Uma bebida sem igual. No mundo…
Sábado é dia de escrever, de trabalhar, e para colocar a vida em dia é sempre bom blogar com os leitores. Hoje, ter um ponto de vista sobre qualquer assunto, sem dialogar com o meio social que cerca você é querer viver em uma ilha.
Ponto de vista não é uma coisa que se guarde. É sempre algo para ser discutido, e isso acabou por me tornar blogueiro. Para começar nosso bate papo, abro duas frentes hoje: A primeira delas é aquela que fala da notícia que recebi nesta semana que dizia que a caçhaça para exportação vai pegar carona no “rabo” do etanol.
No mínimo engraçada a notícia. Claro que nossa querida e tão famosa caipirinha fez sua fama graças a cachaça. O que me intriga não é isso…
Quer dizer então que precisamos inventar o carro a álcool, mostrar ao mundo que a tecnologia era viável, para divulgarmos nossa cachaça no século XXI?
Poucos estrangeiros privilegiados que passaram por aqui ou foram presenteados em seus países por alguma alma brasileira aprenderam a dar o devido valor a nossa bebida.
Por ter sido parte da cultura do homem do campo, que o acompanhava nos momentos de tristeza e alegria, acabou gerando até costumes engraçados, como por exemplo em algumas cidades do interior ainda existe o costume de “se beber o morto”, ou seja, beber a cachaça como forma de respeito e consideração ao falecido.
De outro lado, ainda alguém que bebia era chamado de “cachaceiro”. Não me lembro de alguém ter sido chamado de vodqueiro, ou de cervejeiro…
Bem, de qualquer forma estamos aí. Nossa economia de “vento em popa” vai levando nossos produtos para fora do país com a promessa de divulgar nossa bebida e fazer com que todos lá acreditem que aqui também tem bebida de qualidade, mesmo não existindo as highlands dos scotchs, do clima tropical dos runs jamaicanos, ou das diversas filtragens das vodkas dos países frios.
A maior prova de que esse mercado ainda tem muito a conquistar pela frente, foi a ExpoCachaça que aconteceu no Transamérica Expo. Produtores e distribuidores do Brasil inteiro expuseram seus produtos em stands que não deixaram nada a desejar aos da ExpoVinis. Muito pelo contrário. Mostraram que temos personalidade na produção de um produto único, e que ainda não tem similar no mundo.
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