Nossa Via

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Papai Noel Inadimplente

Obviamente, após abrir o pacote e ter aqueles conhecidos minutos de puro êxtase, veio à mente a temida “recarga de 24 horas” o que impossibilitaria o uso do aparelho… mas para minha surpresa a bateria já havia recebido a primeira carga, então foi colocar o chip e usar!

A comemoração do Natal foi, como sempre, na casa da família, à 35 km de Florianópolis. Mas apesar de ser interior, não significa que não tenha rede GSM na cidade e até wireless na casa, já que meu irmão vive com o notebook em todos os cantos da casa… o que tornou a noite ainda mais High Tech, já que depois de receber o smartphone algumas horas foram perdidas testando todas as funcionalidades que o N95 tem a proporcionar, como o acesso wireless no qual pude me conectar ao Instante messenger e desejar um Feliz Natal Mobile pra todos os amigos online. Mas a diversão não parou por aí, depois vieram as fotos em família, e aproveitei a câmera de 5 megapixels pra fazer o Album Natalino da família, que modéstia a parte ficou muito bom. Aí durante e depois do jantar usei e abusei do Mp3 player, já que os auto falantes estéreo não deixam a desejar; mas fui obrigado a desligar, já que as músicas não agradaram a maioria, infelizmente.

Após jantar, comemorações a parte e cumprimentos, voltei ao smartphone, óbvio. (… já que tenho essa necessidade de ver realmente tudo o que o aparelho é capaz de fazer). Então fui testar -de certa forma- os botões de acesso rápido e senti que uma tela touchscreen faria do N95 um aparelho ainda mais incrível, mas não tem problema, quem sabe num futuro modelo eim Nokia?

Depois de alguns minutos vendo todas as opções, lembrei-me do GPS! Que acabei não usando por não precisar, já que não iria a lugar algum essa noite.

Quanto ao design e portabilidade, são exímios exemplos de convergência, praticidade. Apesar de não ser muito pequeno com sua tela de 2 polegadas e meia, é leve. A qualidade das imagens, exibidas tanto na vertical quanto na horizontal, surpreendeu até minha sobrinha de 5 anos que brincava ao lado e veio dizer que queria ver as “fotos coloridas do Natal”, e realmente são nítidas, com cores vibrantes, alto contraste, etc.

Foi então que percebi que já havia passado da meia noite quando os sinos – do relógio – não do Papai Noel, tocaram e eu acordei: Resumo da ópera? Tudo não passara de um sonho… um sonho de natal. Mas, pai (Papai Noel inadimplente, humpf), se você ler esse post, ainda dá tempo, ok?

E (PS) isso não foi um post patrocinado (quem dera!)

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Um brinde à esperança

erin.jpgConvido-os a fazer um brinde nestas festas de final de ano. Como a professora de Freedom Writers, vamos fazer um brinde à mudança, silenciando todas as vozes que impedem a harmonia e apagando toda justificativa de que as coisas nunca mudarão.

A responsabilidade de postar no dia 24 de dezembro é imensa e fico feliz que Pão, Vinho e Plástico (excelente texto do Marcos VP) tenha me precedido aqui. (more…)

Pão, vinho e plástico

vp_presepio.jpgFaz muitos anos que os meus natais são parecidos uns com os outros. Basicamente, tudo gira em torno do encontro familiar, da ceia, da troca de presentes. Antigamente, quando eu morava em Fortaleza, eu gostava que chegasse dezembro para ver as casas enfeitarem de luzes as árvores de seus jardins. Os jardins diminuiram, a energia elétrica ficou mais cara e o natal passou a começar em setembro, nos últimos anos.

As minhas comemorações de natal nunca mudaram muito de forma, apesar de terem mudado bastante de lugar. Quando criança, eram na casa de meus avós, entre os primos e tios e os especiais de Roberto Carlos. Quando casei pela primeira vez, já no Rio de Janeiro, abandonei meus pais para passar a comemorar o natal com meus sogros, cunhados e sobrinhos. Comida, presentes e nada de Roberto Carlos. Um cunhado se vestia de Papai Noel e vinha de manhã entregar os presentes das crianças. E todas elas sabiam que ele era o tio. Casado pela segunda vez, meus natais passaram a ser cumpridos em viagens, algumas constrangedoras. Numa delas, meu filho teve de levantar dezenas de vezes para receber presentes dados pelo Papai Noel do hotel, enquanto as outras crianças tinham que se contentar com um ou dois presentes. De outra vez, meu filho teve medo do bom velhinho - um animador musculoso paramentado de vermelho e pelúcias. Confesso que me diverti naquele ano, vendo que o personagem principal de nossa comemoração - meu filho - não se agradou muito daquela pantomima, assim como eu, tampouco. Este ano, por conta de minha mudança de casa, verá um natal simples no solar onde ainda resido.

O fato é que eu tenho sentimentos divididos pelo natal. Se por um lado a época é agradável, de fim de ano, de supostas reflexões, por outro eu vejo que a cada ano o natal perde os últimos fiapos de religiosidade que ainda possui. Na mesma proporção em que as árvores monumentais patrocinadas por banco batem recordes de altura e as vitrines brilham como jamais brilharam, a lembrança de que o natal é (ainda que baseada numa celebração pagã, whatever) uma festa da cristã e religiosa se desvanece. Muito por culpa dos cristãos como eu, é verdade. Católicos não tem a tradição de festas familiares. Todas acabam parecendo meio ridículas, do tipo “pô, que mané oração, eu quero é comer esse peru de uma vez, cacete”. Nessas horas, confesso, eu sinto uma indisfarçável inveja dos judeus.

Um natal, contudo, um único nesses 37 anos, marcou minha vida. E é interessante que eu jamais tenha falado dele durante os cinco anos que eu escrevo na rede. Não que eu o tivesse esquecido. Talvez o stress do dia a dia, a rotina sufocante e o que é pior, a distância insolucionável de quase todos os personagens desse dia, tenham deixado este momento guardado em uma gaveta empoeirada. Recordei-me dele dia desses em uma conversa com um companheiro de infortúnios e ele disse: “isso dá um bom texto”. Agradeço a ele por ter me dado a óbvia idéia.

Éramos cinco amigos, três caras e duas meninas, na faixa dos 20 e pouquinhos. Pertencíamos a um enorme grupo de encontro de jovens com Cristo da zona sul do Rio. Além desse grupo, fazíamos parte de um grupo menor, de umas 12 pessoas, que se reunia uma vez por semana com uma teóloga para estudar a Bíblia. Dentro desse grupo menor, ainda havia a nossa panelinha, os cinco cavaleiros do apocalipse, sendo a “indecisão” o membro excrescente e mais não me perguntem, pois tudo o que posso dizer é que ele era um imprudente evangélico num grupo de católicos remidos. Mas era nosso amigo. O ano de 1990 havia sido muito produtivo na vida de todos e estávamos todos muito felizes. Dias antes do natal, fizemos uma pequena celebração no grupo de estudos e aquilo parecia ter feito as vezes de nossa festa natalina. Nossa panelinha, contudo, queria mais. Marcamos então de nos encontrar pouco antes da meia-noite do dia 24 para 25 de dezembro daquele ano na Praia Vermelha, bairro da Urca, Rio de Janeiro, depois, é óbvio, das celebrações familiares de cada um. E assim fizemos. Sentados na areia, montamos um presépio com algumas figuras de plástico barato e compartilhamos uma garrafa de vinho e um pão, enquanto fazíamos uma oração. Em toda a minha vida, foi o primeiro natal passado apenas na presença da sagrada família. Não havia ceia, não havia presentes, não havia lâmpadas e enfeites coloridos, especial de cantor, brindes, roupas de festa. Havia apenas uma cena de natal, pura e simples. E respeito e silêncio.

Meses depois, esse mesmo grupo viajaria para um retiro em silêncio, no carnaval de 1991, no gigantesco mosteiro onde funciona a CNBB, em Indaiatuba, interior de SP. De lá, voltamos absolutamente destroçados. Deus, percebemos, não era para fracos da classe média alta carioca. Três anos depois, parte do grupo, eu incluído, abandonou ruidosamente o encontro de jovens. Perdemos o contato com o membro indeciso. O resto casou-se, teve filhos, separou-se, mudou de cidade. Com uma das meninas, me encontro vez em quando, só para ela me dizer que eu não mudei nada. Nada mais longe da verdade. Os outros dois, sei deles por orkut ou email. Mas de um natal como o de dezembro de 1990, nunca mais soube, nunca mais vi, nunca mais ouvi falar.

Para brilhar neste Natal

Separei alguns itens e com o que você pode combinar:Blusa de paetês:
A blusa de paetês pode ser usada com uma bermuda clara em cetim e rasteira. Se quiser, opte por um salto. Use brincos dourados, mas não exagere nos brilhos.

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Look: Maria Valentina

Ou se você quer um visual mais descontraído, pode optar por uma calça jeans preta sequinha, pode usar com uma sandália rasteira ou salto alto.

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Look: Equus

Shorts:

Com o calor do verão, não queremos colocar roupas mais fresquinhas e leves, e uma boa sugestão é optar por um short. É um item indispensável no guarda-roupa desta estação, tem um ar informal, mas está sendo amplamente usada para sair à noite e usar em festas.

Um modelo mais simples, para usar com bata e rasteira.

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Loo: Ariza

E este para você usar com uma blusa ampla e salto.

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Look: TVZ

Vestido:

Você pode optar por um vestido leve e curtinho, para poder curtir a festa numa boa, sem deixar de ter estilo.

Com este aqui, você pode tanto usar uma sandália baixa como alta, vai depender do seu estilo.

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Look: Anna Bannhof

Presentes High Tech de última hora para o Natal

Natal chegando… e começamos a pensar na quantidade de presentes que educadamente precisamos dar a todos alguns parentes, pai, mãe, namorada, irmãos, afilhado, uma pequena fortuna. Porém, muitos não têm esse problema e sim outro problema, o de FALTA DE TEMPO. Com a falta de tempo… acabam por deixar pra comprar na última hora e com isso enfrentam filas, dúvidas em qual presente comprar, quanto pagar. Mas, há uma alternativa! As lojas online estão repletas de promoções, Submarino, Americanas, FNAC, entre tantas outras… o outro problema é que não sabemos se os presentes chegarão a tempo, espera-se que sim.

Então você se pergunta: Qual presente comprar? Eu, como consultor de tecnologia lhe indicaria produtos High Tech, vou listar abaixo alguns bons gadgets que poderão fazer a diferença na hora de presentear - lembrando que isso não quer dizer que sejam baratos :D

TV LCD LG de 32 polegadas Time Machine

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Este é o famoso Presente de Pai ou Presente família. A TV de LCD da LG com 32 polegadas e HD de 160 GB é uma excelente opção para o Natal, já que a transmissão de TV Digital - mesmo que ainda ruim - promete qualidade e interatividade pra toda família. Com o HD de 160 GB da TV LG é possível dar pausa da programação e continuar assistindo depois ou ainda assistir a um canal enquanto grava outro. Preço: R$2.400,00

Nokia N95

Nokia N95

O smartphone N95 da Nokia é perfeito para os exigentes, que precisam de tudo ao alcance das mãos. Celular, GPS, player multimídia, câmera fotográfica, navegador para internet, enfim, um excelente tudo-em-um para um Papai Noel Geek. Preço: R$1.800,00.

Notebook Sony vaio CR

Sony vaio CR

Os notebooks Sony Vaio da Série CR apresentam cores espetaculares e vibrantes - azul índigo, rosa romance, vermelho paixão, branco antártico e negro elegância. Escolha a cor que define o estilo do ser presenteado e faça-o feliz! Portátil, potente e com design elegante, é um dos melhores - e caros - presentes para este natal. Preço: R$5.500,00

iPod Touch de 16GB

iPod Touch de 16 GB

O iPod Touch é a nova geração de players multimídia da Apple. O gadget com sua tela de 3.5 polegadas sensível ao toque, garante horas de entretenimento e diversão assistindo vídeos do YouTube ou ouvindo músicas compradas diretamente da iTune Store. Preço: R$1.500,00

Micro System Philips Flat de 100W com DVD

Micro System Philips Flat de 100W com DVD

O Micro System da Philips tem design super esguio para desfrutar dos seus filmes favoritos. Com a união de design e alta potência, o MCD288 DVD Micro Theatre melhora sua experiência com filmes e músicas. Além de combinar com a decoração de sua casa, pode ser montado tanto em sua mesa quanto em sua parede. Preço:R$999,00 na FNAC.

Play Station 3

Esse é o Playstation 3, um dos consoles mais procurados no mercado. Com gráficos mais detalhados e definidos e maior poder de processamento, o PS 3 traz resultados impressionantes de realismo virtual. Com controle sem fio (Bluetooth) sensível ao movimento e disco rígido (HD) de 60GB fará a alegria da mulecada. R$2.500,00

E então? Já decidiu o que vai solicitar ao Papai Noel Geek neste natal? Faça sua escolha e Feliz Natal !