves problemas de saúde física e mental nas pessoas. Mas acho que no Brasil a importância da “beleza” física é exagerada, aqui na Europa não é tanto assim. Como você disse, alimenta uma indústria…
Beijo e parabéns pelo post.
dezembro 11th, 2007 at 01:12
Perfeito, Sam! Eu sempre tive uma aversão pela Jennifer Love… Quem sabe agora eu não dou uma nova chance a ela?
Essa questão da beleza é complicada, pois (como você bem apontou) nós mesmos alimentamos esse foco pointless ao folhear “Caras”, pernas e bocas.
A saída, sinto assim, é promover outro foco. Vejo várias mulheres agindo de um modo diferente e fazendo-se bela por outros fatores que as deixam ainda tão ou mais deliciosas que as top models.
Abração!!!
dezembro 12th, 2007 at 05:12
oi, Sam, tava viajando e só voltei hoje, mesmo assim não vou perder a deixa, hehehe!
vc conhece alguma mulher que fez as pazes com o próprio corpo? essas são deusas raríssimas.
a Salma Hayek mesmo, há um tempo, disse ter largado a vontade d se encaixar no manequim tal pq vivia triste, ansiosa e deprimida por causa das dietas q enfrentava. segundo ela, prefere hoje ter uma silhueta um pouco mais arredondada - e aposto q os marmanjos todos já aprovaram - a seguir os padrões hollywoodianos.
cada mulher deveria entender isso e experimentar o bem q essa mudança d postura faz em todo o conjunto: corpo, mente, espírito. às vezes saio por aí falando sobre isso com minhas amigas e todas elas dizem q vivo no país das maravilhas, rs.
nem tentar e acreditar é q é ser alice…
se a gente toma do veneno todo dia, por que não procurar por outras formas d antídoto?
bjs, myla
dezembro 13th, 2007 at 11:12
Oi Samantha:
Obrigada pela indicação. Ontem vi no programa so SBT, Casos de Família ou coisa parecida, as mães se tatuando, se recusando a lavar cuecas, colocando piercing, ficando e dando selinho pra tudo quanto é lado. Achei engraçado…Na minha opininião elas estão é perdidas num monte de informações e sem noção de limites. Posso atár sendo injusta, mas foi o que me pareceu.
Abraço.
De vez em quando vejo umas bizarrices destas. Rs!
dezembro 14th, 2007 at 05:12
Ótimo texto e muito útil. Mas tenho que discordar levemente de uma coisinha:
Nas américas “em geral”, e não só em Estados Unidos, a sociedade e a mídia é muito dura com quem não tem 90/60/90, aquele que não está malhado parecendo uma lagosta inchada, ou aquela que não está estica até…__com licença da palavra.__ na sua perseguida, pois há quem diga que “perereca” também tem que ter Glamour. Absurdos pra todos os gostos…
No Brasil (terra de belezas “naturais”) esta modinha incômoda para auto-estimas sadias, esta durando, pois falamos mal dos americanos, contudo, imitamos tudinho o que fazem… “basta olhar nossos programas, nossos métodos mediáticos e nossas frivolidades… ou nosso hábito consumista. Não vivo no Brasil há 16 anos, mas sei de sobra o que acontece lá, e num desses delírios absurdos, uma mulher de 36 anos como eu, já é uma velha caquética e se tenho uns quilinhos a mais porque adoro o “Frommage Bleu e o chocolate Suisse”, nossa! Pecado puro! __”Como você esta gorda!”__Quando na realidade estas com dois ou tres quilos de mais….
Já na Europa (exceto países como Portugal, Espanha ou Itália), isso não existe. Moro na França na cidade das luzes e dou fé deste fenômeno qual, paradoxamente (por ser uma das capitais da moda), aqui você já pode ter 20 anos, ter medidas perfeitas ou se parecer com a modelo mais cotizada do planeta… se você não é “competente” …não fura fila. Cara bonita e corpo bonito, aqui, não vence às qualidades de uma pessoa “normal” no mercado. Mulher de 36 como eu, ainda é gatinha, ninfeta… Ser gordo não impede que trabalhes de cara ao público, ser velho não te coloca automaticamente num asilo pois, a experiência de vida é super valorada… Ser normal aqui é “normal”. Além do mais fofoca televisiva e mídia barata como estas que citas, ficam em terceiro plano… para não dizer em quinto. É a cultura Latina e Norte Americana quem tem estas obsessões, pois as mulheres estão condicionadas ao conceito machista agressivo de cânon de beleza. Virando obsessão, também virou consumo e o que se consume nesta vida, vira moda… virando moda, vira imposição…Se você não esta a favor, então está contra, e se você esta contra, deve ser eliminado. Como te eliminam ou te obrigam a seguir a nova ordem? Pois, ferindo a uma certa auto-estima “já por si mesma, fraca”…Talão de aquiles de qualquer ser humano que não tem amor próprio. Quando não temos amor próprio, (diferente de narcisismo) queremos ser qualquer pessoa, menos nos mesmos… e quem são as vítimas mais frágeis de todo este emaranhado de estupidezes e superficialidades? Resposta: Os adolescentes. O alvo foi muito bem estudado. Um grande ponto com nó cego. Aqueles que ainda resistimos a estes tipos de imposições de merda, como eu, ou você somos os verdadeiros cânones humanos. Deixa que o resto viva de ilusões… todo império cai cedo ou tarde, e com o império da idiotice, não será diferente. Não há “moda estúpida” que por cem anos dure. Bote fé.
Abraços
Parabéns pela matéria.
dezembro 17th, 2007 at 02:12
Olá cara mia,
Engraçado, só agora me dei conta de que acabei levando esse conceito horrível para dentro do meu conto O Diário de uma Solidão que já está virando novela (rs).
Lá, tenho dois padrões de beleza - os quais analiso como sendo importantes. Uma personagem é bonita e limitada. Contudo se acha muito mulher devido a essa sua ilusão de beleza. Traços bem definidos, cabelos bem tratados e roupas da moda. Lembrando que a história ocorre em outra época, onde ainda não existia silicone e cirurgias corretivas. A outra personagem é culta, delicada e vive uma realidade diferente. Sua beleza é de outra esfera. Gosta de arte, lê diversos livros e prefere a solidão, pois não tem espaço para dizeres fúteis.
Salvo, não gosto da beleza que obriga e rotula, porque ela limita e pronto.
Abraços na tarde.
fevereiro 3rd, 2008 at 05:02
Li surpresa a sua reportagem, primeiro por você ser uma jornalista e como tal, logicamente tem obrigação de estar bem atualizada e informada sobre aspectos e mudanças de comportamento no mundo e em todas as áreas, não apenas no que considera de seu interesse.
Algumas de suas colocações são de ordem muito pessoais, e não pautadas em um contexto realista do que ocorre no mundo atual.
Se você ler assuntos sobre beleza e linká-los com negócios poderá ver as coisas de outra maneira.
Infelizmente, hoje a realidade se pauta sim, em avaliar pessoas pela aparência, mas não desvinculada de outras qualificações como cultura, talento e assim por diante.
Você fala sobre Japão, foi uma experiência sua, o que não quer dizer que seus sentimentos e afins reflitam a realidade.
Esse é um espaço democrático, mas determinados comentários principalmente escritos por profissionais como nós, da área de comunicação, cujo papel é de disseminadores e de certa maneira influenciamos a massa, temos que ter maior cuidado no que afirmamos.
Seu comentário sobre “não sucumbir” ao padrão imposto me deixou atônita, vivemos há anos a era da valorização e aprimoramento pessoal em todos os os sentidos assim como o físico.Leia a reportagem sobre o SPFW e seu idealizador Paulo Borges, um visionário que afirmou que ” há 12 anos atrás moda era vista como bobeira” e hoje é tida como algo de relevância, cheque os dados.Assim é o tema beleza, cada época dita uma tendência, sua pretensão não é mudar o mundo para melhor?
Acho que você foi um tanto radical nas suas colocações, não seria mais elegante e ético apenas apresentar certos dados ?
E temos de respeitar pessoas que vivem “dessa ditadura” da moda,, beleza, faz parte da diversidade de conviver num mundo cuja diversidade é imensa.
Você que decidiu debater esse assunto que nem mereceria sua atenção , contradizendo tudo o que você escreveu polemizando o tema.Só ler o que você colocou no final de seu texto.
Estamos aqui para agregar, valorizar o trabalho dos profissionais, apoiar a ação de pessoas que estão voltadas a levar o melhor de seu trabalho a outras.E ainda que usam desse trabalho à disposição da comunidade, num serviço de cunho social.
Atenciosamente,
Márcia K. - studio msk
março 6th, 2008 at 02:03
Anorexia nervosa: fotos e video…
Atualmente há uma grande preocupação com o padrão de beleza, em especial com a aparência física e um corpo magro. Dietas e regimes são praticados sem nenhum acompanhamento médico, e as conseqüências desse comportamento obsessivo são graves…
março 8th, 2008 at 02:03
[...] de massa (parece discurso de faculdade de comunicação, mas é a verdade) e sucumbirmos ao padrão de beleza sem questionar, seguindo a manada, sem pensar ou avaliar os caminhos à nossa frente. Mas [...]
junho 23rd, 2008 at 06:06
[...] didatura da beleza é um tema que eu já tratei outras vezes, inclusive aqui no Nossa Via, mas o foco de minhas [...]
julho 3rd, 2008 at 10:07
EU AMO A CULTURA DA BELEZA MAS SEM PREJUTICA A VIDA. POR QUE SER MAGRO É MAIS SALDAVEL PARA MIM É A PROCURA DA MINHA PEFEIÇÃO TENDO BOA ALIMENTAÇÃO, CUIDADOS COM A PELE, COM A ROUPAS, ETC. PARA MIM É MUITO BOM: