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	<title>Comments on: Parto Anônimo um retrocesso?</title>
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	<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/parto-anonimo</link>
	<description>O conteúdo passa por aqui!</description>
	<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 02:02:08 +0000</pubDate>
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		<title>By: Mariana</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/parto-anonimo/comment-page-1#comment-4392</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 13:56:12 +0000</pubDate>
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		<description>ola, estou fazendo meu tcc sobre a lei do parto anonimo. Gostaria de trocar ideias e materiais. se alguem estiver interessado me mande e-mail.
marianasn00@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ola, estou fazendo meu tcc sobre a lei do parto anonimo. Gostaria de trocar ideias e materiais. se alguem estiver interessado me mande e-mail.<br />
<a href="mailto:marianasn00@hotmail.com">marianasn00@hotmail.com</a></p>
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		<title>By: Viviane Weing6artner</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/parto-anonimo/comment-page-1#comment-1652</link>
		<dc:creator>Viviane Weing6artner</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 19:27:24 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Ewaldy,

Implementar essa experiência de seus amigos seria complicado nos dias atuais, onde nem sempre a mãe biológica doaria seu filho, mas sim comercializaria. Mas em todo caso, seria o ideal para que as crianças fossem geradas em um ambiente amoroso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Ewaldy,</p>
<p>Implementar essa experiência de seus amigos seria complicado nos dias atuais, onde nem sempre a mãe biológica doaria seu filho, mas sim comercializaria. Mas em todo caso, seria o ideal para que as crianças fossem geradas em um ambiente amoroso.</p>
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		<title>By: Viviane Weing6artner</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/parto-anonimo/comment-page-1#comment-1651</link>
		<dc:creator>Viviane Weing6artner</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 19:19:15 +0000</pubDate>
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		<description>Cara Myla,

Seu comentário é bem pertinete, ele complemente a idéia que tentei passar. A orientação de gestantes e futuros pais é a melhor forma de educar nosso pais, e acabar com as crianças abandonadas.

Como a vida é um ciclo circular, tudo se renova de tempos em tempos, o que podemos fazer é direcionar para que se renove melhorando o que já existiu.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Myla,</p>
<p>Seu comentário é bem pertinete, ele complemente a idéia que tentei passar. A orientação de gestantes e futuros pais é a melhor forma de educar nosso pais, e acabar com as crianças abandonadas.</p>
<p>Como a vida é um ciclo circular, tudo se renova de tempos em tempos, o que podemos fazer é direcionar para que se renove melhorando o que já existiu.</p>
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		<title>By: Ewaldy Marengo</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/parto-anonimo/comment-page-1#comment-1606</link>
		<dc:creator>Ewaldy Marengo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 23:18:31 +0000</pubDate>
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		<description>Um caso de adoção que achei que foi ótimo pra criança e para as familias foi na familia da minha ex namorada, que adotou a filha de uma vizinha. Durante todo o processo de adoção, a mãe biológica da criança morou na casa com eles, para, além de ter toda a estrutura financeira para se cuidar e ter um filho saudável, a criança já fosse recebido ao mundo pelos pais que a amavam e a queriam.

A moça era muito pobre e ia abortar, foram eles que a impediram de abortar (através daqueles meios tradicionais entre pessoas pobres e pouco instruidas, como enfiar agulhas sujas e pular de escadas), e não seria o primeiro aborto.

Hoje não tenho mais noticia deles, mas a menina (Amanda) teve uma ótima infância, e aos cinco anos foi informada da adoção pelos pais adotivos, mas sem traumas nem ressentimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um caso de adoção que achei que foi ótimo pra criança e para as familias foi na familia da minha ex namorada, que adotou a filha de uma vizinha. Durante todo o processo de adoção, a mãe biológica da criança morou na casa com eles, para, além de ter toda a estrutura financeira para se cuidar e ter um filho saudável, a criança já fosse recebido ao mundo pelos pais que a amavam e a queriam.</p>
<p>A moça era muito pobre e ia abortar, foram eles que a impediram de abortar (através daqueles meios tradicionais entre pessoas pobres e pouco instruidas, como enfiar agulhas sujas e pular de escadas), e não seria o primeiro aborto.</p>
<p>Hoje não tenho mais noticia deles, mas a menina (Amanda) teve uma ótima infância, e aos cinco anos foi informada da adoção pelos pais adotivos, mas sem traumas nem ressentimentos.</p>
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		<title>By: myla</title>
		<link>http://www.nossavia.com.br/comportamento/parto-anonimo/comment-page-1#comment-1596</link>
		<dc:creator>myla</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 13:23:52 +0000</pubDate>
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		<description>oi Viviane, adorei seu artigo pq toca a questão mais importante d todas: o direito à vida.

há algum tempo ouvi (bandnews) q algumas poucas prefeituras, mesmo timidamente, começam a adotar as rodas, situadas em pontos estratégicos, como as santas casas e hospitais. a idéia, como vc disse, é oferecer anonimato aos pais q abrem mão da criança (já q nossa legislação pune tal atitude) e a esta, uma alternativa d adoção.  

as rodas começaram a existir na época da idade média e, embora muita gente discorde, é uma opção relativamente segura e sem burocracias d se abrir mão d um filho-bebê. no entanto, como sabemos, ela não ataca o problema em suas raízes.

antes mesmo d se pensar em um trabalho d acompanhamento com as gestantes, independente da intenção delas de se abrir mão ou não d um filho, uma alternativa mais acertada seria a oferecida pela educação.

não uma educação nesses moldes tradicionais, prática q hoje sabemos ser d pouca eficácia. mas uma educação d conversa. 

as escolas públicas poderiam oferecer um espaço em q  mães e mulheres (voluntárias e com a devida orientação), da própria comunidade, pudessem se encontrar com adolescentes e  jovens e, durante esses encontros,  iniciar os primeiros conceitos sobre educação sexual, planejamento familiar, formas d contracepção e afins.

acho q uma abordagem sobre esses assuntos vinda d dentro, consciente das condições e realidades próprias d cada comunidade, desenvolvida não por estranhos ou especialistas q delas nada conhecem, mas por pessoas com quem a própria comunidade possa se identificar, seria uma atitude com mais chances d melhores resultados.

uma pena que, em muitos casos, embora já conheçamos alternativas mais eficientes, ainda continuemos a dar murro-em-ponta-d-faca...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi Viviane, adorei seu artigo pq toca a questão mais importante d todas: o direito à vida.</p>
<p>há algum tempo ouvi (bandnews) q algumas poucas prefeituras, mesmo timidamente, começam a adotar as rodas, situadas em pontos estratégicos, como as santas casas e hospitais. a idéia, como vc disse, é oferecer anonimato aos pais q abrem mão da criança (já q nossa legislação pune tal atitude) e a esta, uma alternativa d adoção.  </p>
<p>as rodas começaram a existir na época da idade média e, embora muita gente discorde, é uma opção relativamente segura e sem burocracias d se abrir mão d um filho-bebê. no entanto, como sabemos, ela não ataca o problema em suas raízes.</p>
<p>antes mesmo d se pensar em um trabalho d acompanhamento com as gestantes, independente da intenção delas de se abrir mão ou não d um filho, uma alternativa mais acertada seria a oferecida pela educação.</p>
<p>não uma educação nesses moldes tradicionais, prática q hoje sabemos ser d pouca eficácia. mas uma educação d conversa. </p>
<p>as escolas públicas poderiam oferecer um espaço em q  mães e mulheres (voluntárias e com a devida orientação), da própria comunidade, pudessem se encontrar com adolescentes e  jovens e, durante esses encontros,  iniciar os primeiros conceitos sobre educação sexual, planejamento familiar, formas d contracepção e afins.</p>
<p>acho q uma abordagem sobre esses assuntos vinda d dentro, consciente das condições e realidades próprias d cada comunidade, desenvolvida não por estranhos ou especialistas q delas nada conhecem, mas por pessoas com quem a própria comunidade possa se identificar, seria uma atitude com mais chances d melhores resultados.</p>
<p>uma pena que, em muitos casos, embora já conheçamos alternativas mais eficientes, ainda continuemos a dar murro-em-ponta-d-faca&#8230;</p>
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