Duffy

Quando Duffy surgiu nas paradas há algumas semanas, o seu hit “Mercy” foi comparado ao sucesso de “Rehab” em 2006. Amy Winehouse já é uma cantora consagrada, mesmo problemática, e que já cravou a sua marca pela poderosa voz e originalidade visual. Todavia, como o mundo é dinâmico, e rápido demais, é preciso procurar outra cantora branca de voz negra para ocupar as prateleiras da indústria fonográfica. Se você ficar preso a conceitos de que ela é a nova Amy, principalmente, após ouvir “Mercy” pode tirar o “cavalinho da chuva”. Duffy é bem diferente, claro que bebe do soul dos anos 70, mas o disco “Rockferry” não é um novo “Back to Black“. A cantora de origem galesa, que está em seu segundo disco, tem uma produção poderosa na qual mistura elementos do soul, folk e até da música country. Tudo está “casado” perfeitamente com sua voz que pode até não agradar a muitos, mas é tão original quanto a de Amy. As melhores músicas do álbum são Rockferry, Hanging on Too Long e Warwick Avenue. Esta última sobre um casal que termina um relacionamento. No belo vídeoclipe ela chora e é impossível não fica emocionado ao ouvir:
I’m leaving you for the last time baby
You think you’re loving,
But you don’t love me
And I’ve been confused
Outta my mind lately
You think you’re loving,
But I want to be free, baby
You’ve hurt me.
Duffy tem talento e beleza para continuar na disputa das melhores cantoras da atualidade. É torcer e esperar.
N. da E. Para quem estranhou o fato de ter dois posts sobre o mesmo tema, vou contar a história. Os dois autores, José Luiz Brandão, o Zé Offline, e Nadja Pereira, escreveram textos da Duffy e ao ver, decidimos postar ambos, no mesmo dia, dando ao leitor a oportunidade de conhecer duas críticas diferentes, além otar que a artista mereceu o olhar atento dos dois!
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junho 26th, 2008 at 03:06
Hmm… até que seguimos a mesma linha de pensamento. Pelo menos concordamos com o soul.