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Filmes que Levam ao Sono…

Mesmo gostando muito de filmes, tens alguns que me levam ao sono. E nem me refiro a estar cansada, ou mesmo com sono, antes. Pois para esses momentos, uma das coisas boas que inventaram, é o time para as televisões. Regular o tempo onde ainda aguentará acordado e se despreocupar, já que a tv se auto-desligará. Em cinemas, para certos filmes, uma dica é levar algo para comer. Como já perceberam, a nossa conversa de hoje não é conversa para boi dormir… Vem comigo!

O tema veio porque essa semana quis tentar ver de novo o filme ‘O Amor nos Tempos do Cólera‘. Tentar ver se dessa vez eu resistiria ao sono. Mas cochilei diversas vezes. Em vez de abandonar como na primeira vez, fiz força para ir até o final. Nossa! Eita filme sonolento! Um porre! Recomendo para períodos insones.

Como já cansei de ouvir, de ler, que acham os filmes franceses lentos demais, de os fazerem dormir. Dai, ao me pedirem a indicação sobre um em específico, eu reflito entre o que irá ver no filme, com a hora, por exemplo em que irá assistir… Enfim, traço um paralelo entre o que conheço da pessoa com o filme em si. Já que alguns são de fatos lentos e longos. Agora, não sei se porque gosto, pois pelo que me lembre… nenhum me deu sono.

Um lento e longo, mas não do Cinema Francês, que me levou a grandes cochilos, foi ‘Batman Begins‘. Ainda quero ver se o vejo na íntegra. E que o mesmo não ocorreu com esse mais recente filme do Batman onde não desgrudei os olhos. Ainda mais, no final fiquei com a sensação de que durou pouco. Esse com certeza, quero rever.

Há certos Diretores que creio que eles acham que o filme tem que ser longo para mostrar que é bom. Com isso a trama acaba perdendo o ritmo. Um que vi recentemente, e que só não me levou a cochilar porque eu aproveitei para passar uma lixa nas unhas, foi o ‘O Plano Perfeito‘ (Inside Man). Ele tem quase uma meia hora entediante.

Em ficção científica… É, pode até ser uma heresia o que vou contar agora. Mas é que somente numa segunda tentativa que fiquei ligada em ‘2001 - Uma Odisséia no Espaço‘. E então gostei do filme! Mas não a ponto de ainda ver uma terceira vez. Até porque a lista dos que quero ver e rever ainda é grande.

Um outro, ainda nesse gênero de filme… ‘Matrix‘. Cochilei muito nesse. Mas quero revê-lo até para uma análise num viés psicológico. Estou é criando coragem para ver se nessa segunda vez, eu não durmo de vez.

Foram poucos os filmes que causaram esse efeito em mim. Poucos, nos que eu de fato me programei para assistir. Pois como citei, os que por acaso estão passando na Tv, onde a liguei apenas para dormir mais rápido, esses nem considero. Como também, nem ficaram registros dos nomes.

Tenho um sobrinho, que hoje está com 21 anos de idade, e que desde novinho, eu gosto da companhia dele para ver certos filmes. Aliás, tem uns filmes que eu até espero para ver junto com ele. Mas esse ai, da foto, ‘Mortal Kombat‘, esse filme eu só loquei, na época, não lembro se ele estava por volta dos 6 anos de idade, enfim, eu loquei a fita porque ele queria muito ver. Ele viu! Porque eu apaguei tão logo começou. Ele bem que tentou me manter acordada tal a alegria dele com esse filme.

Há pouco tempo, um remake, não de filmes, mas em eu apagar tão logo o filme começou. Foi com o ‘Todo Mundo em Pânico 4′. O lance maior, foi quando acordei no finalzinho, fiquei com a impressão de que não perdi nada. Filme ruimzinho! E eu vi o primeiro com ele, desse eu gostei. Ainda bem, que foram só esses dois que eu dormi. Com isso, na companhia dele, o saldo está para lá de positivo.

Um do Gênero Comédia, que me levou a altos cochilos, a ponto de apagar de vez da metade do filme em diante, foi ‘Cruzeiros das Loucas‘. Eu até estava a fim de ver porque eu gosto do ator Cuba Gooding Jr. Mas não consegui resistir.

O grande mote desse filme, ‘A Bruxa de Blair‘, estaria em mostrar o quanto o medo pode influenciar uma pessoa. Causando pânico mesmo. Mas a mim, ficou uma sensação de uma brincadeira num piquenique entre estudantes. E com isso, ou por conta disso, o filme me levou a altos cochilos. Mas esse também é mais um que quero me dar outra chance de rever. Tentar ver se nessa segunda vez, pelo menos um friozinho na espinha, eu sinto.

Bem, se estiverem com problemas de insônia, ficaram aqui umas sugestões. E vou gostar de conhecer a de vocês. Será uma troca de figurinhas, no mínimo saudável, já que uma boas horas de sono faz bem a saúde!
See You!
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Em Cartaz: Os Vilões do Cinema!

Filme, antes de tudo é entretenimento. Logo, uma torcida por um Vilão é até compreensível. Não tem essa que esse ou aquele influenciou alguém a cometer crimes. Pois esse já traz consigo um desvio de comportamento. O personagem fictício fora só uma desculpa. Os vilões, tem até um efeito catártico por liberar adrenalina; aliviando algumas tensões. Assim, as sugestões para esse final de semana serão com eles, os Vilões dos Filmes. E tem para todos os gostos. Vem Comigo!

O tema veio porque ontem, finalmente assisti ‘Batman - O Cavaleiro das Trevas‘. Não tem como sair desse filme sem levar consigo a performance do Coringa de Heath Ledger. Se antes, a simples menção desse personagem o que me vinha a mente era o de Jack Nicholson, creio que agora terei que fazer uma forcinha para lembrar do dele. O Coringa do Ledger conseguiu mergulhar mais fundo ainda na vilania. Ele entrará para um Top Ten dos Vilões do todos os tempos. Esse Coringa atesta o preço de cada um que ouse afrontá-lo. Mas esquece que o Batman é de fato um cavaleiro, em sua essência. Logo, não se vende!

Uma fala dele com o Batman… Me fez pensar num outro grande vilão da história do Cinema. O Hannibal de “O Silêncio dos Inocentes‘. Assim como Coringa se apegou ao Batman, o Hannibal também não quis matar a personagem da Joodie Foster. Para ambos, eles são os seus ratinhos de laboratório de estimação. De psicopatas, o pouco que sei, é que sentem-se presos a esses eleitos. Mas que um simples prazer, lhes vêem um gozo nessa relação.

Se esse dois ficam cara a cara com as suas presas, há os que prefiram não aparecer, como o psicopata em ‘Seven - Os Sete Pecados Capitais‘. Eu, na primeira vez que assisti, fiquei pedindo ao Brad Pitt que não cedesse… Que fosse tão frio, quanto ele. Por outro lado, há também, aquele que disfarça tão bem, que termina por enganar a todos e de nos deixar contente por isso. Refiro-me ao Keyser Sose de ‘Os Suspeitos‘. Teria quem não gostou do final desse filme? Eu amei!

Esse terror estampado ai na jovem, talvez a garotada de hoje nem sinta a adrenalina que a turma mais velha sentiu em ‘Psicose‘. Hitchcock imortalizou essa cena do chuveiro em nossas memórias.

Um filme que também me deu uma vontade de rever é ‘Copycat - A Vida Imita a Morte‘, onde a personagem da Sigourney Weaver passa maus pedaços nas mãos de um serial killer. Ele a conhece a fundo. Ela, além de ajudar a uma policial encontrá-lo terá que vencer seus próprios temores.

Bem, como citar algo sobre o ‘O Amigo Oculto‘ sem tirar a surpresa dessa história. Vejamos… A de uma menininha solitária que tem um amigo imaginário para brincar. A questão é até onde vai a imaginação dela. O que é real ou fictício nessa relação. E chega a ser revoltante!

Na Animação, que engloba um público infantil, também tem uns vilões memoráveis. A da foto é a Bruxa Malévola de ‘A Bela Adormecida‘. Cuja frase - ‘Afinal, o que são cem anos para quem ama?‘ - não deixa de ser cruel. No ‘O Rei Leão‘, o leão Scar deixou sua marca de maldade. Ainda para o público infantil, temos a Cruela DVil, de Glenn Close, em ‘Os 1001 Dálmatas‘.

Em robótica, o mais famoso é o Hall 9000, de ‘2001, Uma Odisséia no Espaço‘. A criatura tentando superar o criador.

Eu só assisti o primeiro ‘Jogos Mortais‘. E bastou. Não me motivou a ver as continuações.

As vilãs também deram o ar das suas maldades. A personagem de Glenn Close em ‘Atração Fatal‘ deve ter inibido alguns homens a uma pulada de cerca no mundo real num receio de encontrar uma igual. A Louise Fletcher, que fez a enfermeira Ratched em ‘Um Estranho no Ninho‘ conta uma história interessante no Making Off no dvd (Aliás, todo ele é muito interessante. Locando, ou comprando, optem pelo dvd duplo.). A babá da Rebecca De Mornay, em ‘A Mão que Balança o Berço‘, deve ter diminuído a procura por uma no mundo real na época de exibição.

E isso é bem pouco desse universo. Voltarei outras vezes a esse tema.
See You!
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Lições para toda a Vida!

As voltas que esse mundo dá… Por ontem ser o Dia do Orgasmo, eu iria trazer esse tema. Mas após assistir um outro filme, eu farei até diferente. Pois o foco será somente sobre ele. Em vez de deixar várias sugestões para o final de semana de vocês, deixo sim um pedido, de que reúnam várias pessoas para assisti-lo. Vem comigo!

Um filme que deveria ser passado nos colégios. Onde adolescentes estão sempre exigindo de si, e também dos colegas, a troca constante por calçados, roupas, acessórios caros, de marcas da moda. Chegando muita das vezes a discriminar a quem não segue esses modismo. Pois há quem não os siga. Quer seja por não terem dinheiro, ou por não ver nenhuma graça nisso.

Também deveria ser vistos por crianças. Para perceberem quais são os verdadeiros valores. Aqueles que nos acompanharão por toda a vida. Em especial, que não apenas elas, mas também aos pais, destaco a cena com torrões de açúcar. Onde a menininha levando chá para o pai, ele lhe pede que lhe traga o açucareiro. Causando espanto a ela, pois ele estava quebrando um bloco de açúcar em pequenos torrões. Mesmo com toda a dureza, com dívidas acumuladas, aquele pai passou a filha uma linda lição. Dizendo que aquilo fora confiado a ele. Que não pertencia a eles. Belíssima lição! Alguns políticos também poderia ver essa parte, pelo menos.

O filme traz um curto período na vida de dois irmãos: Ali, o mais velho com 9 anos de idade, e a Zahra, a irmã do meio. E um único par de calçado.

Um pouco de sua família: O pai tem como emprego, servir chá numa Mesquita. A mãe, lava tapetes para fora. O dinheiro mal dá para por as contas em dia. Até o pequeno cômodo onde moram, o aluguel está em atraso. A mãe, encontra-se adoentada.

Ali, se ver forçado a não ir brincar mais, pois precisa ajudar em casa. E parece que é um bom jogador, pois é bastante assediado por um coleguinha. Numa outra cena, vai vivenciar um pouquinho de quase um outro mundo. Num bairro das lindas mansões. Conhecerá um menininho que, diferente dele já que tem dinheiro demais, não tem com quem brincar. Coisas da vida… A cena com o elefantinho de pelúcia… Fiquei com lágrimas nos olhos.

Mas eu citei que além dos dois irmãos, há um par de calçado na história…

Ali na volta para casa, onde tinha levado o único sapatinho de Zahra para um conserto, o perde. Ao contar a irmã começa todo o drama. A cumplicidade desses dois é de, hora nos fazer sorrir, hora, nos levar a ficar em lágrimas. Por não contar aos pais o que houve, a cena onde Zahra quer saber como irá na escola no dia seguinte… De tão simples, chegar a ser sensacional! E nosso sorriso brota. Ela nos conquista de vez. Olhem que essa é só o comecinho. Zahra ainda nos levará a outros encantos mais.

A solução encontrada… que nos leva a uma torcida silenciosa… é desgastante para eles. São crianças, e já tendo o peso de pouparem os pais com despesas extras. Com toda a dificuldade, o estresse que essa solução trouxe, mesmo assim Zahra não conta aos pais. Por amor, também ao irmão. Que lição de companheirismo com essas duas crianças!

Ali, por sua vez, mais do que o medo de uma surra, sente que perderia de vez receber do pai um carinho, um elogio. Qual é a criança que não quer ter também reconhecido a sua dedicação? Ali é merecedor! Ele queria muito que o pai sentisse orgulho dele. A cena onde o pai finalmente sente orgulho, sente respeito por ele, é linda!

Zahra até consegue achar os seus sapatinhos. Então ela e Ali vão até lá buscar. Mas… Uau! Esses dois são demais!! E tem uma cena posterior, de Zahra com a nova e então ex-dona dos sapatinhos cor de rosa… Bem, ao mesmo tempo que sentimos um nó na garganta, somos levado a sorrir com Zahra. Ela é ótima!

Eis que surge uma chance de conseguirem um outro calçado. Através de uma Corrida com meninos de vários colégios. Cujo prêmio para o 3º lugar é um par de tênis. Ali então promete a Zahra que irá conseguir esse prêmio e o dará ela. A corrida é emocionante! Mas…

Será difícil reter as lágrimas no final. Uau! Que final! Bravo, Ali e Zahra! Amei os dois! Que belíssima lição de vida ambos nos brindaram! Parabéns também ao Diretor! Mais um a mostrar que uma bela história não precisa de ter grandes efeitos especiais. A primeira cena já nos deixa uma bela mensagem. Um filme inesquecível! De ver e rever!

Filhos do Paraíso (Bacheha-Ye Aseman). 1997. Irã. Direção e Roteiro: Majid Majidi. Com: Mohammad Amir Naji, Amir Farrokh Hashemian, Bahare Seddiqi. Gênero: Comédia, Drama. Duração: 89 minutos.

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O divisor de água de cada um de nós!

Ao longo da nossa trajetória nos deparamos com ocasiões que ficarão como um divisor de água. Pois de alguma forma trará uma mudança. Ele pode resultar de algo trágico ou não, de vacilos ou não. Como também pode vir de outra pessoa, quer ela saiba ou não. Às vezes, um simples toque já é o bastante. É como um ‘Acorda!’ Ou, como uma parada para uma revisão do carro para então seguir em frente. O bom é quando nos faz retirar algumas tralhas que só ocupavam lugar em nossas mentes. E é por ai, nosso papo de hoje. Vem comigo!

Fiquei pensando em qual filme eu traria primeiro. Como ainda estamos em tempo de férias escolares, escolhi ‘Ratatouille“. Para Remy mais que um ídolo, o Chef de Cozinha era seu herói. Tinham algo em comum. Algo que lhes era nato. Dai, num acidente de percurso… o fez sair da mesmice. Dando-lhe coragem para fazer algo diferente. Muito melhor que ficar se lamentando.

Esses acidentes que o destino nos impõe, por vezes é algo duro demais. No filme “O Escafandro e a Borboleta“, o personagem ficou só podendo movimentar o olho esquerdo. O filme é um belíssimo exemplo de vida! De alguém que apesar dos pesares ainda pulsava em si a vontade de querer viver. Da tragédia, ele fez um livro. Do livro, nos presentearam com esse filme. Deixo uma dica: esse é um filme para assistir com tempo e calma.

Se eles acontecem ainda na infância, se não houver a sapiência de um adulto por perto, o trauma será muito pior. Culpas, poderão ficar retidas. Se foi por um descuido, por um erro, por algo interpretado errado… Cabe a um adulto, dar uma mão amiga e guiá-lo no caminho do bem. Para que consiga digerir bem o que passou. Pois se nós adultos somos falíveis, o que dirá uma criança. Na falta de um adulto por perto, feliz de quem encontra um amiguinho com mais discernimento. Alguém como o Grilo Falante, em “Pinóquio“. Ou como o ratinho Timóteo em “Dumbo“, ajudando-o a superar a separação da mãe. Outros Clássicos da Disney onde também trazem esse divisor de água, podemos destacar ainda: “Bambi“, “Mogli“, “O Rei Leão“. Saindo do gênero Animação, temos “Heidi” e “O Jardim Secreto“, onde ambas as menininhas fizeram a diferença na vida das pessoas a sua volta. Lembrando também da “Lassie“, um anjo da guarda canino.

No filme “O Caçador de Pipas“, um pai muito exigente não consegue valorizar a veia romântica do próprio filho, por exigir uma postura forte. O menino por sua vez carrega o peso de uma culpa que não tinha, mas que o pai nada fazia para mudar. Sua mãe morrera no parto. Na vida do pai, a perda da esposa fora um divisor de água. Mas ele não soube trabalhar o sentimento que ficou. Não tirou lições dai.

A vida é uma escola! Com os erros precisamos extrair um aprendizado maior. Às vezes, a pena a ser paga torna-se maior por conta de ter outras pessoas que continuam errando e levando outras pessoas nisso. Por vezes, a saída é fingir que aderiu ao sistema. Para então galgar enfim, por fim a sua tão sonhada libertação. É, me deu vontade de rever “Um Sonho de Liberdade“, por conta disso. Um outro que também fiquei com vontade de rever, é “O Sol da Meia-noite“, onde uma mão amiga, num ‘Vem comigo!’, deixa a escolha de se quer sair dali ou não.

A culpa guardada, termina gerando um peso maior: o de se sentir tão responsável levando a fazer qualquer loucura. Tal qual como raiva, esse sentimento também cega a pessoa. Foi por aí que a personagem de “Dançando no Escuro” seguiu. Ela sabia de que imporia a um filho o mesmo destino que o seu: a perda progressiva da visão. Mesmo assim, ela o trouxe a vida. Por querer ser mãe. Mais tarde, ao ficar sabendo que num outro país haveria uma chance de pelo menos parar a eminente cegueira do filho, mudou-se para lá. Trabalhando com afinco para conseguir o dinheiro da cirurgia. Mas encontrou pela frente o que já citei acima: uma pessoa que não aprendeu com os próprios erros, e o que é pior, carrega um inocente para o lodaçal em que vive. Mas para essa mãe o sistema fora cruel demais.

Se o inesperado nos leva a parar de repente… Quer seja para uma mudança do carro… ou, quando já não terá mais como mudá-lo… (O carro, seria o nosso próprio corpo; o motorista, somos nós como todo; o ritmo, ou a velocidade desse carro, seria a nossa mente; e digamos que a bagagem, os acessórios que carregamos, são as nossas emoções. Onde, como numa engrenagem, tudo deveria estar em harmonia. Mesmo que alguns componentes fiquem na sombra.)… Além de tomarmos consciência que  tudo é parte de nós, devemos canalizar aquilo que nos feriu, para uma outra finalidade. Pois nossos sentimentos não são de todos descartáveis. São eles, que muita das vezes, que nos levam a ousar, a fazer algo que até então não acreditávamos que faríamos.

Se tais acontecimentos, como um tapa na testa, nos alerta de que havia peça podre, great! Um ótimo filme que mostra um alerta desse, é “Crash - Limite“. Eu confesso que chorei muito vendo esse filme. Principalmente na cena do carro incendiando com a jovem lá dentro. Por me fazer lembrar de algo parecido. Onde segundos depois de retirarem alguém que me é muito querido, o carro explodiu. É, foi punk!

Mas há quem só a partir dai, perceba que em trechos da vida não deu a devida consideração, ou até carinho a quem dele sentiu falta. Então, se somente a partir dai irá tentar recuperar esse tempo perdido… Terá que aceitar que para o outro, ainda não foi o seu divisor de águas. O bom é quando combina de o ser para ambos, não é mesmo?! Pois como falei, será um peso a menos… Deixo algumas sugestões: “Invasões Bárbaras“, “Direitos de Família“. Em “Magnólia” há muito mais que isso. Em “Amores Brutos“, “21 Gramas“, também há até o que a falta de diálogos pode acarretar uma sucessão de erros.

Outro tema, onde há muitos filmes a serem indicados. Sendo assim, voltarei a ele outra hora. Por hora, fico por aqui.
See you!

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Violência Urbana: Onde vamos parar?

Atualmente, se sai de casa, mas sem a certeza de que irá retornar. Cruel? É. Mas o nível chegou ao ponto de ser morto até por tiras. O certo, ou o esperado seria ser salvo por eles. Ex: Um fato desagradável ocorrido recentemente no Rio de Janeiro onde uma pessoa fora seqüestrada, e ainda em poder do bandido, em vez de ser socorrida pelos tiras é morta por eles. Mas fatos como esse, outros colegas do Nossa Via poderão desenvolver melhor. Pois nosso papo é sobre filmes. Vem comigo!

Como citei antes, o de não saber se volta são e salvo para casa… Em “Valente” (The Brave One), o casal de noivos ao levar o cachorro para uma caminhada no parque são brutalmente espancados. Ele não resiste morrendo no local, ela, personagem de Jodie Foster, sobrevive. E após um tempo, vai atrás dos assassinos. Até por conta da indiferença dos policiais. Filmaço!

Ainda nessa… Esse outro filme é bem forte. A mim, ficou um não querer rever. É o “Irreversível“. Onde à saída de uma festa, uma jovem é brutalmente estuprada e espancada. Um outro, onde após sofrer um estupro, uma jovem grávida morre, mas no hospital conseguem salvar a criança. Onde uma enfermeira, para tentar achar parentes da jovem, acaba indo parar no centro da máfia russa. Um inferno, mas ela está disposta a sair de com o bebê. O filme é “Senhores do Crime” (Eastern Promises).

Há também um outro tipo de violência, que é no trânsito. Onde num descuido pode não apenas tirar uma vida, como também traumatizar toda uma família por conta dessa perda. Descuido ou relapso? Um atender o celular, ou trocar um cd, ou outra coisa onde achando que será rapidinho, pode vir a resultar numa tragédia. Um onde isso ocorre é em “Traídos pelo Destino” (Reservation Road).

Por outro lado, filme é filme! Logo, também quero vê-lo assim. Principalmente com os vilões que por vezes são prejudicados pelo politicamente correto. Que em alguns filmes estadunidenses exageraram no pós 11 de Setembro. Um deles, até fiquei com vontade de lançar uma campanha. Essa: ‘Salvem os Vilões dos Filmes!’. O filme é o “Ponto de Vista” (Vantage Point).

Por querer tentar entender o que se passa na cabeça de um homem-bomba, eu assisti “Paradise Now“. Recomendo! Até por tirar a visão esteriotipada que a mídia lança sobre ele. Não que com isso iremos aprovar, ou mesmo abonar esse ato para lá de violento. Mas é sempre bom ver a outra versão do fato.

Algo que também gostaria de entender é o porque de certas mulheres sentirem fascínio por criminosos. Por conta disso, uma simples leitura numa sinopse, foi o ponto de partida para assistir “Fôlego” (Soom). Onde uma dona de casa vai procurar um criminoso que se encontra no corredor da morte, após saber que o marido a trai. Como citei em meu texto, esse é um filme para um olhar mais maduro.

Por vezes, a violência está dentro de casa. Quer ela seja física, ou em atos contra o patrimônio dos pais. Como no “Antes que o Diabo descubra que você está morto“. Onde o filho mais velho alicia o caçula para assaltarem a joalheria dos pais. Como trabalharam nela, sabiam de todos os detalhes da segurança. Mas imprevistos acontecem…

Eu gosto de filmes policiais, também. Não apenas por vê-los em ação, como também em conhecer seus dramas pessoais. No mais recente que eu vi, fiquei pensando se também não teria feito o mesmo que o personagem do Keanu Reeves fez com os pedófilos. Pois ele é um tira do tipo: ’se houve flagrante, para que ter despesas com júri e tudo mais’. O filme é “Os Reis da Rua” (Street Kings). Subindo o mapa um pouco, um canadense que me fez rir bastante. É o “Bon Cop, Bad Cop“. Onde dois tiras, cujo métodos de investigação são antagônicos se vêem obrigados a trabalharem juntos para desvendarem um crime em série.

Bem, esse tema também me fará voltar a ele. Sendo assim, como fã de Daniel Auteuil, termino por aqui deixando a sugestão de “O Adversário“. Um filme que nos deixa perplexos pelo o que o personagem dele fez. E tudo por querer manter o status quo.

Que o final de semana seja sem violência para Todos nós! Que fique nos filmes!
See You!

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